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	<title>Aviso em Dois &#187; spread bancário</title>
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	<description>ALEA JACTA EST</description>
	<lastBuildDate>Tue, 22 May 2012 14:21:11 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Bastam sete minutos</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 08:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[aviso]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[spread bancário]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>

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		<description><![CDATA[Caso tenhamos um arcabouço de medidas que propiciassem uma atuação mais efetiva do Banco Central, essa sobra de dinheiro nos mercados se resolveria em apenas Sete Minutos. Texto publicado em 22/09/2009]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há um ano, o banco de investimentos Lehman Brothers, na época o quarto maior dos Estados Unidos no setor, anunciava que pediria concordata. A tentativa das autoridades norte-americanas de evitar a contaminação do mercado financeiro e o agravamento da crise que começou no sistema hipotecário do país fracassou, dando início a uma crise financeira que varreu as principais economias do planeta.</p>
<p>Algumas medidas urgentes foram tomadas por parte das autoridades monetárias do mundo todo, bancos centrais. Imediata baixa nas taxas de juros e injeção de recursos, visando incentivar a retomada das economias.</p>
<p>A recuperação foi rápida, principalmente nos países que compõem o chamado BRICs, e o debate em torno de normas que precisam ser tomadas para que a exuberância não se repita, ganharam força nos encontros do G20 e nos discursos das autoridades governamentais.</p>
<p>Politicamente, as colocações têm causado efeitos, no entanto, na prática as medidas sugeridas são de difícil implementação.</p>
<p>Em se tratando de Brasil, três notícias chamaram a atenção nos últimos dias: 1- Brasil tem um dos spreads bancários mais altos do mundo, só perdendo o primeiro posto para o Zimbábue; 2- Inadimplência no Brasil está dentro da média mundial; 3 &#8211; Bancos estão &#8220;inundados&#8221; de dinheiro e BC tem de atuar para segurar juros &#8211; Sobra de liquidez no curto prazo vai ao recorde de R$ 444 bilhões.</p>
<p>Muita coisa mudou e vem mudando na economia brasileira nos últimos anos, no entanto, a política monetária continua intocável, sua eficácia é medida pela inércia da economia real, no entanto, estas últimas notícias, nos mostra claramente que existe uma incoerência muito grande na condução e formulação da mesma.<br />
Temos uma inadimplência na média mundial, um spread bancário nas alturas e uma sobra de dinheiro em torno de R$ 444 bilhões!<br />
Isso tudo acontece porque o Brasil não tem uma política monetária de fato, uma política monetária ativa, onde a taxa de juros tem verdadeiramente efeito, onde uma mudança de patamar de taxas influencia de forma decisiva a escolha de investimentos na economia. Daí também o motivo de não termos uma curva de juros consistente e determinada por taxas pré-fixadas.<br />
O dinheiro sobra no caixa dos bancos porque eles têm o conforto de uma taxa de juros absurdamente alta no curto prazo, por mais que a taxa básica tenha recuado para o menor nível da historia, ela continua extremamente fora de propósito. Não se pode remunerar e incentivar o desinvestimento e a especulação de curto prazo.</p>
<p>Para que este cenário mude e o Brasil passe a ter uma política econômica de fato é preciso antes de tudo ter a vontade política que mexa com os interesses daqueles que detêm o monopólio do dinheiro na aplicação e nos financiamentos.</p>
<p>Caso tenhamos um arcabouço de medidas que propiciassem uma atuação mais efetiva do Banco Central, essa sobra de dinheiro nos mercados se resolveria em apenas Sete Minutos.<br />
Dois minutos para o famoso Aviso (1) do Banco Central anunciando que não atuaria mais tomando recursos no curto prazo, que só venderia títulos públicos para enxugar a liquidez e cinco minutos para realizar a primeira operação.<br />
Quem quisesse ficar no curto prazo seria penalizado com uma flutuação nas taxas. Caso queira de fato investir que compre títulos mais longos.</p>
<p>(1)    A história do Aviso em Dois &#8211; <a href="http://www.avisoemdois.com.br/o-aviso-em-dois/">http://www.avisoemdois.com.br/o-aviso-em-dois/</a></p>
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		<title>De olho no spread</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/destaque/de-olho-no-spread-5/</link>
		<comments>http://avisoemdois.com.br/destaque/de-olho-no-spread-5/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 09:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[cadastro positivo]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[spread bancário]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de empréstimos]]></category>

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		<description><![CDATA[O otimismo em relação à rápida recuperação das principais economias de alguns países e em especial a economia brasileira, somado ao alerta na Ata do Copom de 30/07/2009, fez com que o mercado financeiro retomasse as projeções anteriores de aumentos na taxa básica de juros já no ano de 2010. Texto publicado em 04/08/2009]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">De olho no spread</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">O otimismo em relação à rápida recuperação das principais economias de alguns países e em especial a economia brasileira, somado ao alerta na Ata do Copom de 30/07/2009, fez com que o mercado financeiro retomasse as projeções anteriores de aumentos na taxa básica de juros já no ano de 2010.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Se o chamado spread bancário já não vinha sendo reduzido, essa nova expectativa fará com que ele, não só pare de cair, como volte a aumentar.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">O movimento na taxa de empréstimos é definido à medida que a taxa básica de juros se altera. Esta alteração é evidentemente em outra magnitude, quando a taxa básica recua os agentes costumam ser mais conservadores na diminuição das taxas de empréstimos, no movimento de subida da taxa básica a tendência é que o incremento nas taxas de empréstimos seja muito maior proporcionalmente.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Essa nova expectativa jogará por terra os esforços para uma redução nos spreads e provocará maior inadimplência, pois com cenário propício ao aumento da demanda por crédito combinado com um aumento nas taxas de empréstimos em prazos mais longos só criará maior dificuldades de pagamento das dívidas no futuro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">As expectativas de aumentos futuros na taxa básica sepulta não só os esforços do governo para redução do spread, como também tendem a jogar para o esquecimento, mais uma vez, o cadastro positivo e outros argumentos para redução.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Basta observamos abaixo a Estrutura a Termo das Taxas de juros Prefixadas divulgadas ontem pela Andima, para projetarmos o que vem por aí.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">O assunto spread bancário tende a sair da mídia logo após a divulgação da taxa pelo Copom, seguida das taxas de empréstimos do setor bancário. Voltando a baila somente nas próximas decisões do Copom.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Mas nós continuamos atentos e DE OLHO NO SPREAD.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Saudações</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">A2</div>
<p>O otimismo em relação à rápida recuperação das principais economias de alguns países e em especial a economia brasileira, somado ao alerta na Ata do Copom de 30/07/2009, fez com que o mercado financeiro retomasse as projeções anteriores de aumentos na taxa básica de juros já no ano de 2010.</p>
<p>Se o chamado spread bancário já não vinha sendo reduzido, essa nova expectativa fará com que ele, não só pare de cair, como volte a aumentar.</p>
<p>O movimento na taxa de empréstimos é definido à medida que a taxa básica de juros se altera. Esta alteração é evidentemente em outra magnitude, quando a taxa básica recua os agentes costumam ser mais conservadores na diminuição das taxas de empréstimos, no movimento de subida da taxa básica a tendência é que o incremento nas taxas de empréstimos seja muito maior proporcionalmente.</p>
<p>Essa nova expectativa jogará por terra os esforços para uma redução nos spreads e provocará maior inadimplência, pois com cenário propício ao aumento da demanda por crédito combinado com um aumento nas taxas de empréstimos em prazos mais longos só criará maior dificuldades de pagamento das dívidas no futuro.</p>
<p>As expectativas de aumentos futuros na taxa básica sepulta não só os esforços do governo para redução do spread, como também tendem a jogar para o esquecimento, mais uma vez, o cadastro positivo e outros argumentos para redução.</p>
<p>Basta observamos abaixo a Estrutura a Termo das Taxas de juros Prefixadas divulgadas ontem pela Andima, para projetarmos o que vem por aí.</p>
<table class="MsoNormalTable" style="background: white; border-collapse: collapse; mso-padding-alt: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr style="mso-yfti-irow: 0; mso-yfti-firstrow: yes;">
<td style="width: 7.2pt; background: silver; mso-border-alt: solid black .75pt; border: black 1pt solid; padding: 1.5pt;" colspan="6" width="10" valign="bottom">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">Estrutura a Termo das Taxas de Juros Prefixadas &#8211; Prazos em dias úteis</span></strong><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;"> </span></p>
</td>
<td style="border-bottom: black 1pt solid; border-left: medium none; width: 7.2pt; background: silver; border-top: black 1pt solid; border-right: black 1pt solid; mso-border-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt;" colspan="2" width="10" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: right;"><strong><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">03/Ago/2009</span></strong><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;"> </span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 1;">
<td style="border: solid black 1.0pt; border-top: none; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">1</span></strong></p>
</td>
<td style="border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid black 1.0pt; border-right: solid black 1.0pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">21</span></strong></p>
</td>
<td style="border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid black 1.0pt; border-right: solid black 1.0pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">42</span></strong></p>
</td>
<td style="border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid black 1.0pt; border-right: solid black 1.0pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">63</span></strong></p>
</td>
<td style="border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid black 1.0pt; border-right: solid black 1.0pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">126</span></strong></p>
</td>
<td style="border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid black 1.0pt; border-right: solid black 1.0pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">252</span></strong></p>
</td>
<td style="border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid black 1.0pt; border-right: solid black 1.0pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">504</span></strong></p>
</td>
<td style="border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid black 1.0pt; border-right: solid black 1.0pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">756</span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 2; mso-yfti-lastrow: yes;">
<td style="border: solid black 1.0pt; border-top: none; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">8,6600</span></p>
</td>
<td style="border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid black 1.0pt; border-right: solid black 1.0pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">8,6841</span></p>
</td>
<td style="border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid black 1.0pt; border-right: solid black 1.0pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">8,7016</span></p>
</td>
<td style="border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid black 1.0pt; border-right: solid black 1.0pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">8,7063</span></p>
</td>
<td style="border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid black 1.0pt; border-right: solid black 1.0pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">8,7639</span></p>
</td>
<td style="border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid black 1.0pt; border-right: solid black 1.0pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">9,2826</span></p>
</td>
<td style="border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid black 1.0pt; border-right: solid black 1.0pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">10,8050</span></p>
</td>
<td style="border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid black 1.0pt; border-right: solid black 1.0pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-border-left-alt: solid black .75pt; mso-border-alt: solid black .75pt; padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">11,5076</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="MsoNormalTable" style="background: white; border-collapse: collapse; mso-padding-alt: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr style="mso-yfti-irow: 0; mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-lastrow: yes;">
<td style="padding: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" valign="bottom">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size: 9.0pt; font-family: Arial; color: black;">OBS: Calculada tendo por base a curva de LTN.</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O assunto spread bancário tende a sair da mídia logo após a divulgação da taxa pelo Copom, seguida das taxas de empréstimos do setor bancário. Voltando a baila somente nas próximas decisões do Copom.</p>
<p>Mas nós continuamos atentos e <strong>DE OLHO NO SPREAD</strong>.</p>
<p>Saudações</p>
<p><strong>A2</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que Banco do Brasil?</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/colunas/por-que-banco-do-brasil/</link>
		<comments>http://avisoemdois.com.br/colunas/por-que-banco-do-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 07:05:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maximo Umiliani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[banco do brasil]]></category>
		<category><![CDATA[banco privado]]></category>
		<category><![CDATA[banco público]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[ousadia]]></category>
		<category><![CDATA[spread bancário]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de administração]]></category>

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		<description><![CDATA[Impulsionados pela política governamental de impedir conseqüências mais graves de crédito ao setor real da economia os bancos públicos tendem a abocanhar cada vez mais essa fatia de clientes que o setor privado está deixando de atender. Em 20/04/2009. Máximo Umiliani nos escreveu sua análise]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu pai costuma me contar uma historia econômica do século XIV que seu pai, meu avó, ouvia de seus ancestrais. Conta que Florença vivia uma grande crise financeira conseqüência da Peste Negra que dizimou dois terços da população da cidade e a falência de seus principais banqueiros, os Bardi e os Peruzzi, que essa crise só foi superada e trouxe depois prosperidade para a região, graças à perspicácia de seus comerciantes que transformaram uma manufatura de lã local em um negócio internacional.</p>
<p>Essa breve historia, mesmo de uma época distante, serve para nos mostrar que em determinados períodos de crises financeiras aqueles que tomam a iniciativa de combater as dificuldades com ousadia e sagacidade, não só a elas sobrevive como em breve tempo sairão mais fortalecidos em seus empreendimentos.</p>
<p>Segundo dados do Banco Central do Brasil enquanto a concessão de crédito vem se reduzindo de uma maneira geral os bancos públicos vem apresentando expansão em contrapartida de uma retração dos bancos privados.</p>
<p>Impulsionados pela política governamental de impedir conseqüências mais graves de crédito ao setor real da economia os bancos públicos tendem a abocanhar cada vez mais essa fatia de clientes que o setor privado está deixando de atender.</p>
<p>É sabido que o cliente se torna mais fiel ao banco quando este o socorre em momentos de dificuldades em que outros não puderam ou se negaram a atender.<br />
Não é por acaso que o Banco do Brasil acaba de anunciar que irá abrir mais 100 agências pelo Brasil em um investimento de R$ 120 milhões.</p>
<p>Agregando o fato do modelo de gestão privado ter custos muito altos de manutenção tecnológica e de remuneração com polpudas comissões, uma queda inevitável de juros nos próximos meses evidenciará ainda mais os spreads bancários altos como também a cobrança despropositada de tarifas e taxas de administração de recursos.<br />
Diante deste cenário, contrariando a maioria das últimas análises divulgadas, o banco público que irá se beneficiar de ganhos de mercado e que possui ações em bolsa de valores é o Banco do Brasil, que a meu ver se torna a melhor opção de investimento no setor.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Maximo Emiliani</strong> é Economista, pós-graduando em Ciências Sociais e trader</p>
<p><em>As opiniões aqui contidas são pessoais e não representam recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Desta forma, os autores estão isentos de quaisquer responsabilidades sobre as decisões de investimentos tomadas por seus leitores. O Aviso em Dois tem como finalidade a troca de idéias, informações e conhecimentos técnicos com os leitores e participantes do mercado financeiro</em>.</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jabuti subiu na árvore</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/educacao-financeira/jabuti-subiu-na-arvore/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2012 09:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações do investidor]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[cdi over]]></category>
		<category><![CDATA[pré-fixadas]]></category>
		<category><![CDATA[queda na taxa selic]]></category>
		<category><![CDATA[risco/retorno]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>
		<category><![CDATA[spread bancário]]></category>

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		<description><![CDATA[Caso essa tendência de queda na taxa Selic permaneça, apesar de o Banco Central não mostrar, incrivelmente, essa disposição no relato da ata do Copom, o spread irá aumentar ainda mais. Quando a taxa de juros básica é elevada os bancos sobem suas taxas de empréstimos em uma velocidade maior, quando ela vai sendo reduzida eles colocam o pé no freio na queda destas taxas. Texto publicado em 29/06/2009]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa básica de juros, Selic, foi enfim reduzida para um patamar abaixo dos dois dígitos, 9,25% ao ano. Este novo cenário irá provocar uma mudança cultural profunda na economia, no spread bancário e nas aplicações e empréstimos feitos por investidores.</p>
<p>Uma semana após o anúncio feito pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil da redução de 1 ponto percentual na taxa básica de juros, já podemos ter uma noção mais concreta de como ficou o chamado spread.</p>
<p>Como a taxa básica Selic é parâmetro para rendimento das aplicações financeiras e caiu muito mais que a taxa de empréstimos, o spread bancário voltou a subir.</p>
<p>Caso essa tendência de queda na taxa Selic permaneça, apesar de o Banco Central não mostrar, incrivelmente, essa disposição no relato da ata do Copom, o spread irá aumentar ainda mais. Quando a taxa de juros básica é elevada os bancos sobem suas taxas de empréstimos em uma velocidade maior, quando ela vai sendo reduzida eles colocam o pé no freio na queda destas taxas.</p>
<p>Repararam que os empréstimos bancários são feitos sempre a taxa pré-fixada, enquanto a maioria das captações (aplicações do investidor) é feita a taxa pós-fixada (percentual do CDI)?</p>
<p>Quando os bancos emprestam a taxa pré, sabem exatamente o quanto irão receber por cada empréstimo realizado.</p>
<p>Por que os investidores não passam a fazer mais aplicações pré-fixadas, com a certeza de quanto irão resgatar no vencimento das aplicações?</p>
<p>Pensem a respeito.</p>
<p>Em se tratando ainda de aplicações, onde a partir de agora devemos ter mais critérios, tenho visto nos últimos dias uma avalanche de desinformação financeira dita por alguns &#8220;especialistas&#8221;, não só em blogs e sites financeiros, mas principalmente nos grandes e maiores veículos da mídia.</p>
<p>Desinformação em insistirem, por desconhecimento ou má fé, em considerar aplicações em fundos de investimentos e em títulos pós-fixados como os atrelados ao rendimento do CDI-over, como aplicações pré-fixadas.</p>
<p>Bastou a taxa ser reduzida para 9,25% ao ano e a discussão sobre a concorrência da poupança com outras aplicações voltou à tona, que imediatamente despejou um monte de bobagens por aí.</p>
<p>Uma das maiores besteiras ditas é que com taxa de juros mais baixa a emissão de &#8220;títulos pré-fixados&#8221; para captação de recursos junto ao mercado pelas empresas irá aumentar substancialmente.</p>
<p>Quando vamos ler o conteúdo da matéria encontramos análises sobre emissões já feitas e outras que poderão se realizar, todas atreladas a um percentual do CDI.</p>
<p>Já disse aqui neste espaço algumas vezes e vou tornar a repetir: aplicação pré-fixada é aquela em que o rendimento e prazo são definidos no momento inicial da operação. Fundo de investimento pré tem entrada e saída de investidores a todo tempo e por isso é obrigado a marcar as suas cotas diárias pelo valor de sua carteira no mercado. Como os preços dos ativos no mercado flutuam, sua carteira flutua também e com isso deixam de se tornar aplicação pré-fixada.</p>
<p>Título atrelado ao rendimento de um indexador seja o CDI, IGP-M, IPCA e taxa over, são títulos pós-fixados.</p>
<p>Como a redução da taxa de juro veio para ficar definitivamente e a competição entre as aplicações financeiras irá aumentar, o investidor deve prestar especial atenção aos produtos que lhe serão oferecidos.</p>
<p>Podem ter certeza que &#8220;inovações financeiras&#8221; e títulos com risco/retorno baixos irão rechear a carteira de alguns fundos de investimentos para atrair incautos.</p>
<p>Não se esqueçam que a taxa de juros baixa pelo mundo foi um fator preponderante na colocação dos títulos subprimes que acabaram por desencadear a recente crise financeira mundial.</p>
<p>Olhos abertos investidores. Jabuti subiu na árvore!</p>
<p>Como Jabuti não sobe em árvore, se ele está nela é por alguém colocou ele lá.</p>
<p>Coluna mensal, Renda fixa, publicada no portal Infomoney em 24/06/2009</p>
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		<title>Faça o que se deve</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Apr 2012 15:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Meirelles]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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		<description><![CDATA[O reconhecimento internacional da importância do Brasil na superação da crise financeira global mostra que a visão de risco país externa está dissociada da avaliação da maioria dos analistas locais que procuram influenciar a decisão do Copom. Texto publicado em 29/04/2009]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje 29/04, todos os olhares do mercado financeiro estão voltados para mais uma decisão da taxa selic determinada no final da reunião do Copom iniciada ontem. Como é de conhecimento geral a taxa de juros que mais importa para o consumidor e empresas tomadoras de empréstimos são a praticadas nas operações diretas de financiamento e estas são desvinculadas de pequenas alterações na selic e de spread gigantescos.</p>
<p>Sempre que estamos às vésperas de definição dos juros primários aparecem na grande mídia lobistas pinçando argumentos que justifiquem uma taxa de juros desnecessariamente alta.<br />
Inflação em alta demanda muito aquecida, capacidade da indústria em atender um aumento maior do consumo, inadimplência, suposta dificuldade de rolagem da dívida pública e etc. Outro dia uma matéria encomendada citava “fonte” de um membro da área econômica do governo preocupado com um possível cenário de redução exagerada de juros neste momento com a necessidade de subida em 2010 provenientes de uma recuperação forte da economia, isso tudo em meio à crise.</p>
<p>Vou colocar então, argumentos que justificam uma redução maior na taxa real de juros para um patamar mais próximo do padrão internacional:<br />
- expectativas de inflação convergindo para a meta<br />
- forte queda na atividade industrial<br />
- aumento da taxa de desemprego<br />
- taxa de câmbio acomodada em nível abaixo que o das previsões mais pessimistas e com tendência de queda<br />
- permanência de alto spread bancário<br />
- forte ingresso de capital externo mesmo em meio à crise<br />
- necessidade de retomada rápida da liquidez bancária<br />
- mudança positiva na avaliação do risco Brasil por parte da comunidade financeira internacional<br />
É preciso levar em conta que o patamar atual da taxa de juros atual foi carregado de expectativas sombrias de pressupostos que acabaram não se confirmando.<br />
O reconhecimento internacional da importância do Brasil na superação da crise financeira global mostra que a visão de risco país externa está dissociada da avaliação da maioria dos analistas locais que procuram influenciar a decisão do Copom.<br />
Como já comentei aqui no passado, sairemos muito mais fortalecidos desta crise do que se poderia imaginar. A queda da taxa de juros pode não vir neste momento com a velocidade desejada, no entanto, é líquido e certo que ela irá acontecer.<br />
Para quem investe na segurança da renda fixa não existe cenário melhor.<br />
Na renda variável, bolsa de valores deverá ter gratas surpresas também, com o Ibovespa podendo alcançar patamares acima daqueles que foram considerados os máximos.<br />
Ciente das dificuldades de se conduzir a política monetária durante os últimos anos de um novo governo, gostaria de parabenizar o Sr. Henrique Meirelles e sua equipe até este momento e manifestar a confiança de que as condições criadas permitem que as decisões econômicas sejam tomadas de forma mais republicana.<br />
O Banco Central fez o que deveria até o momento a esperança agora é que FAÇA O QUE SE DEVE.</p>
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		<title>De olho no spread #3</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 15:14:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
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		<category><![CDATA[taxa de aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[tesouro direto]]></category>

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		<description><![CDATA[Como o chamado spread bancário envolve a comparação da taxa que pagamos ao tomarmos empréstimos com a taxa que recebemos ao aplicarmos nosso dinheiro, vamos falar um pouco da parte da aplicação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como o chamado spread bancário envolve a comparação da taxa que pagamos ao tomarmos empréstimos com a taxa que recebemos ao aplicarmos nosso dinheiro, vamos falar um pouco da parte da aplicação.</p>
<p>O mês e o semestre se enceram hoje dia 30/06, amanhã e depois serão divulgadas as taxas de rendimentos dos fundos de investimentos, modalidade que concentra a grande maioria das aplicações financeiras realizadas por pessoas físicas, oportunidade para compararmos e avaliarmos melhor os retornos financeiros.</p>
<p>Bolsa de Valores tem rendimento variável, por isso não cabe comparação com outras modalidades de investimentos de rendimentos mais estáveis.<br />
Algumas comparações que o investidor deverá fazer:</p>
<p>1 – Qual o rendimento bruto?</p>
<p>2 – Qual o imposto de renda que vou pagar para o prazo que pretendo investir?</p>
<p>3 – Existe cobrança de taxa de custódia e ou administração?</p>
<p>4 – Segurança. A taxa que vou receber é compatível com o risco da aplicação?</p>
<p>5 – Quanto rende a aplicação em título do TD(tesouro direto), para o prazo que pretendo investir?<br />
Feitas essas avaliações, poderemos chegar a parte mais importante que é a rentabilidade líquida de cada aplicação financeira e a partir daí decidirmos onde é melhor investir.</p>
<p>Em uma observação rápida, poupança e Tesouro Direto devem ser as melhores aplicações para o pequeno investidor. Poupança pela isenção de impostos e taxa de administração, TD por ter taxas compatíveis com as de grandes aplicações de mercado.</p>
<p>Em breve, com números divulgados, colocaremos exemplos concretos de comparações.</p>
<p>Saudações A2</p>
<p>Até lá fiquem com um debate realizado pelo site ABJ notícias, da Universidade Adventista de São Paulo, sobre a economia brasileira:</p>
<p><strong>A economia brasileira passa bem, obrigado</strong></p>
<p>Às vésperas das eleições presidenciais, direita e esquerda disputam uma vaga no Palácio do Planalto, mas de acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a saúde econômica do Brasil dificilmente será alterada pela nova gestão.<br />
O ministro afirmou, em entrevista publicada na revista Veja do dia 24 de junho, que já é consenso entre os governos de outros países que o momento mais crítico da crise financeira já passou, mas que a recessão ainda será sentida em quase todos eles. Porém, existem algumas economias que estão isentas desse tremor, dentre elas a brasileira. Na avaliação do ministro, a economia do País se consolidou e está em constante crescimento.<br />
O economista Waldir Kiel, colunista dos portais Infomoney e Aviso em Dois, aponta que o Brasil sobreviveu à crise financeira mundial por ter acumulado reservas cambiais [dólar] superiores àquilo que era necessário para enfrentar a maior restrição ao crédito que era oferecido pelos bancos do exterior. O acúmulo dessas riquezas ajudou o País a não sentir seus efeitos colaterais.<br />
Alívio<br />
Na avaliação do economista André Perfeito, da Gradual Corretora, esse mérito não deve ser atribuído apenas ao governo Lula. Os índices de crescimento são resultados de ações iniciadas ainda na gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC).<br />
“Foi uma decisão consciente do governo Lula em dar continuidade ao que o FHC começou. O Lula imprimiu algumas medidas com mais ênfase. Os programas de distribuição de renda (como o Bolsa Família) tem alavancado esse crescimento”, aponta o economista. “Estamos em um amadurecimento econômico da sociedade. Os dois [governantes] participaram desse crescimento.”<br />
Valeriano Costa, cientista político da Unicamp, harmoniza seus argumentos com os de Perfeito. De acordo com ele, não é preciso retroceder na história do Brasil para entender que o sucesso da gestão Lula é uma estabilização da transição econômica do governo FHC.<br />
Kiel discorda destas visões. “Dizer que o governo FHC iniciou este ciclo é mais propaganda para as próximas eleições. Ao seguir apenas o modelo neoliberal aplicado em outras partes do mundo, o governo FHC deixou de ter um planejamento próprio para o Brasil. Por isso deu no que deu. Quebramos”, avalia.<br />
Ele acredita que o governo Lula conseguiu, sim, elevar a economia brasileira à medida que passou a incentivar muito o consumo interno através de políticas sociais de distribuição de renda, como o Bolsa Família, e de uma busca de novos mercados para os produtos nacionais. “Isso fez com que um número maior de brasileiros tivesse acesso ao mercado de consumo, ampliando assim a indústria e o emprego. Ao ampliar o mercado externo, os saldos comerciais aumentaram substancialmente”, lembra.<br />
No entanto, Costa também argumenta que programas de distribuição de renda, como o Bolsa Família, tiveram início no governo FHC. “O Fernando Henrique conseguiu criar as condições mínimas de estabilidade e o Lula, se apoiando nisso, as ampliou. Essa dupla de quatro mandatos [duas de FHC e duas de Lula] foi fundamental para essa alavancagem econômica, mas não sabemos até onde isso é permanente”, explica. O cientista político alega que o Brasil não teve ainda um crescimento de longo prazo, mas que está no caminho.<br />
Futuro econômico<br />
Perfeito acentua que essa conquista não deve ser atribuída apenas às gestões presidenciais. “Nosso crescimento econômico é resultado de conquistas da sociedade brasileira que independem do governo. O próximo presidente não tem como alterar essas conquista e o ministro [Guido Mantega] está correto em sua afirmação”, sustenta.<br />
“Quando o ministro Mantega se mostra otimista dizendo que o pior já passou, ele está apenas cumprindo o papel de um ministro de estado. Se mostrar otimista é sempre bom nessas situações, além do fato de o pior para o Brasil já ter realmente passado”, classifica Kiel. Entretanto, o economista concorda com a visão de Mantega e acredita que o crescimento econômico do País vai continuar independente de quem for eleito.<br />
Ele ainda calcula que dificilmente o candidato indicado por Lula perderá a próxima disputa eleitoral. “A popularidade do presidente vem do fato de ter feito políticas sociais que atenderam a grande maioria da população nunca antes assistida”, avalia.<br />
Para Perfeito, o ministro quis apontar que em grande medida a economia brasileira adquiriu um status que não dependerá da administração eleita após 2010 para ser continuada. “O Brasil tem uma tradição democrática estável. Temos abundância de fatores que nos ajudam a manter essa economia. Temos uma frota de recursos naturais, como por exemplo, um diferencial que é o bicombustível”, destaca.<br />
Costa alega que o Brasil não corre ameaças quanto ao crescimento da economia, mesmo com os “corriqueiros” escândalos que estouram no governo, como a atual crise no congresso. “Existem muitos assuntos pontuais, mas isso não altera a decisão do eleitorado. Dificilmente a esquerda ou direta mudariam a trajetória da política econômica e social”, conclui.</p>
<p>Jefferson Paradello<br />
<a href="http://abjnoticias.com/">http://abjnoticias.com/</a></p>
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		<title>De olho no spread #2</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 16:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como a taxa básica selic é parâmetro para rendimento das aplicações financeiras e caiu muito mais que a taxa de empréstimos, o spread bancário voltou a subir.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase uma semana após o anuncio feito pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil da redução de 1% na taxa básica de juros, já podemos ter uma noção mais concreta de como ficou o chamado spread.</p>
<p>Segundo dados levantados pela Anefac ( Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade):<br />
Pessoa Física<br />
A taxa de juros média geral para pessoa física apresentou uma redução de 0,05 ponto percentual no mês (1,31 ponto percentual no ano) correspondente a uma redução de 0,68% no mês (0,98% em doze meses) passando a mesma de 7,33% ao mês (133,70% ao ano) em abril/2009 para 7,28% ao mês (132,39% ao ano) em maio/2009.<br />
Pessoa Jurídica<br />
A taxa de juros média geral para pessoa jurídica apresentou uma redução de 0,06 ponto percentual no mês (1,13 ponto percentual em doze meses) correspondente a uma redução de 1,43% no mês (1,76% em doze meses) passando a mesma de 4,21% ao mês (64,03% ao ano) em abril/2009 para 4,15% ao mês (62,90% ao ano) em maio/2009</p>
<p>Como podemos observar, enquanto a redução na taxa básica, selic, foi na grandeza de 9,32% (9,25/10,25 &#8211; 1) a redução na taxa de empréstimos para pessoa física caiu apenas 0,05 ponto, de 7,33% para 7,28% ao mês ou 0,0069% e para pessoa jurídica (empresas)  de 4,21% para 4,15% ou 0,0143%.</p>
<p>Resumindo essa salada de números: Como a taxa básica selic é parâmetro para rendimento das aplicações financeiras e caiu muito mais que a taxa de empréstimos, o spread bancário voltou a subir.</p>
<p>Caso essa tendência de queda na taxa selic permaneça, apesar de o Banco Central não mostrar, incrivelmente, essa disposição no relato da ata do Copom, o spread irá aumentar ainda mais, pois quando a taxa de juros é elevada os bancos sobem suas taxas de empréstimos em uma velocidade maior, quando a selic vai sendo reduzida eles colocam o pé no freio na queda destas taxas.</p>
<p>Repararam que os empréstimos bancário são feitos sempre a taxa pré-fixada, enquanto a maioria das captações (aplicações do investidor) é feita a taxa pós-fixada (percentual do CDI)?<br />
Quando os bancos emprestam a taxa pré, sabem exatamente o quanto irão receber por cada empréstimo realizado.<br />
Porque o investidor não passa a fazer mais aplicações pré-fixadas?<br />
Pensem a respeito.</p>
<p>Semana que vem, vamos falar dos cuidados que o investidor deve ter ao realizar aplicações financeiras com este novo patamar de taxas reduzidas.<br />
A competição com a poupança e títulos do governo acaba fazendo com que alguns produtos financeiros tenham maior risco/retorno (maiores riscos em busca de melhores taxas)</p>
<p>Estamos de Olho no Spread</p>
<p> </p>
<p>Saudações<br />
A2</p>
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		<title>De olho no spread</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 06:03:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[CDI]]></category>
		<category><![CDATA[diferença de aplicação para financiamento]]></category>
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		<category><![CDATA[tesouro nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo desta pesquisa/estudo semanal que faremos, será esmiuçar o chamado spread bancário.
O que é este spread bancário?
É a diferença, no mesmo indexador, da taxa que o cidadão recebe quando aplica para taxa que ele paga quando toma empréstimo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os brasileiros têm motivos para comemorar, depois de muita batalha o novo patamar da taxa básica de juros, selic, está abaixo dos dois dígitos, 9,25% ao ano.<br />
Comemorar com moderação e ficar vigilante, pois ainda estamos entre as taxas nominais mais altas do mundo.<br />
Veja o quadro abaixo:<br />
Países com o juro nominal mais alto, ao ano<br />
1 &#8211; Venezuela &gt; 21,40%<br />
2 &#8211; Rússia &gt; 11,50%<br />
3 &#8211; Argentina &gt; 10,50%<br />
4 &#8211; Hungria &gt; 9,50%<br />
5 &#8211; Turquia &gt; 9,30%<br />
6 &#8211; Brasil &gt; 9,25%<br />
7 &#8211; África do Sul &gt; 7,50%<br />
8 &#8211; Indonésia &gt; 7,00%<br />
9 &#8211; China &gt; 5,30%</p>
<p>Foi preciso aumentar muito o superávit fiscal, uma nova lei de concordata, o cadastro limpo, reserva de mais de US$ 120 bilhões, uma crise financeira que varreu o mundo e o PIB brasileiro ficar negativo por dois trimestres consecutivos, recessão técnica, para chegarmos a 9,25% ao ano.</p>
<p>Se a taxa de juros é exageradamente alta, o spread então?<br />
É vergonhoso!</p>
<p>O objetivo desta pesquisa/estudo semanal que faremos,  será esmiuçar  o chamado spread bancário.<br />
O que é este spread bancário?<br />
É a diferença, no mesmo indexador, da taxa que o cidadão recebe quando aplica para taxa que ele paga quando toma empréstimo.<br />
Os bancos emprestam na grande maioria das vezes em taxas pré-fixadas e remuneram em percentual do CDI quase sempre. Para saber o verdadeiro spread de taxas é preciso converter para o mesmo indexador as duas operações.<br />
Exemplo: A taxa básica é só uma referência que na verdade serve para o Tesouro Nacional remunerar seus títulos que são os lastros, garantias, das carteiras dos fundos de investimentos.<br />
Suponha que a média bruta de remuneração para aplicações de R$ 100.000,00 seja 100% do CDI que é igual a 9,11% ao ano e a taxa média de empréstimos 5,55% ao mês. Se a taxa que você aplica se mantiver, já que a que você toma não vai mais se alterar, por ser pré-fixada, teremos o seguinte spread = 5,55%, que é igual a 91,20% ao ano, comparada a taxa de 9,11% dá um spread de 82,09% ao ano.</p>
<p>Notaram que spread é a subtração de uma taxa pela outra e não a diferença percentual como muitos calculam.<br />
Exemplo prático no mercado: um operador pergunta ao outro – como opera a LTN vencimento 01/01/2010? O outro responde &#8211; faço 8,90% com 9%, spread de 10 pontos.<br />
Essa é a diferença real que o investidor paga entre a taxa que aplica para a taxa que toma empréstimo.</p>
<p>Iremos aguardar a divulgação das taxas médias dos empréstimos para calcularmos onde foi para o spread bancário e ficarmos atentos, a taxa de aplicação já sabemos a de empréstimos, por enquanto não temos um estudo real. Algumas instituições divulgaram taxas mínimas para algumas modalidades de empréstimos, mínimas não são as praticadas, as praticadas são outras que saberemos em breve. A Anefac tem um ótimo trabalho de divulgação de taxas de juros, que utilizaremos como referência.</p>
<p>Já que vamos tratar de diferença de aplicação para financiamento, é importante acompanhar também a taxa líquida de aplicação, taxa bruta menos os impostos, taxas de administração e tarifas.</p>
<p>Exemplificando mais um pouco para esclarecer o investidor, no estilo da conta da Padaria do Seu José, lá perto da Praça Independência em Santos, apliquei R$ 100 e recebi líquido R$ 110, ganhei 10% em um ano, tomei emprestado R$ 100 e paguei R$ 300, paguei 200% em um ano. Isso é o que vale calcular.</p>
<p>Terça feira que vem voltaremos com mais estudos.</p>
<p>Se você tem algum exemplo prático seu o de alguém próximo a você que queira nos mostrar ou que deseje que se faça o calculo, é só nos enviar.</p>
<p>Vamos ficar de Olho no spread!</p>
<p>Saudações!</p>
]]></content:encoded>
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