O ano vai terminando e os mercados naturalmente vão reduzindo a liquidez com as expectativas se voltando para o próximo ano.
Mesmo com os últimos dados de emprego americano mostrando uma surpreendente recuperação e a economia brasileira dando sinais de crescimento vigoroso, a semana deve ser de breve realização no preço dos ativos.
A novidade na semana passada foi à criação da alíquota de 2% de IOF para o capital estrangeiro que ingressar no Brasil para a renda fixa e renda variável (bolsa de valores). A medida foi muito bem analisada pelo nosso amigo Maximo Umiliani em seu texto, “A cereja do Bolo”.
Fundamentalistas e analistas técnicos batem cabeça na tentativa de justificar o motivo, pelo qual, os mercados não realizam lucros e continuam a subir o preço dos ativos por um longo tempo.
A semana terá uma agenda de dados bastante movimentada. Serão divulgadas as produções industriais na Europa, China e Estados Unidos. Na quarta feira o FED deve confirmar a manutenção da taxa de juros em 0,25% ao ano.
Balanços corporativos com resultados acima do esperado, principalmente do setor financeiro, e expectativas de uma recuperação mais rápida do que era esperada, da economia americana, trouxeram otimismo ao mercado na semana anterior.
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