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	<title>Aviso em Dois &#187; tesouro direto</title>
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		<title>Educação financeira</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 05:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[administração de recursos]]></category>
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		<description><![CDATA[É evidente que ensinar os vários tipos de análises, conhecer os ativos e as peculiaridades dos mercados onde são operados é muito importante, no entanto, educar financeiramente é ensinar o investidor a pensar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O debate em torno da necessidade inevitável de o Brasil reduzir a taxa básica de juros e os altos spreads bancários para uma nova realidade econômica que se apresenta mostra que todo o sistema de aplicações de recursos, não só a poupança, criado em uma época de hiperinflação, precisa ser revisto. Dentro deste contexto a chamada Educação Financeira passa a ser fundamental.</p>
<p>Ao longo do tempo educar o investidor passou a ser o ensino de uma gama de metodologias operacionais permeadas por glossários explicativos. É evidente que ensinar os vários tipos de análises, conhecer os ativos e as peculiaridades dos mercados onde são operados é muito importante, no entanto, educar financeiramente é ensinar o investidor a pensar. Só tendo uma consciência analítica irá descobrir qual é de fato o seu perfil de investidor, para daí então procurar se fundamentar através do conhecimento técnico e literário estudados, o seu projeto de investimento financeiro.</p>
<p>Importante é definir qual o objetivo a ser atingido. Investir no curto prazo, trader diário, longo prazo, plano de aposentadoria complementar, poupança para aquisição de um bem futuro? Qual o objetivo a ser buscado?</p>
<p>A partir da meta a ser alcançada o próximo passo é entender de fato como as aplicações financeiras se movimentam e quais as peculiaridades que possuem. O longo período de taxa alta de juros no Brasil mascarou uma série de distorções que precisarão ser corrigidas.</p>
<p>Não é só a forma de cálculo do rendimento da poupança que precisa ser refeita, a cobrança de tarifas de serviços bancários e as taxas cobradas na administração de recursos ficarão tão evidenciadas em um novo patamar de juros baixos que serão insustentáveis em um futuro bem próximo. Desonerar as aplicações financeiras e dar maior transparência a seus indicadores é inexorável.</p>
<p>Alguns questionamentos terão que ser respondidos:</p>
<p>- Por que o Brasil pratica uma taxa de juros de curto prazo tão alta, que acaba indexando ativos e desestimulando o verdadeiro investidor a alongar aplicações?</p>
<p>- Qual a razão de se vincular a grande maioria dos investimentos a taxa CDI? Quem se beneficia e quem se prejudica com isso? Exemplo: em 25/05, taxa da meta selic atual 10,25% ao ano, taxa média diária apurada 10,16%, taxa média CDI 9,98%. Isto representa um CDI, a 98,22% da média selic e 97,37% da taxa da meta.</p>
<p>- Por mais que se tente esclarecer o investidor a imensa maioria dos analistas e assessores financeiros, principalmente gerentes da rede bancária, continua indicando operações vinculadas ao percentual do CDI e fundos de investimentos como aplicações em Renda Fixa.</p>
<p>- Seu gerente de conta quer te indicar a melhor aplicação ou vender os produtos que são mais rentáveis aos bancos e aumentam sua comissão?</p>
<p>- Por que a CBLC tem que custodiar e cobrar uma taxa nos títulos adquiridos através do Tesouro Direto se já existe o sistema Selic?<br />
Quando se aplica em um fundo de previdência complementar o risco do cotista, são as seguradoras os bancos que vendem o produto?</p>
<p>Não só estes, mas também outros questionamentos terão que ser enquadrados dentro da nova realidade financeira que se apresenta. Já que são fundamentais para que o investidor saiba com clareza no que está investindo, os custos, retornos e a natureza de seu investimento.</p>
<p>Estar preparado para atuar nos mercados com segurança e sabedoria não é só conhecer todas as técnicas operacionais, é também conhecer o funcionamento e as regras do jogo.</p>
<p>Um exemplo antigo de não educação financeira está no livro Balzac, de Johnnes Willms, lançado no Brasil pela Editora Planeta. Nele o autor conta que o pai de Balzac, Bernard François, perdeu todo o dinheiro que guardava para a aposentadoria porque o banco onde depositava suas economias quebrou e ele então acabou aposentado compulsoriamente aos 73 anos de idade, passando a receber uma modesta pensão. &#8220;Desta maneira, os Balzac não tinham outra opção senão simplificar o mais rápido possível seu estilo de vida&#8221;</p>
<p>Ser educado financeiramente é atingir um estágio analítico, avaliar e ponderar opiniões. Quando isto acontecer saberá através de seu conhecimento técnico e de experiências anteriores os erros e acertos cometidos. Com isto, de certo, terá mais acertos do que erros e a consciência de que o maior responsável pelo sucesso ou fracasso de seus investimentos é você mesmo!</p>
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		<title>O Caminhão do Faustão</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 16:44:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[CVM]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[investidor pessoa física]]></category>
		<category><![CDATA[leilão a termo]]></category>
		<category><![CDATA[leilão de títulos públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Pace DTVM]]></category>
		<category><![CDATA[tesouro direto]]></category>

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		<description><![CDATA[O aumento vertiginoso da participação do investidor pessoa física em todos os segmentos do mercado financeiro mostra a necessidade que os pequenos investidores têm de buscar mecanismos que criem melhores condições de competir com os investidores de grande porte.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A forte expansão do mercado financeiro no Brasil e, principalmente, o aumento vertiginoso da participação do investidor pessoa física em todos os segmentos, com destaque para as operações com títulos públicos via Tesouro Direto e na Bolsa de Valores, mostra a necessidade que os pequenos investidores têm de buscar mecanismos que criem melhores condições de competir com os investidores de grande porte.</p>
<p>Descontos maiores de corretagens, acesso operacional rápido aos mercados e ferramentas de análise são alguns exemplos de conquistas que os investidores de pequeno e médio porte conseguiram ao longo dos últimos anos.</p>
<p>Esta reflexão quanto às condições de competitividade de mercado me fez lembrar uma passagem interessante que aconteceu no mercado de títulos públicos nos anos 1990 na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>Como é sabido, o Rio de Janeiro foi, por um longo período, o centro financeiro e cultural do Brasil, com todas as instituições financeiras tendo seus principais executivos baseados na Cidade Maravilhosa. Esse fenômeno durou até por volta do ano 2000, quando depois passou a ser São Paulo o centro de comando das instituições financeiras e também da Bolsa de Valores.</p>
<p>Neste período, anos 1990, o mercado monetário movimentava um volume expressivo de recursos no chamado overnight e nas negociações de compra e venda definitivas de títulos públicos federais, principalmente as LTNs (títulos pré-fixados). A competição em busca de inferir sobre a tendência da taxa de juro futura era frenética; bancos, corretoras e distribuidoras de valores buscavam rendimentos no giro diário dos recursos do over e também no carregamento e giro de posições em títulos &#8211; públicos e privados.</p>
<p>As corretoras e distribuidoras de menor porte procuravam se unir para enfrentar os gigantes do mercado, que eram os grandes bancos, as corretoras e bancos de investimentos maiores. O leilão de títulos públicos tinha um giro enorme, as operações se iniciavam nas negociações a termo anteriores à emissão dos papéis no chamado “leilão a termo” e seguiam no dia da sua emissão em diante. Sendo assim, a disputa por adquirir o título no leilão a uma taxa muito próxima da taxa máxima da emissão era ferrenha.<br />
Foi então que, da união destas menores instituições, uma distribuidora de valores chamada Pace decidiu chamar os amigos e parceiros para entrarem juntos nos leilões de títulos LTNs. Ao somar o volume de propostas de todos que participam deste consórcio, a chance de comprar os papéis no leilão a um preço muito próximo da taxa máxima de rendimentos era muito maior, já que quanto maior o volume, maior o poder de consenso e de fogo para participar da disputa.</p>
<p>No início eram alguns poucos que participavam deste acordo, porém, com os resultados positivos alcançados no decorrer do tempo, o número de participantes aumentou muito e por consequência o volume financeiro de ingresso nos leilões também subiu, chegando a um momento onde todos queriam participar. Terminado o período de entrega das propostas no leilão, a maior curiosidade era saber qual foi a taxa em que este pessoal tinha entrado. Como as operações e conversas entre operadores eram feitas por contatos telefônicos, a criatividade peculiar dos operadores logo criou um termo para falar sobre as propostas concentradas na Pace DTVM. As dúvidas que antes eram: Que taxa você entrou? Qual a taxa do pessoal que entra em conjunto? , passaram a ser: O que está achando do leilão, qual a taxa que entrou o “Caminhão do Faustão”? Você mandou proposta do “Caminhão do Faustão”?</p>
<p>Assim, em alusão a um quadro do programa de domingo do Fausto Silva que distribuía um caminhão de mercadorias aos ganhadores, a união de pequenos e médios do mercado foi chamada por um longo tempo de “Caminhão do Faustão”.</p>
<p>Relembrei este fato, que é de conhecimento de muita gente da chamada velha guarda do mercado, por considerar um bom exemplo de união e esforços para competir com os chamados grandes.</p>
<p>No quadro atual, algumas mudanças ainda precisam ser feitas no mercado financeiro brasileiro. Um exemplo seria um rigor maior por parte da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) na fiscalização e punição com ressarcimento aos prejudicados nos casos de insiders, monopolização de ativos e manipulações de preços. Acredito que em um futuro próximo teremos um mercado maior, mais transparente e menos centralizado, seja em operações corriqueiras como também nas operações de créditos e financiamentos de uma maneira geral.</p>
<p>&#8220;Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado&#8221;, Albert Einstein.</p>
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		<title>De olho no spread #3</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 15:14:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações do investidor]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[spread bancário]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[tesouro direto]]></category>

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		<description><![CDATA[Como o chamado spread bancário envolve a comparação da taxa que pagamos ao tomarmos empréstimos com a taxa que recebemos ao aplicarmos nosso dinheiro, vamos falar um pouco da parte da aplicação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como o chamado spread bancário envolve a comparação da taxa que pagamos ao tomarmos empréstimos com a taxa que recebemos ao aplicarmos nosso dinheiro, vamos falar um pouco da parte da aplicação.</p>
<p>O mês e o semestre se enceram hoje dia 30/06, amanhã e depois serão divulgadas as taxas de rendimentos dos fundos de investimentos, modalidade que concentra a grande maioria das aplicações financeiras realizadas por pessoas físicas, oportunidade para compararmos e avaliarmos melhor os retornos financeiros.</p>
<p>Bolsa de Valores tem rendimento variável, por isso não cabe comparação com outras modalidades de investimentos de rendimentos mais estáveis.<br />
Algumas comparações que o investidor deverá fazer:</p>
<p>1 – Qual o rendimento bruto?</p>
<p>2 – Qual o imposto de renda que vou pagar para o prazo que pretendo investir?</p>
<p>3 – Existe cobrança de taxa de custódia e ou administração?</p>
<p>4 – Segurança. A taxa que vou receber é compatível com o risco da aplicação?</p>
<p>5 – Quanto rende a aplicação em título do TD(tesouro direto), para o prazo que pretendo investir?<br />
Feitas essas avaliações, poderemos chegar a parte mais importante que é a rentabilidade líquida de cada aplicação financeira e a partir daí decidirmos onde é melhor investir.</p>
<p>Em uma observação rápida, poupança e Tesouro Direto devem ser as melhores aplicações para o pequeno investidor. Poupança pela isenção de impostos e taxa de administração, TD por ter taxas compatíveis com as de grandes aplicações de mercado.</p>
<p>Em breve, com números divulgados, colocaremos exemplos concretos de comparações.</p>
<p>Saudações A2</p>
<p>Até lá fiquem com um debate realizado pelo site ABJ notícias, da Universidade Adventista de São Paulo, sobre a economia brasileira:</p>
<p><strong>A economia brasileira passa bem, obrigado</strong></p>
<p>Às vésperas das eleições presidenciais, direita e esquerda disputam uma vaga no Palácio do Planalto, mas de acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a saúde econômica do Brasil dificilmente será alterada pela nova gestão.<br />
O ministro afirmou, em entrevista publicada na revista Veja do dia 24 de junho, que já é consenso entre os governos de outros países que o momento mais crítico da crise financeira já passou, mas que a recessão ainda será sentida em quase todos eles. Porém, existem algumas economias que estão isentas desse tremor, dentre elas a brasileira. Na avaliação do ministro, a economia do País se consolidou e está em constante crescimento.<br />
O economista Waldir Kiel, colunista dos portais Infomoney e Aviso em Dois, aponta que o Brasil sobreviveu à crise financeira mundial por ter acumulado reservas cambiais [dólar] superiores àquilo que era necessário para enfrentar a maior restrição ao crédito que era oferecido pelos bancos do exterior. O acúmulo dessas riquezas ajudou o País a não sentir seus efeitos colaterais.<br />
Alívio<br />
Na avaliação do economista André Perfeito, da Gradual Corretora, esse mérito não deve ser atribuído apenas ao governo Lula. Os índices de crescimento são resultados de ações iniciadas ainda na gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC).<br />
“Foi uma decisão consciente do governo Lula em dar continuidade ao que o FHC começou. O Lula imprimiu algumas medidas com mais ênfase. Os programas de distribuição de renda (como o Bolsa Família) tem alavancado esse crescimento”, aponta o economista. “Estamos em um amadurecimento econômico da sociedade. Os dois [governantes] participaram desse crescimento.”<br />
Valeriano Costa, cientista político da Unicamp, harmoniza seus argumentos com os de Perfeito. De acordo com ele, não é preciso retroceder na história do Brasil para entender que o sucesso da gestão Lula é uma estabilização da transição econômica do governo FHC.<br />
Kiel discorda destas visões. “Dizer que o governo FHC iniciou este ciclo é mais propaganda para as próximas eleições. Ao seguir apenas o modelo neoliberal aplicado em outras partes do mundo, o governo FHC deixou de ter um planejamento próprio para o Brasil. Por isso deu no que deu. Quebramos”, avalia.<br />
Ele acredita que o governo Lula conseguiu, sim, elevar a economia brasileira à medida que passou a incentivar muito o consumo interno através de políticas sociais de distribuição de renda, como o Bolsa Família, e de uma busca de novos mercados para os produtos nacionais. “Isso fez com que um número maior de brasileiros tivesse acesso ao mercado de consumo, ampliando assim a indústria e o emprego. Ao ampliar o mercado externo, os saldos comerciais aumentaram substancialmente”, lembra.<br />
No entanto, Costa também argumenta que programas de distribuição de renda, como o Bolsa Família, tiveram início no governo FHC. “O Fernando Henrique conseguiu criar as condições mínimas de estabilidade e o Lula, se apoiando nisso, as ampliou. Essa dupla de quatro mandatos [duas de FHC e duas de Lula] foi fundamental para essa alavancagem econômica, mas não sabemos até onde isso é permanente”, explica. O cientista político alega que o Brasil não teve ainda um crescimento de longo prazo, mas que está no caminho.<br />
Futuro econômico<br />
Perfeito acentua que essa conquista não deve ser atribuída apenas às gestões presidenciais. “Nosso crescimento econômico é resultado de conquistas da sociedade brasileira que independem do governo. O próximo presidente não tem como alterar essas conquista e o ministro [Guido Mantega] está correto em sua afirmação”, sustenta.<br />
“Quando o ministro Mantega se mostra otimista dizendo que o pior já passou, ele está apenas cumprindo o papel de um ministro de estado. Se mostrar otimista é sempre bom nessas situações, além do fato de o pior para o Brasil já ter realmente passado”, classifica Kiel. Entretanto, o economista concorda com a visão de Mantega e acredita que o crescimento econômico do País vai continuar independente de quem for eleito.<br />
Ele ainda calcula que dificilmente o candidato indicado por Lula perderá a próxima disputa eleitoral. “A popularidade do presidente vem do fato de ter feito políticas sociais que atenderam a grande maioria da população nunca antes assistida”, avalia.<br />
Para Perfeito, o ministro quis apontar que em grande medida a economia brasileira adquiriu um status que não dependerá da administração eleita após 2010 para ser continuada. “O Brasil tem uma tradição democrática estável. Temos abundância de fatores que nos ajudam a manter essa economia. Temos uma frota de recursos naturais, como por exemplo, um diferencial que é o bicombustível”, destaca.<br />
Costa alega que o Brasil não corre ameaças quanto ao crescimento da economia, mesmo com os “corriqueiros” escândalos que estouram no governo, como a atual crise no congresso. “Existem muitos assuntos pontuais, mas isso não altera a decisão do eleitorado. Dificilmente a esquerda ou direta mudariam a trajetória da política econômica e social”, conclui.</p>
<p>Jefferson Paradello<br />
<a href="http://abjnoticias.com/">http://abjnoticias.com/</a></p>
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