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	<title>Aviso em Dois &#187; ouro</title>
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	<description>ALEA JACTA EST</description>
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		<title>O Dinheiro</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 22:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<category><![CDATA[origem e evolução do dinheiro]]></category>
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		<description><![CDATA[A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução.
No início não havia moeda. Praticava-se o escambo, simples troca de mercadoria por mercadoria, sem equivalência de valor. Atualmente, quase todos os países utilizam o sistema monetário de base centesimal, no qual a moeda divisionária da unidade representa um centésimo de seu valor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Origem e Evolução do Dinheiro</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Escambo</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">No início não havia moeda. Praticava-se o escambo, simples troca de mercadoria por mercadoria, sem equivalência de valor.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Assim, quem pescasse mais peixe do que o necessário para si e seu grupo trocava este excesso com o de outra pessoa que, por exemplo, tivesse plantado e colhido mais milho do que fosse precisar. Esta elementar forma de comércio foi dominante no início da civilização, podendo ser encontrada, ainda hoje, entre povos de economia primitiva, em regiões onde, pelo difícil acesso, há escassez de meio circulante, e até em situações especiais, em que as pessoas envolvidas efetuam permuta de objetos sem a preocupação de sua equivalência de valor. Este é o caso, por exemplo, da criança que troca com o colega um brinquedo caro por outro de menor valor, que deseja muito.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- As mercadorias utilizadas para escambo geralmente se apresentam em estado natural, variando conforme as condições de meio ambiente e as atividades desenvolvidas pelo grupo, correspondendo a necessidades fundamentais de seus membros. Nesta forma de troca, no entanto, ocorrem dificuldades, por não haver uma medida comum de valor entre os elementos a serem permutados.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Moeda-Mercadoria</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Algumas mercadorias, pela sua utilidade, passaram a ser mais procuradas do que outras.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Aceitas por todos, assumiram a função de moeda, circulando como elemento trocado por outros produtos e servindo para avaliar-lhes o valor. Eram as moedas–mercadorias.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- O gado, principalmente o bovino, foi dos mais utilizados; apresentava vantagens de locomoção própria, reprodução e prestação de serviços, embora ocorresse o risco de doenças e da morte.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- O sal foi outra moeda–mercadoria; de difícil obtenção, principalmente no interior dos continentes, era muito utilizado na conservação de alimentos. Ambas deixaram marca de sua função como instrumento de troca em nosso vocabulário, pois, até hoje, empregamos palavras como pecúnia (dinheiro) e pecúlio (dinheiro acumulado) derivadas da palavra latina pecus (gado). A palavracapital (patrimônio) vem do latim capita (cabeça). Da mesma forma, a palavra salário (remuneração, normalmente em dinheiro, devida pelo empregador em face do serviço do empregado) tem como origem a utilização do sal, em Roma, para o pagamento de serviços prestados.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">No Brasil, entre outras, circularam o cauri – trazido pelo escravo africano –, o pau-brasil, o açúcar, o cacau, o tabaco e o pano, trocado no Maranhão, no século XVII, devido à quase inexistência de numerário, sendo comercializado sob a forma de novelos, meadas e tecidos.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Com o passar do tempo, as mercadorias se tornaram inconvenientes às transações comerciais, devido à oscilação de seu valor, pelo fato de não serem fracionáveis e por serem facilmente perecíveis, não permitindo o acúmulo de riquezas.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Metal</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Quando o homem descobriu o metal, logo passou a utilizá-lo para fabricar seus utensílios e armas anteriormente feitos de pedra.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Por apresentar vantagens como a possibilidade de entesouramento, divisibilidade, raridade, facilidade de transporte e beleza, o metal se elegeu como principal padrão de valor. Era trocado sob as formas mais diversas. A princípio, em seu estado natural, depois sob a forma de barras e, ainda, sob a forma de objetos, como anéis, braceletes etc.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O metal comercializado dessa forma exigia aferição de peso e avaliação de seu grau de pureza a cada troca. Mais tarde, ganhou forma definida e peso determinado, recebendo marca indicativa de valor, que também apontava o responsável pela sua emissão. Essa medida agilizou as transações, dispensando a pesagem e permitindo a imediata identificação da quantidade de metal oferecida para troca.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Moeda em Formato de Objetos</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Os utensílios de metal passaram a ser mercadorias muito apreciadas.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Como sua produção exigia, além do domínio das técnicas de fundição, o conhecimento dos locais onde o metal poderia ser encontrado, essa tarefa, naturalmente, não estava ao alcance de todos.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A valorização, cada vez maior, destes instrumentos levou à sua utilização como moeda e ao aparecimento de réplicas de objetos metálicos, em pequenas dimensões, que circulavam como dinheiro.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">É o caso das moedas faca e chaveque eram encontradas no Oriente e dotalento, moeda de cobre ou bronze, com o formato de pele de animal, que circulou na Grécia e em Chipre.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Moedas Antigas</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Surgem, então, no século VII a.C., as primeiras moedas com características das atuais: são pequenas peças de metal com peso e valor definidos e com a impressão do cunho oficial, isto é, a marca de quem as emitiu e garante o seu valor.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">São cunhadas na Grécia moedas de prata e, na Lídia, são utilizados pequenos lingotes ovais de uma liga de ouro e prata chamada eletro.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">As moedas refletem a mentalidade de um povo e de sua época. Nelas podem ser observados aspectos políticos, econômicos, tecnológicos e culturais. É pelas impressões encontradas nas moedas que conhecemos, hoje, a efígie de personalidades que viveram há muitos séculos. Provavelmente, a primeira figura histórica a ter sua efígie registrada numa moeda foi Alexandre, o Grande, da Macedônia, por volta do ano 330 a.C.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A princípio, as peças eram fabricadas por processos manuais muito rudimentares e tinham seus bordos irregulares, não sendo, como hoje, peças absolutamente iguais umas às outras.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Ouro, Prata e Cobre</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Os primeiros metais utilizados na cunhagem de moedas foram o ouro e a prata. O emprego destes metais se impôs, não só pela sua raridade, beleza, imunidade à corrosão e valor econômico, mas também por antigos costumes religiosos. Nos primórdios da civilização, os sacerdotes da Babilônia, estudiosos de astronomia, ensinavam ao povo a existência de estreita ligação entre o ouro e o Sol, a prata e a Lua. Isto levou à crença no poder mágico destes metais e no dos objetos com eles confeccionados.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A cunhagem de moedas em ouro e prata se manteve durante muitos séculos, sendo as peças garantidas por seu valor intrínseco, isto é, pelo valor comercial do metal utilizado na sua confecção. Assim, uma moeda na qual haviam sido utilizados vinte gramas de ouro, era trocada por mercadorias neste mesmo valor.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Durante muitos séculos os países cunharam em ouro suas moedas de maior valor, reservando a prata e o cobre para os valores menores. Estes sistemas se mantiveram até o final do século passado, quando o cuproníquel e, posteriormente, outras ligas metálicas passaram a ser muito empregados, passando a moeda a circular pelo seu valor extrínseco, isto é, pelo valor gravado em sua face, que independe do metal nela contido.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Com o advento do papel-moeda a cunhagem de moedas metálicas ficou restrita a valores inferiores, necessários para troco. Dentro desta nova função, a durabilidade passou a ser a qualidade mais necessária à moeda. Surgem, em grande diversidade, as ligas modernas, produzidas para suportar a alta rotatividade do numerário de troco.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Moeda de Papel</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Na Idade Média, surgiu o costume de se guardarem os valores com um ourives, pessoa que negociava objetos de ouro e prata. Este, como garantia, entregava um recibo. Com o tempo, esses recibos passaram a ser utilizados para efetuar pagamentos, circulando de mão em mão e dando origem à moeda de papel.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">No Brasil, os primeiros bilhetes de banco, precursores das cédulas atuais, foram lançados pelo Banco do Brasil, em 1810. Tinham seu valor preenchido à mão, tal como, hoje, fazemos com os cheques.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><span style="white-space: pre;"> </span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Com o tempo, da mesma forma ocorrida com as moedas, os governos passaram a conduzir a emissão de cédulas, controlando as falsificações e garantindo o poder de pagamento.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Atualmente quase todos os países possuem seus bancos centrais, encarregados das emissões de cédulas e moedas.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A moeda de papel evoluiu quanto à técnica utilizada na sua impressão. Hoje a confecção de cédulas utiliza papel especialmente preparado e diversos processos de impressão que se complementam, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Formatos Diversos</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O dinheiro variou muito, em seu aspecto físico, ao longo dos séculos.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">As moedas já se apresentaram em tamanhos ínfimos, como o stater, que circulou em Aradus, Fenícia, atingindo também grandes dimensões como as do dáler, peça de cobre na Suécia, no século XVII.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Embora, hoje, a forma circular seja adotada em quase todo o mundo, já existiram moedas ovais, quadradas, poligonais etc. Foram, também, cunhadas em materiais não metálicos diversos, como madeira, couro e até porcelana. Moedas de porcelana circularam, neste século, na Alemanha, quando, por causa da guerra, este país enfrentava grave crise econômica.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">As cédulas, geralmente, se apresentam no formato retangular e no sentido horizontal, observando-se, no entanto, grande variedade de tamanhos. Existem, ainda, cédulas quadradas e até as que têm suas inscrições no sentido vertical.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">As cédulas retratam a cultura do país emissor e nelas podem-se observar motivos característicos muito interessantes como paisagens, tipos humanos, fauna e flora, monumentos de arquitetura antiga e contemporânea, líderes políticos, cenas históricas etc.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">As cédulas apresentam, ainda, inscrições, geralmente na língua oficial do país, embora em muitas delas se encontre, também, as mesmas inscrições em outros idiomas. Essas inscrições, quase sempre em inglês, visam a dar à peça leitura para maior número de pessoas.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Sistema Monetário</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O conjunto de cédulas e moedas utilizadas por um país forma o seu sistema monetário. Este sistema, regulado através de legislação própria, é organizado a partir de um valor que lhe serve de base e que é sua unidade monetária.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Atualmente, quase todos os países utilizam o sistema monetário de base centesimal, no qual a moeda divisionária da unidade representa um centésimo de seu valor.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Normalmente os valores mais altos são expressos em cédulas e os valores menores em moedas. Atualmente a tendência mundial é no sentido de se suprirem as despesas diárias com moedas. As ligas metálicas modernas proporcionam às moedas durabilidade muito superior à das cédulas, tornando-as mais apropriadas à intensa rotatividade do dinheiro de troco.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Os países, através de seus bancos centrais, controlam e garantem as emissões de dinheiro. O conjunto de moedas e cédulas em circulação, chamado meio circulante, é constantemente renovado através de processo de saneamento, que consiste na substituição das cédulas gastas e rasgadas.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Cheque</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Com a supressão da conversibilidade das cédulas e moedas em metal precioso, o dinheiro cada vez mais se desmaterializa, assumindo formas abstratas.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Esse documento, pelo qual se ordena o pagamento de certa quantia ao seu portador ou à pessoa nele citada, visa, primordialmente, à movimentação dos depósitos bancários.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O importante papel que esse meio de pagamento ocupa, hoje, na economia, deve-se às inúmeras vantagens que proporciona, agilizando a movimentação de grandes somas, impedindo o entesouramento do dinheiro em espécie e diminuindo a necessidade de troco, por ser um papel preenchido à mão, com a quantia de que se quer dispor.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O dinheiro, seja em que forma se apresente, não vale por si, mas pelas mercadorias e serviços que pode comprar. É uma espécie de título que dá a seu portador a faculdade de se considerar credor da sociedade e de usufruir, através do poder de compra, de todas as conquistas do homem moderno.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A moeda não foi, pois, genialmente inventada, mas surgiu de uma necessidade e sua evolução reflete, a cada momento, a vontade do homem de adequar seu instrumento monetário à realidade de sua economia.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Dinheiro de Plástico</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Cartões de Crédito</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- O uso de moedas e cédulas está sendo substituído cada vez mais por pequenos cartões de plástico. Instituições financeiras, bancos e um crescente número de lojas oferecem a seus clientes cartões que podem ser usados na compra de grande número de bens e serviços, inclusive em lojas virtuais através da Internet. Os cartões não são dinheiro real: simplesmente registram a intenção de pagamento do consumidor. Cedo ou tarde a despesa terá de ser paga, em espécie ou em cheque. É, portanto, uma forma imediata de crédito.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- O Cartão de crédito surgiu nos Estados Unidos na década de 20. Postos de gasolina, hotéis e firmas começaram a oferecê-los para seus clientes mais fiéis. Eles podiam abastecer o carro ou hospedarem-se num hotel sem usar dinheiro ou cheque.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Em 1950, o Diners Club criou o primeiro cartão de crédito moderno. Era aceito inicialmente em 27 bons restaurantes daquele país e usado por importantes homens de negócios, como uma maneira prática de pagar suas despesas de viagens a trabalho e de lazer. Confeccionado em papel cartão, trazia o nome do associado de um lado e dos estabelecimentos filiados em outro. Somente em 1955 o Diners passou a usar o plástico em sua fabricação.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Em 1958, foi a vez do American Express lançar o seu cartão. Na época, os bancos perceberam que estavam perdendo o controle do mercado para essas instituições, e no mesmo ano o Bank of America introduziu o seu BankAmericard. Em 1977, o BankAmericard passa a denominar-se Visa. Na década de 90, o Visa torna-se o maior cartão com circulação mundial, sendo aceito em 12 milhões de estabelecimentos.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Muitos cartões de plástico não têm poder de compra. Simplesmente ajudam a usar e a obter formas conhecidas de dinheiro. São os cartões de banco que garantem cheques, retiram dinheiro e fazem pagamentos em caixas automáticos.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Outros cartões aliam as funções de compra, movimentação de conta-corrente e garantia de cheques especiais.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- O comércio vem criando os seus próprios cartões. Destinados a atender a uma clientela mais fiel, eles facilitam a compra e eliminam a burocracia na abertura de crédito.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Em diversos países os cartões telefônicos são uma maneira prática de realizar ligações de telefones públicos sem o incômodo de fichas e moedas. A cada chamada a tarifa é descontada do valor facial do cartão.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- O mais recente avanço tecnológico em termos de cartão foi o desenvolvimento do smart card, o cartão inteligente. Perfeito para a realização de pequenas compras, ele vem com um chip que pode ser carregado com uma determinada soma em dinheiro. À medida que o portador vai gastando, seu saldo vai sendo eletronicamente descontado. Quando o saldo acaba, o cartão pode ser carregado com uma nova quantia.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Os cartões se multiplicaram. Hoje eles estão cada vez mais direcionados para os diversos nichos de mercado. São cartões de afinidade, que apoiam campanhas sociais, ecológicas; cartões para atender jovens e universitários; ou cartões de negócios destinados a altos funcionários de empresas.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O CIFRÃO</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Com o correr dos tempos as moedas passaram a ter uma representação gráfica, geralmente constituída de duas partes: a designação abreviada do padrão monetário, que varia em cada país, e o cifrão, símbolo universal do dinheiro e que se origina etimologicamente do árabe cifr. A propósito, conta a mitologia grega que o lendário Heracles (Hércules), para realizar um de seus doze trabalhos, teria necessidade de transpor enorme montanha. Dispondo de pouco tempo para a escalada, resolveu abrir o caminho, rachando a montanha com sua pesadíssima e indestrutível maça e separando-a em duas, ligando, assim, o mar Mediterrâneo ao oceano Atlântico. De um lado, ficou grande rochedo, mais tarde chamado de Gibraltar, e, de outro, o Monte Acho, a leste da ilha de Ceuta. As duas colunas, assim separadas, passaram a denominar-se as &#8220;Colunas de Hércules&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- É conhecido, por outro lado, que, próximo àquela região, os fenícios fundaram, entre os anos 1000 e 800 a.C., um entreposto comercial em Gades (Cádiz), que se desenvolveu rapidamente graças à agricultura do Vale do Guadalquivir e que perdurou por longo tempo. Mais tarde, o declínio dos fenícios, no século VI, possibilitou a expansão grega no Mediterrâneo, sobretudo no litoral leste e, a partir de 535, Cartago passou a dominar o estreito de Gibraltar, sustando o avanço grego.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Nas guerras Púnicas, após a vitória sobre Cartago, os romanos, por sua vez, alcançaram o Vale do Gualdaquivir, dominando Cádiz e solidificando a ocupação hispânica, embora essa ocupação tenha sido feita de forma gradual e somente completada pela vitória de Cipião, o Africano (Publius Cornelius Scípio Aemilianus Numantinus).</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Assim, o Cristianismo surgiu desde cedo na Península Ibérica, em que pese haver a Espanha sido sucessivamente invadida pelos bárbaros, destacando-se os Vândalos, Suevos, Godos, Astrogodos e Visigodos.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Em 660, com a morte de Ali, encerrou-se a primeira dinastia islamita, tendo início a Dinastia dos Omíadas, que perdurou de 660 a 750. No ano 710 da era cristã os visigodos recusaram-se a reconhecer, como sucessor do reino, o filho do Rei Vitiza, destronando-o, o que levou a família real a recorrer, apesar da predominância, na Península, do Cristianismo, ao auxílio militar muçulmano. Os islamitas rumaram, então, em direção ao Ocidente, conquistaram o norte da África, de onde, atravessando o estreito de Gibraltar, partiram para a conquista do Reino Visigodo da Espanha e, mais tarde, de toda a Península Ibérica. Os Visigodos viram-se, então, compelidos a fugir para as montanhas, de onde, reorganizados partiram para expulsar os invasores, numa luta que duraria sete séculos, quando os antigos habitantes da Península Ibérica, no movimento conhecido como Reconquista, derrotaram os dominadores árabes, que se retiraram definitivamente da região, mantendo em seu poder, apenas, a cidade de Granada, que foi retomada pelos espanhóis em 1492.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- A invasão do reino Visigodo, pelos árabes, foi realizada no ano 711 da era cristã, pelo general Djebel-el-Táriq (Táriq-ibn-Ziyád), o Conquistador, em nome dos Califas Omíadas. As incursões muçulmanas levaram ao continente europeu a cultura árabe que, mais tarde, se espalhou pelo mundo, com as conquistas européias, especialmente de portugueses, espanhóis, franceses, ingleses e holandeses.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">- Existem duas versões quanto ao caminho percorrido pelo general árabe. A primeira, em que teria Táriq partido de Tânger, cidade próxima ao Marrocos, e da qual era governador. A Segunda, em que, para alcançar a Europa, teria Tàriq partido da Arábia e passado, sucessivamente, pelo Egito, desertos do Saara e da Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos; cruzando o estreito das Colunas de Hércules e chegado, finalmente, à Espanha. Esse estreito, a partir do século VIII, passou a denominar-se Djebel-el-Táriq e, atualmente, tem o nome de estreito de Gibraltar, palavra que se origina do árabe Djabal. Táriq mandou gravar, em moedas, uma linha sinuosa, em forma de &#8220;S&#8221;, representando o longo e tortuoso caminho percorrido. Cortando essa linha sinuosa mandou colocar, no sentido vertical, duas colunas paralelas, representando as Colunas de Hércules, com o significado de força, poder, perseverança. O símbolo assim gravado nas moedas &#8211;   &#8211; passou a ser reconhecido, em todo o mundo, ao longo do tempo, como cifrão, representação gráfica do dinheiro.</div>
<p><strong>Origem e Evolução do Dinheiro</strong></p>
<p><strong>Escambo</strong></p>
<p>A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução.</p>
<p>No início não havia moeda. Praticava-se o escambo, simples troca de mercadoria por mercadoria, sem equivalência de valor.</p>
<p>Assim, quem pescasse mais peixe do que o necessário para si e seu grupo trocava este excesso com o de outra pessoa que, por exemplo, tivesse plantado e colhido mais milho do que fosse precisar. Esta elementar forma de comércio foi dominante no início da civilização, podendo ser encontrada, ainda hoje, entre povos de economia primitiva, em regiões onde, pelo difícil acesso, há escassez de meio circulante, e até em situações especiais, em que as pessoas envolvidas efetuam permuta de objetos sem a preocupação de sua equivalência de valor. Este é o caso, por exemplo, da criança que troca com o colega um brinquedo caro por outro de menor valor, que deseja muito.</p>
<p>- As mercadorias utilizadas para escambo geralmente se apresentam em estado natural, variando conforme as condições de meio ambiente e as atividades desenvolvidas pelo grupo, correspondendo a necessidades fundamentais de seus membros. Nesta forma de troca, no entanto, ocorrem dificuldades, por não haver uma medida comum de valor entre os elementos a serem permutados.</p>
<p><strong>Moeda-Mercadoria</strong></p>
<p>- Algumas mercadorias, pela sua utilidade, passaram a ser mais procuradas do que outras.</p>
<p>- Aceitas por todos, assumiram a função de moeda, circulando como elemento trocado por outros produtos e servindo para avaliar-lhes o valor. Eram as moedas–mercadorias.</p>
<p>- O gado, principalmente o bovino, foi dos mais utilizados; apresentava vantagens de locomoção própria, reprodução e prestação de serviços, embora ocorresse o risco de doenças e da morte.</p>
<p>- O sal foi outra moeda–mercadoria; de difícil obtenção, principalmente no interior dos continentes, era muito utilizado na conservação de alimentos. Ambas deixaram marca de sua função como instrumento de troca em nosso vocabulário, pois, até hoje, empregamos palavras como pecúnia (dinheiro) e pecúlio (dinheiro acumulado) derivadas da palavra latina pecus (gado). A palavracapital (patrimônio) vem do latim capita (cabeça). Da mesma forma, a palavra salário (remuneração, normalmente em dinheiro, devida pelo empregador em face do serviço do empregado) tem como origem a utilização do sal, em Roma, para o pagamento de serviços prestados.</p>
<p>No Brasil, entre outras, circularam o cauri – trazido pelo escravo africano –, o pau-brasil, o açúcar, o cacau, o tabaco e o pano, trocado no Maranhão, no século XVII, devido à quase inexistência de numerário, sendo comercializado sob a forma de novelos, meadas e tecidos.</p>
<p>Com o passar do tempo, as mercadorias se tornaram inconvenientes às transações comerciais, devido à oscilação de seu valor, pelo fato de não serem fracionáveis e por serem facilmente perecíveis, não permitindo o acúmulo de riquezas.</p>
<p><strong>Metal</strong></p>
<p>Quando o homem descobriu o metal, logo passou a utilizá-lo para fabricar seus utensílios e armas anteriormente feitos de pedra.</p>
<p>Por apresentar vantagens como a possibilidade de entesouramento, divisibilidade, raridade, facilidade de transporte e beleza, o metal se elegeu como principal padrão de valor. Era trocado sob as formas mais diversas. A princípio, em seu estado natural, depois sob a forma de barras e, ainda, sob a forma de objetos, como anéis, braceletes etc.</p>
<p>O metal comercializado dessa forma exigia aferição de peso e avaliação de seu grau de pureza a cada troca. Mais tarde, ganhou forma definida e peso determinado, recebendo marca indicativa de valor, que também apontava o responsável pela sua emissão. Essa medida agilizou as transações, dispensando a pesagem e permitindo a imediata identificação da quantidade de metal oferecida para troca.</p>
<p><strong>Moeda em Formato de Objetos</strong></p>
<p>Os utensílios de metal passaram a ser mercadorias muito apreciadas.</p>
<p>Como sua produção exigia, além do domínio das técnicas de fundição, o conhecimento dos locais onde o metal poderia ser encontrado, essa tarefa, naturalmente, não estava ao alcance de todos.</p>
<p>A valorização, cada vez maior, destes instrumentos levou à sua utilização como moeda e ao aparecimento de réplicas de objetos metálicos, em pequenas dimensões, que circulavam como dinheiro.</p>
<p>É o caso das moedas faca e chaveque eram encontradas no Oriente e dotalento, moeda de cobre ou bronze, com o formato de pele de animal, que circulou na Grécia e em Chipre.</p>
<p><strong>Moedas Antigas</strong></p>
<p>Surgem, então, no século VII a.C., as primeiras moedas com características das atuais: são pequenas peças de metal com peso e valor definidos e com a impressão do cunho oficial, isto é, a marca de quem as emitiu e garante o seu valor.</p>
<p>São cunhadas na Grécia moedas de prata e, na Lídia, são utilizados pequenos lingotes ovais de uma liga de ouro e prata chamada eletro.</p>
<p>As moedas refletem a mentalidade de um povo e de sua época. Nelas podem ser observados aspectos políticos, econômicos, tecnológicos e culturais. É pelas impressões encontradas nas moedas que conhecemos, hoje, a efígie de personalidades que viveram há muitos séculos. Provavelmente, a primeira figura histórica a ter sua efígie registrada numa moeda foi Alexandre, o Grande, da Macedônia, por volta do ano 330 a.C.</p>
<p>A princípio, as peças eram fabricadas por processos manuais muito rudimentares e tinham seus bordos irregulares, não sendo, como hoje, peças absolutamente iguais umas às outras.</p>
<p><strong>Ouro, Prata e Cobre</strong></p>
<p>Os primeiros metais utilizados na cunhagem de moedas foram o ouro e a prata. O emprego destes metais se impôs, não só pela sua raridade, beleza, imunidade à corrosão e valor econômico, mas também por antigos costumes religiosos. Nos primórdios da civilização, os sacerdotes da Babilônia, estudiosos de astronomia, ensinavam ao povo a existência de estreita ligação entre o ouro e o Sol, a prata e a Lua. Isto levou à crença no poder mágico destes metais e no dos objetos com eles confeccionados.</p>
<p>A cunhagem de moedas em ouro e prata se manteve durante muitos séculos, sendo as peças garantidas por seu valor intrínseco, isto é, pelo valor comercial do metal utilizado na sua confecção. Assim, uma moeda na qual haviam sido utilizados vinte gramas de ouro, era trocada por mercadorias neste mesmo valor.</p>
<p>Durante muitos séculos os países cunharam em ouro suas moedas de maior valor, reservando a prata e o cobre para os valores menores. Estes sistemas se mantiveram até o final do século passado, quando o cuproníquel e, posteriormente, outras ligas metálicas passaram a ser muito empregados, passando a moeda a circular pelo seu valor extrínseco, isto é, pelo valor gravado em sua face, que independe do metal nela contido.</p>
<p>Com o advento do papel-moeda a cunhagem de moedas metálicas ficou restrita a valores inferiores, necessários para troco. Dentro desta nova função, a durabilidade passou a ser a qualidade mais necessária à moeda. Surgem, em grande diversidade, as ligas modernas, produzidas para suportar a alta rotatividade do numerário de troco.</p>
<p><strong>Moeda de Papel</strong></p>
<p>Na Idade Média, surgiu o costume de se guardarem os valores com um ourives, pessoa que negociava objetos de ouro e prata. Este, como garantia, entregava um recibo. Com o tempo, esses recibos passaram a ser utilizados para efetuar pagamentos, circulando de mão em mão e dando origem à moeda de papel.</p>
<p>No Brasil, os primeiros bilhetes de banco, precursores das cédulas atuais, foram lançados pelo Banco do Brasil, em 1810. Tinham seu valor preenchido à mão, tal como, hoje, fazemos com os cheques.</p>
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<p>Com o tempo, da mesma forma ocorrida com as moedas, os governos passaram a conduzir a emissão de cédulas, controlando as falsificações e garantindo o poder de pagamento.</p>
<p>Atualmente quase todos os países possuem seus bancos centrais, encarregados das emissões de cédulas e moedas.</p>
<p>A moeda de papel evoluiu quanto à técnica utilizada na sua impressão. Hoje a confecção de cédulas utiliza papel especialmente preparado e diversos processos de impressão que se complementam, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.</p>
<p><strong>Formatos Diversos</strong></p>
<p>O dinheiro variou muito, em seu aspecto físico, ao longo dos séculos.</p>
<p>As moedas já se apresentaram em tamanhos ínfimos, como o stater, que circulou em Aradus, Fenícia, atingindo também grandes dimensões como as do dáler, peça de cobre na Suécia, no século XVII.</p>
<p>Embora, hoje, a forma circular seja adotada em quase todo o mundo, já existiram moedas ovais, quadradas, poligonais etc. Foram, também, cunhadas em materiais não metálicos diversos, como madeira, couro e até porcelana. Moedas de porcelana circularam, neste século, na Alemanha, quando, por causa da guerra, este país enfrentava grave crise econômica.</p>
<p>As cédulas, geralmente, se apresentam no formato retangular e no sentido horizontal, observando-se, no entanto, grande variedade de tamanhos. Existem, ainda, cédulas quadradas e até as que têm suas inscrições no sentido vertical.</p>
<p>As cédulas retratam a cultura do país emissor e nelas podem-se observar motivos característicos muito interessantes como paisagens, tipos humanos, fauna e flora, monumentos de arquitetura antiga e contemporânea, líderes políticos, cenas históricas etc.</p>
<p>As cédulas apresentam, ainda, inscrições, geralmente na língua oficial do país, embora em muitas delas se encontre, também, as mesmas inscrições em outros idiomas. Essas inscrições, quase sempre em inglês, visam a dar à peça leitura para maior número de pessoas.</p>
<p><strong>Sistema Monetário</strong></p>
<p>O conjunto de cédulas e moedas utilizadas por um país forma o seu sistema monetário. Este sistema, regulado através de legislação própria, é organizado a partir de um valor que lhe serve de base e que é sua unidade monetária.</p>
<p>Atualmente, quase todos os países utilizam o sistema monetário de base centesimal, no qual a moeda divisionária da unidade representa um centésimo de seu valor.</p>
<p>- Normalmente os valores mais altos são expressos em cédulas e os valores menores em moedas. Atualmente a tendência mundial é no sentido de se suprirem as despesas diárias com moedas. As ligas metálicas modernas proporcionam às moedas durabilidade muito superior à das cédulas, tornando-as mais apropriadas à intensa rotatividade do dinheiro de troco.</p>
<p>- Os países, através de seus bancos centrais, controlam e garantem as emissões de dinheiro. O conjunto de moedas e cédulas em circulação, chamado meio circulante, é constantemente renovado através de processo de saneamento, que consiste na substituição das cédulas gastas e rasgadas.</p>
<p><strong>Cheque</strong></p>
<p>- Com a supressão da conversibilidade das cédulas e moedas em metal precioso, o dinheiro cada vez mais se desmaterializa, assumindo formas abstratas.</p>
<p>Esse documento, pelo qual se ordena o pagamento de certa quantia ao seu portador ou à pessoa nele citada, visa, primordialmente, à movimentação dos depósitos bancários.</p>
<p>O importante papel que esse meio de pagamento ocupa, hoje, na economia, deve-se às inúmeras vantagens que proporciona, agilizando a movimentação de grandes somas, impedindo o entesouramento do dinheiro em espécie e diminuindo a necessidade de troco, por ser um papel preenchido à mão, com a quantia de que se quer dispor.</p>
<p>O dinheiro, seja em que forma se apresente, não vale por si, mas pelas mercadorias e serviços que pode comprar. É uma espécie de título que dá a seu portador a faculdade de se considerar credor da sociedade e de usufruir, através do poder de compra, de todas as conquistas do homem moderno.</p>
<p>A moeda não foi, pois, genialmente inventada, mas surgiu de uma necessidade e sua evolução reflete, a cada momento, a vontade do homem de adequar seu instrumento monetário à realidade de sua economia.</p>
<p><strong>Dinheiro de Plástico</strong></p>
<p><strong>Cartões de Crédito</strong></p>
<p>- O uso de moedas e cédulas está sendo substituído cada vez mais por pequenos cartões de plástico. Instituições financeiras, bancos e um crescente número de lojas oferecem a seus clientes cartões que podem ser usados na compra de grande número de bens e serviços, inclusive em lojas virtuais através da Internet. Os cartões não são dinheiro real: simplesmente registram a intenção de pagamento do consumidor. Cedo ou tarde a despesa terá de ser paga, em espécie ou em cheque. É, portanto, uma forma imediata de crédito.</p>
<p>- O Cartão de crédito surgiu nos Estados Unidos na década de 20. Postos de gasolina, hotéis e firmas começaram a oferecê-los para seus clientes mais fiéis. Eles podiam abastecer o carro ou hospedarem-se num hotel sem usar dinheiro ou cheque.</p>
<p>- Em 1950, o Diners Club criou o primeiro cartão de crédito moderno. Era aceito inicialmente em 27 bons restaurantes daquele país e usado por importantes homens de negócios, como uma maneira prática de pagar suas despesas de viagens a trabalho e de lazer. Confeccionado em papel cartão, trazia o nome do associado de um lado e dos estabelecimentos filiados em outro. Somente em 1955 o Diners passou a usar o plástico em sua fabricação.</p>
<p>- Em 1958, foi a vez do American Express lançar o seu cartão. Na época, os bancos perceberam que estavam perdendo o controle do mercado para essas instituições, e no mesmo ano o Bank of America introduziu o seu BankAmericard. Em 1977, o BankAmericard passa a denominar-se Visa. Na década de 90, o Visa torna-se o maior cartão com circulação mundial, sendo aceito em 12 milhões de estabelecimentos.</p>
<p>- Muitos cartões de plástico não têm poder de compra. Simplesmente ajudam a usar e a obter formas conhecidas de dinheiro. São os cartões de banco que garantem cheques, retiram dinheiro e fazem pagamentos em caixas automáticos.</p>
<p>- Outros cartões aliam as funções de compra, movimentação de conta-corrente e garantia de cheques especiais.</p>
<p>- O comércio vem criando os seus próprios cartões. Destinados a atender a uma clientela mais fiel, eles facilitam a compra e eliminam a burocracia na abertura de crédito.</p>
<p>- Em diversos países os cartões telefônicos são uma maneira prática de realizar ligações de telefones públicos sem o incômodo de fichas e moedas. A cada chamada a tarifa é descontada do valor facial do cartão.</p>
<p>- O mais recente avanço tecnológico em termos de cartão foi o desenvolvimento do smart card, o cartão inteligente. Perfeito para a realização de pequenas compras, ele vem com um chip que pode ser carregado com uma determinada soma em dinheiro. À medida que o portador vai gastando, seu saldo vai sendo eletronicamente descontado. Quando o saldo acaba, o cartão pode ser carregado com uma nova quantia.</p>
<p>- Os cartões se multiplicaram. Hoje eles estão cada vez mais direcionados para os diversos nichos de mercado. São cartões de afinidade, que apoiam campanhas sociais, ecológicas; cartões para atender jovens e universitários; ou cartões de negócios destinados a altos funcionários de empresas.</p>
<p><strong>O Dinheiro no Brasil &#8211; do Descobrimento ao Reino Unido<img class="alignnone size-medium wp-image-2073" title="c_r04c09" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/07/c_r04c092-300x208.jpg" alt="c_r04c09" width="300" height="208" /></strong></p>
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<p><strong>As Primeiras Moedas</strong></p>
<p>No início do período colonial, o meio circulante brasileiro foi sendo formado de modo aleatório, com as moedas trazidas pelos colonizadores, invasores e piratas que comercializavam na costa brasileira. Assim, ao lado das moedas portuguesas, circularam também moedas das mais diversas nacionalidades, cuja equivalência era estabelecida em função do seu valor intrínseco (conteúdo metálico).</p>
<p>A partir de 1580, com a formação da União Ibérica, verificou-se uma afluência muito grande de moedas de prata espanholas (reales), provenientes do Peru, graças ao florescente comércio que se desenvolveu através do Rio da Prata. Até o final do século XVII, os reales espanhóis constituíram a parcela mais expressiva do dinheiro em circulação no Brasil.</p>
<p>As moedas portuguesas que aqui circulavam eram as mesmas da Metrópole, oriundas de diversos reinados. Cunhadas em ouro, prata e cobre, essas moedas tinham os seus valores estabelecidos em réis e possuíam às vezes denominações próprias, como Português, Cruzado, São Vicente, Tostão, Vintém. A moeda de 1 real, unidade do sistema monetário, era cunhada em cobre.</p>
<p><strong>Moedas Contramarcadas</strong></p>
<p>A longa guerra mantida contra os espanhóis, após a restauração da independência de Portugal, custou elevadas somas à coroa portuguesa. Para conseguir os recursos necessários, D. João IV (1640-1656) e D. Afonso VI (1656-1667) recorreram a sucessivas alterações no padrão monetário, determinando reduções nos pesos das novas moedas fabricadas e procedendo a aumentos no valor das moedas em circulação. Posteriormente, durante o reinado de D. Pedro II &#8211; Rei de Portugal (1667-1706), também foram efetuados aumentos nos valores correntes das moedas.</p>
<p>Em algumas ocasiões esses aumentos foram praticados sem que fossem efetuadas alterações nas moedas; em outras, foram concretizados mediante a aposição de contramarcas (carimbos). Dessa forma, foram contramarcadas diversas moedas portuguesas de ouro e prata e reales espanhóis de prata, em circulação no reino e nas províncias.</p>
<p>Para a aplicação desses carimbos foram instaladas, nas principais capitanias do Brasil, oficinas monetárias temporárias, que funcionavam apenas durante os processos de carimbagem.</p>
<p><strong>Marcas para Evitar o Cerceio</strong></p>
<p>A adulteração das moedas de ouro e prata, pela prática ilegal de raspagem dos bordos para retirada do metal (cerceio), assumira proporções calamitosas em Portugal e nos seus domínios, levando D. Pedro II (1667-1706) a adotar várias medidas para impedir a sua continuidade. Dentre essas medidas encontram-se a colocação de cordão (espécie de serrilha em forma de cordão) e de marca (esfera armilar coroada, aplicada junto à orla) e a cunhagem de novas orlas nas moedas de cunhos antigos.</p>
<p><strong>Moedas-Mercadorias</strong></p>
<p>Nos dois primeiros séculos após o descobrimento, face à inexistência de uma política monetária especial para a Colônia, a quantidade de moedas em circulação era insuficiente para atender às necessidades locais. Por esse motivo, diversas mercadorias foram utilizadas como dinheiro, inclusive pelo próprio governo, sendo comuns os pagamentos realizados em açúcar, algodão, fumo, ferro, cacau e cravo, entre outros.</p>
<p>Em algumas ocasiões, o uso de mercadorias como moeda obedeceu a determinações legais. Em 1614, por exemplo, o Governador do Rio de Janeiro estabeleceu que o açúcar corresse como moeda legal, ordenando que os comerciantes o aceitassem obrigatoriamente como pagamento. No Maranhão, que constituía um estado politicamente separado do Brasil e onde a principal moeda corrente era o algodão, foi legalmente estabelecida, em 1712, a circulação do açúcar, cacau, cravo e tabaco como moeda.</p>
<p>Os escravos africanos chegados ao Brasil utilizaram em suas trocas o zimbo, concha de um molusco encontrada nas praias brasileiras e que circulava como dinheiro no Congo e em Angola.</p>
<p><strong>As Moedas Holandesas</strong></p>
<p>Cercados pelos portugueses no litoral de Pernambuco e não dispondo de dinheiro para pagar seus soldados e fornecedores, os holandeses realizaram a primeira cunhagem de moedas em território brasileiro. Conhecidas como &#8220;moedas obsidionais&#8221; ou &#8220;moedas de cerco&#8221;, estas foram também as primeiras moedas a trazerem o nome do Brasil. Face à inexistência de ferramentas e materiais adequados, bem como à urgência do trabalho, as moedas foram feitas de forma bastante rudimentar.</p>
<p>Em 1645 e 1646 foram cunhadas moedas de ouro de III, VI e XII florins e em 1654, pouco antes da partida, moedas de prata, nos valores de XII, X, XX, XXX e XXXX soldos, havendo, entretanto, polêmica quanto à autenticidade dos quatro últimos valores. A inscrição G.W.C. corresponde às iniciais de &#8220;Companhia das Índias Ocidentais&#8221;, em holandês.</p>
<p><strong>As Primeiras Casas da Moeda</strong></p>
<p>Nas duas últimas décadas do século XVII agravou-se a situação de falta de moeda no Brasil, comprometendo o funcionamento da economia e provocando drástica redução nas rendas da Coroa. Inúmeras representações, pedindo solução para o problema, foram encaminhadas ao rei pelos governadores gerais e das capitanias, representantes das câmaras e membros da igreja e da nobreza. Em 1694, finalmente, D. Pedro II (1667-1706) resolveu criar uma casa da moeda na Bahia, para a cunhagem de moeda provincial para o Brasil.</p>
<p>Todas as moedas de ouro e prata em circulação na colônia deveriam ser obrigatoriamente enviadas à Casa da Moeda, para serem transformadas em moedas provinciais. Essa medida acarretava problemas às demais capitanias, em função das dificuldades e riscos do transporte. Assim, para atender às necessidades da população, a Casa da Moeda foi transferida em 1699 para o Rio de Janeiro e no ano seguinte para Pernambuco, onde funcionou até 1702. Em 1703, por ordem de D. Pedro II, foi instalada novamente no Rio de Janeiro, não mais com a finalidade de cunhar moedas provinciais, mas para transformar o ouro em moedas para o reino.</p>
<p>Foram cunhadas moedas de ouro, nos valores de 4.000, 2.000 e 1.000 réis, e de prata, nos valores de 640, 320, 160, 80, 40 e 20 réis. O conjunto de moedas de prata é conhecido como série das patacas, em função da denominação &#8220;pataca&#8221;, atribuída ao valor de 320 réis.</p>
<p><strong>Moedas de Cobre Angolanas</strong></p>
<p>Como as casas da moeda não cunharam moedas de cobre, foi autorizada a circulação no Brasil de moedas destinadas a Angola, fabricadas na cidade do Porto, nos valores de 10 e 20 réis. Essas moedas eram necessárias para as transações de pequeno valor.</p>
<p><strong>O Ouro se Transforma em Moeda</strong></p>
<p>Na primeira metade do século XVIII, a elevada produção de ouro possibilitou o funcionamento simultâneo de três casas da moeda e a cunhagem de grande quantidade de peças, cujos valores e beleza testemunham a opulência que caracterizou o período do reinado de D. João V (1706-1750).</p>
<p>Inicialmente foram cunhadas, nas casas da moeda do Rio de Janeiro (1703) e da Bahia (1714), moedas idênticas às do Reino: moeda, meia moeda e quartinho, com valores faciais de 4.000, 2.000 e 1.000 réis . Embora com as mesmas denominações das moedas provinciais, essas peças possuíam maior peso e seu valor de circulação era 20% superior ao valor facial.</p>
<p>O estabelecimento de uma casa da moeda em Minas Gerais foi determinado em 1720, quando da proibição da circulação do ouro em pó dentro da capitania. Além de moedas iguais às cunhadas no Reino, no Rio e na Bahia, a nova casa da moeda deveria fabricar peças com valores nominais de 20.000 e 10.000 réis, as quais circulariam com os valores efetivos de 24.000 e 12.000 réis. Instalada em Vila Rica, a casa da moeda de Minas funcionou no período de 1724 a 1734.</p>
<p>Em 1722 D. João V alterou a forma e o valor das moedas de ouro portuguesas, criando a série dos escudos, com os valores de 12.800 réis (dobra de 8 escudos), 6.400 réis (dobra de 4 escudos), 3.200 réis (dobra de 2 escudos), 1.600 réis (escudo) e 800 réis (1/2 escudo). Cunhadas no Brasil a partir de 1727, essas moedas trazem no anverso a efígie do rei. Dentro dessa série foi introduzida, em 1730, a peça de 400 réis (cruzadinho).</p>
<p><strong>Moedas de Ouro de D. José I e D. Maria I</strong></p>
<p>Nos reinados de D. José I (1750-1777) e de D. Maria I (1777-1805), continuou sendo cunhada a série dos escudos, com exceção da peça de 12.800 réis, cuja cunhagem havia sido suspensa por D. João V, em 1732. Voltaram também a ser fabricadas as moedas provinciais de ouro, nos valores de 4.000, 2.000 e 1.000 réis, que não eram cunhadas desde 1702.</p>
<p>Nos escudos de D. Maria, as efígies representam duas fases distintas de seu reinado. Na primeira ela aparece ao lado do marido, D. Pedro III. Após a morte deste, em 1786, é retratada sozinha, primeiro com um véu de viúva e depois com um toucado ornado com jóias e fitas.</p>
<p><strong>Moedas da Série &#8220;J&#8221;</strong></p>
<p>Em 1750 D. José proibiu a circulação de moedas de ouro nas regiões de mineração, considerando que as transações comerciais naquelas comarcas poderiam ser realizadas com barras de ouro marcadas e ouro em pó. Para atender às necessidades do comércio miúdo na região, mandou que as casas da moeda do Rio de Janeiro e da Bahia cunhassem moedas provinciais de prata e cobre.</p>
<p>Em 1752, entretanto, atendendo à sugestão do governador da capitania de Minas, determinou que fossem cunhadas também moedas de prata com os valores de 600, 300, 150 e 75 réis, tendo em vista que os preços nas regiões das minas eram estabelecidos em termos de oitavas e de seus submúltiplos, valendo a oitava de ouro não quintado 1.200 réis.</p>
<p>Para evitar confusão com as moedas provinciais de prata de 640, 320, 160 e 80 réis, em função da proximidade dos valores, nas novas moedas o escudo com as armas de Portugal foi substituído por um &#8220;J&#8221; com uma coroa em cima.</p>
<p><strong>Moedas de Cobre no Século XVIII</strong></p>
<p>Durante o reinado de D. João V, a Casa da Moeda de Lisboa fabricou moedas de cobre de 10 e 20 réis, especialmente destinadas ao Brasil. Moedas com esses mesmos valores foram cunhadas também pela Casa da Moeda da Bahia, que em 1729 realizou a primeira cunhagem de moedas de cobre no Brasil.</p>
<p>Em 1730 foram enviadas para Minas moedas de cobre cunhadas em Lisboa em 1722, nos valores de 20 e 40 réis, com pesos bastante reduzidos, as quais deveriam circular apenas naquela capitania.</p>
<p>No reinado de D. José I, entraram em circulação moedas provinciais de cobre nos valores de 5, 10, 20 e 40 réis, cunhadas em Lisboa e no Brasil.</p>
<p>Sob o reinado de D. Maria I, não houve cunhagem de cobre no Brasil. Todas as moedas foram fabricadas em Lisboa, mantendo inicialmente os mesmos pesos e valores do período anterior. Em 1799, entretanto, já sob a regência de D. João, as moedas de cobre tiveram seus pesos reduzidos em cerca de 50%.</p>
<p><strong>Bilhetes da Extração &#8211; Primeira Moeda-Papel</strong></p>
<p>A partir de 1772, a extração de diamantes na região do Tejuco do Serro Frio (atual Diamantina) passou a ser feita diretamente pela Coroa Portuguesa, que para isso criou a Real Extração dos Diamantes.</p>
<p>Quando havia insuficiência de recursos para o custeio das despesas, a Administração dos Diamantes emitia bilhetes que eram resgatados quando chegavam os suprimentos em moeda remetidos pela Fazenda Real. No início esses bilhetes tinham grande credibilidade, sendo aceitos em todas as transações comerciais da região.</p>
<p><strong>Moedas para o Maranhão e Grão-Pará</strong></p>
<p>Em 1748 D. João V determinou a cunhagem de moedas provinciais de ouro, prata e cobre para o Estado do Maranhão e Grão-Pará, no total de 80 contos de réis. Cunhadas em 1749, pela Casa da Moeda de Lisboa, essas moedas tinham as mesmas denominações e pesos das moedas provinciais brasileiras.</p>
<p>Segundo depoimentos da época, a introdução dessa moeda provocou grande confusão no Estado, uma vez que os preços dos salários e de todos os produtos estavam fixados em termos de algodão e especiarias</p>
<p><strong>Barras de Ouro e Certificados</strong></p>
<p>Com o objetivo de garantir a cobrança do imposto do quinto, foram estabelecidas casas de fundição nas principais regiões auríferas do país, para as quais deveria ser levado todo o ouro extraído.</p>
<p>Depois de deduzida a quinta parte, o ouro era fundido e transformado em barras, nas quais eram registrados o ano, a marca oficial da casa de fundição, o número de ordem, o título e o peso do ouro. Assim legalizado, o ouro era devolvido a seu proprietário, acompanhado de um certificado.</p>
<p>Essas barras tiveram ampla circulação no Brasil, desempenhando a função de moeda, particularmente nas capitanias do interior.</p>
<p><strong>A Moeda de 960 Réis</strong></p>
<p>O declínio da produção de ouro no Brasil levou D. João a proibir, em 1808, a circulação do ouro em pó, com o objetivo de impedir seu desvio, que acarretava grandes prejuízos à Coroa. Todo o ouro em pó deveria ser levado às casas de fundição; as parcelas de peso equivalente ou superior a 1 onça (28,6875 g) seriam fundidas em barras e as de peso inferior, resgatadas em moedas.</p>
<p>Para suprir o meio circulante das regiões de mineração, foi autorizada a circulação de moedas de ouro, que estava proibida desde 1750, e a nacionalização de moedas hispano-americanas de prata.</p>
<p>Os pesos espanhóis (8 reales), que valiam entre 750 e 800 réis, receberam carimbo de 960 réis, inicialmente na capitania de Minas Gerais (1808) e mais tarde na do Mato Grosso (1818).</p>
<p>Em 1809 foi criada a moeda provincial de 960 réis, cuja cunhagem teve início em 1810.</p>
<p><strong>Carimbos de Escudete</strong></p>
<p>Para uniformizar o meio circulante brasileiro, onde moedas do mesmo metal e do mesmo peso tinham valores diferentes, D. João determinou, em 1809, a aposição de carimbo em forma de escudete nas moedas da série &#8220;J&#8221;, para equipará-las às da série das &#8220;patacas&#8221;, e nas moedas de cobre cunhadas antes de 1799, para duplicar seus valores.</p>
<p><strong>D. João, Príncipe Regente e Rei</strong></p>
<p>Embora D. João tenha assumido a regência em 1799, durante alguns anos as moedas continuaram sendo cunhadas com o nome de D. Maria I. As primeiras moedas de ouro cunhadas com a legenda &#8220;João Príncipe Regente&#8221; foram produzidas em 1805, antes de sua chegada ao Brasil.</p>
<p>A elevação do Brasil à condição de Reino Unido foi registrada nas peças em ouro, prata em cobre cunhadas em 1816, com a legenda &#8220;João, por Graça de Deus, Príncipe Regente de Portugal, Brasil e Algarves&#8221;.</p>
<p>Com a aclamação de D. João como D. João VI, em 1818, as moedas passaram a ter as armas do Reino Unido e a legenda &#8220;João VI, por Graça de Deus, Rei de Portugal, Brasil e Algarves&#8221;.</p>
<p><strong>Troco do Ouro em Pó</strong></p>
<p>Face à inexistência de moedas de pequeno valor que se ajustassem ao troco de pequenas quantidades de ouro em pó, D. João estabeleceu que o mesmo fosse feito também com bilhetes impressos nos valores de 1, 2, 4, 8, 12 e 16 vinténs de ouro, correspondendo cada vintém a 37 e 1/2 réis. Emitidos em grande quantidade, esses bilhetes tiveram ampla circulação na capitania de Minas, integrando o seu meio circulante. Posteriormente, em função do aparecimento de grande número de bilhetes falsificados, sua emissão foi suspensa.</p>
<p>Em 1818 foram cunhadas moedas de cobre nos valores de 75 réis e 37 e 1/2 réis, para a realização do troco do ouro em pó.</p>
<p><strong>Notas do Banco do Brasil</strong></p>
<p>A criação do Banco do Brasil, por meio de Alvará de 12 de outubro de 1808, teve por principal objetivo dotar a Coroa de um instrumento para levantamento dos recursos necessários à manutenção da corte.</p>
<p>De acordo com seus estatutos, o banco deveria emitir bilhetes pagáveis ao portador, com valores a partir de 30 mil réis. As emissões do Banco tiveram início em 1810 e a partir de 1813 foram emitidos bilhetes com valores abaixo do limite mínimo inicialmente estabelecido.</p>
<p>Entre 1813 e 1820, as emissões atingiram 8.566 contos de réis, em grande parte determinadas pelo fornecimento de moeda-papel para fazer face às crescentes despesas da corte e da administração régia, que anualmente excediam a receita arrecadada. A partir de 1817, os bilhetes do Banco começaram a perder a credibilidade, sofrendo grande desvalorização.</p>
<p>Em abril de 1821, antes de regressar a Portugal, o rei e toda a sua corte resgataram todas as notas em seu poder, trocando-as por moedas, metais e jóias depositados no Banco, obrigando a instituição a suspender, a partir de julho, a conversibilidade dos bilhetes.</p>
<p>Fontes:</p>
<p>Banco Central do Brasil – <a href="http://">www.bcb.gov.br</a></p>
<p>&#8220;As Muitas Faces da Moeda&#8221; do Centro Cultural do Banco do Brasil</p>
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		<title>Aviso Gráfico</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 18:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Valim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avisos e Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[_painel Grafico]]></category>
		<category><![CDATA[bovespa]]></category>
		<category><![CDATA[Dow Jones]]></category>
		<category><![CDATA[EEM – Índice dos Mercados Emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[ouro]]></category>
		<category><![CDATA[petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[US Dollar Index]]></category>
		<category><![CDATA[vale]]></category>
		<category><![CDATA[VIX]]></category>

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		<description><![CDATA[A semana apresentou uma boa alta por aqui, seguida por alta nos mercados internacionais. Indecisão por enquanto apenas do Dollar Index e da volatilidade que cedeu muito pouco. A breve semana deve trazer novos movimentos de alta. Petrobrás e Vale devem apresentar bom andamento.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A semana apresentou uma boa alta por aqui, seguida por alta nos mercados internacionais. Indecisão por enquanto apenas do Dollar Index e da volatilidade que cedeu muito pouco. A breve semana deve trazer novos movimentos de alta. Petrobrás e Vale devem apresentar bom andamento.</p>
<p><strong>Bovespa</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/BVSP_S_100202.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4896" title="BVSP_S_100202" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/BVSP_S_100202-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Tendência: Baixa</p>
<p>Projeção: Congestão/Alta</p>
<p>Suporte: 65500; 62500; 60000</p>
<p>Resistência: 66000; 67500; LS do Canal de Baixa; MM15 (D)</p>
<p>Observações: Na imagem semanal houve um forte engolfo de alta e aproximação da MM15, os indicadores ainda possuem largo espaçamento para maiores recuos. Na imagem diária fica clara a arrancada do índice na semana que fechou respeitando a linha superior do canal de baixa e os indicadores estão em zona de repique indicando compra. Mercado apresenta força suficiente para romper o canal de baixa.</p>
<p><strong>EEM – índice dos mercados emergentes</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/EEM_S_100202.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4897" title="EEM_S_100202" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/EEM_S_100202-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Tendência: Baixa</p>
<p>Projeção: Alta</p>
<p>Suporte: 38,30; 37; e MM50</p>
<p>Resistência: MM15 (S)</p>
<p>Observações: Claramente perdeu força de queda nesta semana que se passou, montou repique semelhante ao Ibovespa, mas apresentou menos força que o índice nacional. Pode confirmar fundo nesta breve semana.</p>
<p><strong>Dow Jones</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/INDU_S_100202.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4898" title="INDU_S_100202" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/INDU_S_100202-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Tendência: Congestão (LP); Alta (CP)</p>
<p>Projeção: Alta, provavelmente confirmando um fundo realizado nos últimos 15 dias.</p>
<p>Suporte: 1000; 9950; 9700; e MM15 (D)</p>
<p>Resistência: MM15 (S); 10500</p>
<p>Observações: A abertura do pregão de hoje mostrou muita força no mercado norte-americano e houve rompimento de uma cunha descendente, soma-se a isso um claro sinal de compra e diminuição da força vendedora. Na imagem semanal fica claro que o indicador tem espaço para um recuo prolongado ou congestão.</p>
<p><strong>VIX</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/VIX_S_100202.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4899" title="VIX_S_100202" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/VIX_S_100202-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Tendência: Alta/Congestão</p>
<p>Projeção: Queda</p>
<p>Suporte: MM15</p>
<p>Resistência: MM50</p>
<p>Observações: Oscilou entre as médias de suporte e resistência apresentando queda de volatilidade e fluxo comprador e tem espaço para subir mais um pouco antes de indicar maiores riscos.</p>
<p><strong>US Dollar Index</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/USDI_S_100202.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4900" title="USDI_S_100202" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/USDI_S_100202-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Tendência: Alta</p>
<p>Projeção: Queda/Congestão</p>
<p>Suporte: MM50 e MM20</p>
<p>Resistência: 80,70; 82,50</p>
<p>Observações: Fechou exatamente sobre o mesmo ponto de fechamento da semana passada, deixou uma clara estrela de topo com longa sombra que respeitou a MM50. O indicador deve apresentar queda nesta semana, testar novamente a MM50 e acabar por indicar um provável sinal de topo.</p>
<p><strong>Ouro</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/OURO_S_100202.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4901" title="OURO_S_100202" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/OURO_S_100202-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Tendência: Baixa</p>
<p>Projeção: Estável/Alta</p>
<p>Suporte: LTB inferior do canal de baixa e MM50</p>
<p>Resistência: LTB superior do canal de baixa e MM20</p>
<p>Observações: Apresentou repique sobre o suporte indicado, segue a trajetória de baixa, mas deixa indícios que pode haver reversão deste breve movimento. Aumento do fluxo de venda ocorre de forma clara, indicadores com espaço para queda, mas já apresentam sinais de exaustão.</p>
<p><strong>Petróleo</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/WTIC_S_100202.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4902" title="WTIC_S_100202" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/WTIC_S_100202-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Tendência: Baixa</p>
<p>Projeção: Estável, com possibilidade de repique</p>
<p>Suporte: 70; 68,20</p>
<p>Resistência: MM15; MM25; e linha inferior do Canal de Alta</p>
<p>Observações: Realizou um breve repique após deixar um fraco sinal de fundo, o indicador mantém-se de forma inalterada ao rompimento do canal de alta. A commodity pode romper importantes resistências e voltar a ganhar força.</p>
<p><strong>Petrobrás</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/PETR4_D_100202.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4903" title="PETR4_D_100202" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/PETR4_D_100202-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Tendência: Baixa</p>
<p>Projeção: Estável-Alta, possível formação de fundo</p>
<p>Suporte: MM15; 32,70</p>
<p>Resistência: 34,30; 35,40 e MM50</p>
<p>Observação: Papel apresenta todas as características de fundo, sinais em harmonia com o movimento realizado, papel deverá testar e romper a casa dos R$34,30 demonstrando definitivamente que chegou a um fundo e entrará em tendência de alta. O exagero das quedas deve apresentar ótimo pullback.</p>
<p><strong>Vale</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/VALE5_D_100202.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4904" title="VALE5_D_100202" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/VALE5_D_100202-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Tendência: Baixa</p>
<p>Projeção: Congestão/Alta</p>
<p>Suporte: 39,85; 37,45</p>
<p>Resistência: 43,18; MM50</p>
<p>Observações: Assim como Petrobrás a Vale apresentou um forte repique e encontra-se diante de uma zona de resistência bem complexa, formada pelo canal de baixa, Fibonacci e MM50, caso este ponto seja rompido o papel apresentará novos movimentos de alta. A diferença é que os indicadores do papel recuaram bem menos que os de Petrobrás, havendo espaço para maiores quedas. Interessante observar que se o papel apontar alta indicará forte fluxo comprador.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Rafael Valim Pereira</strong> é geógrafo e trader.</p>
<p>(D) – Referente a projeções diárias</p>
<p>(S) – Referente a projeções semanais.</p>
<p>(CP/MP/LP) – Referente às projeções de Curto, Médio ou Longo Prazo.</p>
<p>Participe do Aviso Gráfico com comentários ou solicite a análise de um papel de seu interesse.</p>
<p>Os termos contidos neste texto podem ser devidamente compreendidos utilizando o glossário do site.</p>
<p>As rentabilidades aqui demonstradas com base em análises passadas e históricas, não devem ser interpretadas como segurança de retornos futuros.</p>
<p>As opiniões aqui contidas são pessoais e não representam recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Desta forma, os autores estão isentos de quaisquer responsabilidades sobre as decisões de investimentos tomadas por seus leitores.</p>
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		<title>Aviso Gráfico</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 20:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Valim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avisos e Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[ouro]]></category>

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		<description><![CDATA[Os mercados viveram mais uma semana de queda, tanto nos principais índices nacionais e mundiais como no mercado de commodities, declarando a presença de um bear market, aparentemente de curto prazo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Os mercados viveram mais uma semana de queda, tanto nos principais índices nacionais e mundiais como no mercado de commodities, declarando a presença de um bear market, aparentemente de curto prazo. Alta na semana foi apenas do dólar que subiu em nível global.</div>
<div id="_mcePaste"><strong>Bovespa</strong></div>
<div id="_mcePaste"><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/IBOV_D_100104.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4775" title="IBOV_D_100104" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/IBOV_D_100104-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Apresentou uma leve perda nesta semana, com bastante volatilidade, mas pequenos recuos e deixou uma formação de fundo em forma de concha, formação esta com pouca expressão, muita incerteza, mas pode confirmar e ganhar força no inicio desta semana confirmando o primeiro fundo do ano. Os indicadores estão perdendo força e operam em zonas sobrevendidas, isto pode indicar que o recuo mesmo que cesse nesta semana pode se estender por mais um pouco de tempo dentro de um bear market de curto prazo. O principal destaque desta imagem foi à perda dos 66500 pontos. Caso o mercado não reverta sua tendência, este deve testar os 62500 e caso rompido encontrará forte suporte nos 59775 pontos.</div>
<div id="_mcePaste"><strong>EEM – Índice dos Mercados Emergentes</strong></div>
<div id="_mcePaste"><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/EEM_S_100104.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4776" title="EEM_S_100104" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/EEM_S_100104-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Apresentou forte queda nesta semana, operando de forma distinta ao Ibovespa, isto mostra que o Brasil teve uma semana distinta dos outros mercados emergentes, isto mostra o tal falado descolamento do Brasil e mostra que a força da bolsa brasileira continua em alta.</div>
<div id="_mcePaste">O EEM perdeu a MM20 e montou pivô  de baixa, tem espaço para quedas e o fluxo vendedor cresceu na semana o volume também subiu consideravelmente o índice deve testar a casa dos 37 pontos e a MM50.</div>
<div id="_mcePaste"><strong>Dow Jones</strong></div>
<div id="_mcePaste"><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/DJIA_S_100104.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4777" title="DJIA_S_100104" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/DJIA_S_100104-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Em movimento muito parecido com o brasileiro, o índice norte-americano perdeu mais um importante suporte representado na imagem semanal pela MM15 e começou a aumentar a força de venda no MACD, o mercado norte-americano apresenta na imagem semanal espaço para um recuo maior, podendo inclusive buscar patamares como os 9500 pontos.</div>
<div><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/DJIA_D_100104.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4778" title="DJIA_D_100104" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/DJIA_D_100104-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Na imagem diária a MM20 e MM50 junto com a LTA foram todas rompidas e estão prestes a se cruzar em conjunto, formando uma espécie de agulhada de baixa, isto demonstra a força do recuo que tivemos até o presente momento, impossível afirmar que o movimento continuará, mas está claro que um bear market de curto prazo está formado. A agressiva queda já colocou os indicadores em zona sobrevendida, indicando que repiques podem ocorrer, importante observar que altas levíssimas apenas irão contribuir para a continuidade do mercado de queda.</div>
<div id="_mcePaste"><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/VIX_S_100104.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4779" title="VIX_S_100104" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/VIX_S_100104-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>O <strong>Vix</strong> perdeu um pouco de força nesta semana, chegou a recuar consideravelmente, mas fechou em pequena baixa em relação à alta da semana anterior, isto mostra que a volatilidade se manteve elevada, o que é condizente com a queda ocorrida.</div>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong>US Dollar Index</strong></div>
<div id="_mcePaste"><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/USDI_S_100104.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4780" title="USDI_S_100104" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/USDI_S_100104-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Subiu com muita força e se aproximou da casa dos 80 pontos conforme esperávamos na semana passada, o índice pode continuar subindo e enfrentará o patamar dos 80 pontos junto com a MM50, trata-se de uma forte resistência e pode ser respeitado, o rompimento deste patamar pode ser um mau sinal para os mercados, pois indicará a busca dos investidores por liquidez global devido a uma provável aversão a riscos. A alta global do dólar deverá ser comemorada por muitos produtores por aqui, além do governo.</div>
<div id="_mcePaste"><strong>Ouro</strong></div>
<div id="_mcePaste"><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/GOLD_S_100104.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4781" title="GOLD_S_100104" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/GOLD_S_100104-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Voltou a cair sem realizar um esperado repique e acabou por montar um canal de baixa, difícil dizer se teremos o triângulo de baixa definido na semana passada ou este canal, nos próximos dias isto deve ficar claro, porém ambas as formações são baixistas. A única coisa que me faz pensar em um possível repique seria este canal de baixa estar configurado dentro de uma bandeira de alta, que caso venha a se confirmar no futuro, pode levar o ouro a casa histórica dos US$1300/onça-troy. O ouro pode ter uma semana de alta.</div>
<div id="_mcePaste"><strong>Petróleo</strong></div>
<div id="_mcePaste"><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/WTIC_S_100104.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4782" title="WTIC_S_100104" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/WTIC_S_100104-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Apesar da leve baixa realizada na semana, o indicador montou uma configuração nada agradável perdeu sua LTA do canal de alta que durava mais de seis meses e perdeu também a MM25, primeira perda em dez meses. O fluxograma de vendas elevou-se de forma discreta. O petróleo tem espaço para maiores recuos e este movimento deve prevalecer no curto prazo, os principais suportes são os US$71,20 e os US$ 65.</div>
<div id="_mcePaste"><strong>Vale</strong></div>
<div id="_mcePaste"><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/VALE5_D_100104.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4783" title="VALE5_D_100104" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/VALE5_D_100104-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Perdeu nesta semana a LTA que durava seis meses e perdeu em conjunto a MM50, o papel passou os últimos três dias resistindo para não cair e pode repicar, porém neste caso também há a formação de uma bandeira de baixa e a casa dos R$39,80 pode ser testado em breve caso o mercado continue apresentando forças vendedoras há espaços para maiores recuos, os indicadores encontram-se em zona de suporte e um repique pode acontecer, porém tanto no caso do CCI/MA como no DPO estes suportes podem ser rompidos e um novo patamar baixista se estabelecer.</div>
<div id="_mcePaste"><strong>Petrobrás</strong></div>
<div id="_mcePaste"><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/PETR4_D_100104.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4784" title="PETR4_D_100104" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/PETR4_D_100104-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Vem caindo de forma mais intensa e com dificuldades para reverter este quadro, até a quinta-feira um provável fundo vinha se desenhando, mas o mesmo não foi confirmado na sexta-feira, os indicadores estão em forte zona sobrevendida com pouco espaço para maiores quedas, porém os mesmos podem permanecer nestes níveis por mais tempo antes de reverterem suas posições.</div>
<div id="_mcePaste">O quadro de bear market de curto prazo está caracterizado em Petrobrás a MM15 vem se distanciando agressivamente da MM50 que será uma forte resistência na reversão deste mercado. A casa dos R$34,30 vem se mostrando como forte suporte na semana se o mercado ficar abaixo disto deve testar os R$ 32,90 e muito provavelmente a casa dos R$ 31,20 onde há fortíssimo suporte. Em destaque na imagem, vemos em azul um canal de baixa no papel.</div>
<div id="_mcePaste"><strong> </strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong>Rafael Valim Pereira</strong> é geógrafo e trader.</div>
<div id="_mcePaste">Participe do Aviso Gráfico com comentários ou solicite a análise de um papel de seu interesse.</div>
<div id="_mcePaste">Os termos contidos neste texto podem ser devidamente compreendidos utilizando o glossário do site.</div>
<div id="_mcePaste">As rentabilidades aqui demonstradas com base em análises passadas e históricas, não devem ser interpretadas como segurança de retornos futuros.</div>
<div id="_mcePaste">As opiniões aqui contidas são pessoais e não representam recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Desta forma, os autores estão isentos de quaisquer responsabilidades sobre as decisões de investimentos tomadas por seus leitores.</div>
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		<title>Aviso Gráfico</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 02:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Valim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avisos e Comentários]]></category>
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		<description><![CDATA[A última semana do ano foi com pouco volume e leve alta por aqui, sem apresentar surpresas. Porém nos EUA houve fato relevante na última hora de pregão e isso levou a bolsa norte-americana a um movimento de baixa que deve se estender mundo afora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A última semana do ano foi com pouco volume e leve alta por aqui, sem apresentar surpresas. Porém nos EUA houve fato relevante na última hora de pregão e isso levou a bolsa norte-americana a um movimento de baixa que deve se estender mundo afora.</p>
<p><strong>Ibovespa</strong></p>
<p>A bolsa brasileira apresentou uma semana de leve alta, pouco volume e algumas distorções como o estranho fechamento de quarta-feira onde houve uma forte arrancada nos últimos minutos.</p>
<p>Após um ano de forte valorização com aproximação das máximas históricas o mercado começa a apresentar algumas fraquezas, mostrando que correções podem ocorrer por aqui. Fechamos o ano com 68588 pontos, levemente acima do máximo objetivo de alta do ano passado. O índice recuperou suas marcas nos indicadores se aproximando do campo positivo no CCI/MA e operando na base de compra pelo DPO. Porém os últimos dias não trazem movimentos muitos sólidos.</p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/IBOV_D_091205.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4385" title="IBOV_D_091205" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/IBOV_D_091205-150x150.png" alt="IBOV_D_091205" width="150" height="150" /></a>O anúncio do FED nos EUA deve repercutir por aqui e os 67500 podem ser testados logo no primeiro pregão do ano, a formação de uma bandeira de baixa pode estar concluída e tem como objetivo os 64800 pontos. Não descartando a possibilidade de testes nos 63425 pontos. Além dos 67500 outros importantes suportes são a MM15, MM50 e MM75. Em caso de alta o mercado deve buscar a casa dos 69200 e 69900 pontos, mas provavelmente isto não vai ocorrer nesta semana.</p>
<p><strong>Dow Jones</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/DOWI_D_091205.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4386" title="DOWI_D_091205" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/DOWI_D_091205-150x150.png" alt="DOWI_D_091205" width="150" height="150" /></a>Na última hora do pregão o principal índice norte-americano reverteu completamente sua tendência após o corte dos estímulos a economia norte-americana, o que levou o DJ a fechar com recuo de 1,1%. O recuo fez com que o índice tocasse novamente a linha inferior da cunha ascendente e com candle expressivo de baixa, não vou considerar que houve rompimento desta linha, mas o patamar será testado logo na abertura e se estenderá pela semana. A MM15 e MM30 junto com a LTA de LP formam forte suporte, que se rompido só encontra novo apoio nos 9940 pontos. Em caso de alta os 10500 pontos é o primeiro e principal objetivo.</p>
<p>O ano e em especial o primeiro semestre demandarão muita atenção e cautela dos investidores, o mercado deve passar por muitos testes neste período e previsões negativas devem aparecer, estaremos acompanhando e monitorando isso.</p>
<p><strong>VIX</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/VIX_S_091205.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4387" title="VIX_S_091205" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/VIX_S_091205-150x150.png" alt="VIX_S_091205" width="150" height="150" /></a>Fez um repique em sintonia com os fatos divulgados nos EUA e pode iniciar um novo movimento de alta, superou a casa dos 20 pontos e se aproximou bastante dos 22 pontos, apresentando desta vez alta superior a 10% em uma curta semana, superando com facilidade a forte queda da semana retrasada.</p>
<p> </p>
<p><strong>US Dollar Index</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/USDI_S_091205.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4388" title="USDI_S_091205" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/USDI_S_091205-150x150.png" alt="USDI_S_091205" width="150" height="150" /></a>Voltou a ganhar força e montou um candle que costuma romper no sentido do movimento anterior, ou seja, de alta. Podendo neste caso se aproximar dos 80 pontos. É muito claro que o indicador parece ter encontrado um fundo, reverte sua tendência e esta em busca de valorização ainda sem um fim projetado. Os 77 pontos é um importante suporte e os 80.40 importante resistência.</p>
<p><strong>Ouro</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/GOLD_S_091205.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4389" title="GOLD_S_091205" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/GOLD_S_091205-150x150.png" alt="GOLD_S_091205" width="150" height="150" /></a>Apresentou mais uma semana de leve baixa, mas com tendência que o movimento estenda, podendo buscar os US$1050, MACD definitivamente cruzou suas linhas e indicam venda do metal. O movimento pode continuar nesta semana. Chamo a atenção para a relação entre Ouro e DJ, a alta do ouro e a queda do DJ indicariam uma aversão ao risco por parte dos investidores.</p>
<p><strong>Petróleo</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/WTIC_S_091205.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4390" title="WTIC_S_091205" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/WTIC_S_091205-150x150.png" alt="WTIC_S_091205" width="150" height="150" /></a>Teve semana de alta e se aproximou da casa dos US$80, mas não rompeu a Linha superior do canal de baixa. Este movimento pode ocorrer nesta semana, mas isto ainda não é  claro. Vejo também há possibilidade de congestão nesta ruptura. É necessário aguardar, mas diria que me sinto surpreso em ver uma ruptura deste canal logo nesta semana.</p>
<p><strong>EEM – Índice dos Mercados Emergentes</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/EEM_S_091205.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4391" title="EEM_S_091205" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/EEM_S_091205-150x150.png" alt="EEM_S_091205" width="150" height="150" /></a>Demonstrou perda de volume e continuidade na congestão, continuo acreditando que uma ruptura baixista pode ocorrer, uma vez que os indicadores não estão perdendo força e os Mercados Emergentes parecem migrar para um possível recuo no curto prazo. Difícil mensurar a profundidade do recuo, diferentemente da alta que se ocorrer deve buscar os 45 pontos com facilidade.</p>
<p><strong>Petrobrás</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/PETR4_D_091205.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4392" title="PETR4_D_091205" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/PETR4_D_091205-150x150.png" alt="PETR4_D_091205" width="150" height="150" /></a>Continua em tendência de baixa, o fundo ainda não foi confirmado podendo ocorrer nesta semana, porém isto não está claro. Há pouca força, natural do período, demonstrando que o fim desta queda pode ter chegado ao fim. Um novo teste nos R$35,66 é provável. O mercado precisa voltar a operar acima da MM15, que vem se curvando expressivamente, da MM30 e superar os R$37,63 para demonstrar que de fato vai reassumir sua posição altista.</p>
<p><strong>Vale</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/VALE5_D_091205.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4393" title="VALE5_D_091205" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/VALE5_D_091205-150x150.png" alt="VALE5_D_091205" width="150" height="150" /></a>Em movimento parecido com Petrobrás, vem perdendo força nos indicadores e não apresenta de fato sua força altista. Perdeu a MM30 pela primeira vez neste último ciclo de alta e isto pode ser o sinal de que o papel pode ceder. O papel pode buscar os R$39,28. Não haverá inicio de novo movimento altista enquanto não aparecer força clara na alta para romper o patamar que estamos.</p>
<p><strong>Bradesco</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/BBDC4_D_091205.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4394" title="BBDC4_D_091205" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/BBDC4_D_091205-150x150.png" alt="BBDC4_D_091205" width="150" height="150" /></a>Iniciou sua queda e esta deve perdurar pelos próximos dias, apresenta clara bandeira de baixa com objetivo nos R$33,60 podendo se estender e tocar os R$32,66. Perdeu com folga sua MM15 e esta sobre o suporte da MM30 que ao ser rompido junto com os R$36,13 devem indicar o novo e intenso recuo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Banco do Brasil</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/BBAS3_D_091205.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4395" title="BBAS3_D_091205" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/BBAS3_D_091205-150x150.png" alt="BBAS3_D_091205" width="150" height="150" /></a>Diferentemente do Bradesco o papel apresentou um engolfo de alta no último pregão, os indicadores já  se encontram mais recuados e os números da empresa estão mais arredondados. Se não houver venda do setor bancário mundo afora, o papel deve subir, seja pelos bons números e posição gráfica, seja pelo menor risco que a instituição apresenta. Em pouco tempo deve voltar a operar acima dos R$30.</p>
<p><strong>CSN</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/CSNA3_D_091205.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4396" title="CSNA3_D_091205" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/CSNA3_D_091205-150x150.png" alt="CSNA3_D_091205" width="150" height="150" /></a>A Companhia Siderúrgica Nacional apresentou uma forte queda recentemente, causando alguma distorção nos indicadores, ainda assim uma possível bandeira de baixa pode estar se formando, tem características especiais, mas se rompida indica provável testes nos R$49,95, precisando antes romper forte suporte nos R$52,55. A empresa está com bons números financeiros, mas aguardar mais um pouco para a entrada é mais seguro. Importante suporte está na MM100.</p>
<p><strong>Usiminas</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/USIM5_D_091205.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4397" title="USIM5_D_091205" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/USIM5_D_091205-150x150.png" alt="USIM5_D_091205" width="150" height="150" /></a>Outro papel com possível bandeira, aliás, o Ibovespa está com muitos papéis nesta posição, bandeira um pouco mais inclinada, que se apresentasse força poderia significar um repique. Em números financeiros encontra-se pior que CSN e tem espaço nos indicadores para aumentar o recuo. Podemos buscar os R$43,08 testando primeiro os R$45,56. A MM15 começou a se distanciar da MM30 e estas são as duas principais resistências do papel.</p>
<p><strong>Kepler</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/KEPL3_D_091205.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4398" title="KEPL3_D_091205" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2010/01/KEPL3_D_091205-150x150.png" alt="KEPL3_D_091205" width="150" height="150" /></a>Para os amigos posicionados neste papel. Acredito que a congestão pode durar mais um tempo e confirmar a configuração de um retângulo de alta com objetivo nos R$0,48. Novamente afirmo que a casa dos R$0,32 não deve ser perdida. A MM50 se aproxima da MM15 e fortalece a atual posição do papel, estas duas linhas costumam andar bem próximas antes de fortes rupturas.</p>
<p><strong>Feliz 2010</strong>!</p>
<p> </p>
<p><strong>Rafael Valim Pereira</strong> é geógrafo e trader.</p>
<p> </p>
<p>Participe do Aviso Gráfico com comentários ou solicite a análise de um papel de seu interesse.</p>
<p>Os termos contidos neste texto podem ser devidamente compreendidos utilizando o glossário do site.</p>
<p>As rentabilidades aqui demonstradas com base em análises passadas e históricas, não devem ser interpretadas como segurança de retornos futuros.</p>
<p>As opiniões aqui contidas são pessoais e não representam recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Desta forma, os autores estão isentos de quaisquer responsabilidades sobre as decisões de investimentos tomadas por seus leitores.</p>
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		<title>Aviso Gráfico</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 04:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Valim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tivemos mais uma semana altista tanto aqui quanto lá fora e com o estabelecimento de novos recordes que levaram os mercados a um recuo que iniciou-se desde quarta-feira, porém sem causar nenhum tipo de pânico aos mercados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Tivemos mais uma semana altista tanto aqui quanto lá fora e com o estabelecimento de novos recordes que levaram os mercados a um recuo que iniciou-se desde quarta-feira, porém sem causar nenhum tipo de pânico aos mercados.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Ibovespa</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O índice brasileiro chegou a operar acima dos 68000 pontos pela primeira vez neste ano, mas recuou logo em seguida, respeitando o fechamento de semanas anteriores com ligeira superação. O índice fechou a semana sobre os 66300 pontos, onde plotou um interessante candle que nos sugestiona um novo movimento altista, amparado inclusive sobre um canal de alta de curto prazo, interessante observar a formação de topos e fundos ascendentes – que é sem dúvida o princípio mais básico de qualquer movimento altista. O Ibovespa também voltou a operar acima de sua antiga LTA de longo prazo, o que é sem dúvida o melhor sinal de todos.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O principal contra, continua sendo a volatilidade que não cede de forma alguma, apesar da expressiva desaceleração de seu movimento altista. Outro ponto é que estamos diante de um claro topo duplo, ainda sem nenhuma confirmação, podendo romper para qualquer um dos lados, mas em casos de queda, topos duplos costumam indicar recuos mais duradouros. Por fim o CCI/MA indicou venda na quinta-feira e este sinal também será acompanhado.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O índice deve realizar uma abertura em alta e este deve ser o principal movimento da semana, que poderá  trazer um novo aumento de volatilidade caso ocorra à ruptura definitiva do topo formado, o topo e a máxima definem nossas resistências a serem superadas. Como suporte tem a MM15 e MM30 que estão juntas e aliadas a LTA de longo prazo (reta alaranjada), sem dúvida o principal suporte que temos, segue-se a ele a MM50.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Dow Jones</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O DJ aproximou-se muito de seu máximo objetivo de alta, mas recuou com intensidade semelhante nos dois últimos dias da semana. Também deixou candle semelhante ao Ibovespa, indicando que uma abertura altista deve ocorrer. Também fechou respeitando a MM10, que vem sendo nas duas últimas semanas a principal guia de alta do atual movimento. O CCI/MA recuou com muita intensidade nestes dois dias de queda e isto mostra que a força de compra está muito bem posicionada, ou seja, mesmo que o mercado norte-americano recue este movimento não será muito duradouro, ao menos por enquanto.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O VIX diferentemente do que imaginei na semana passada, estabeleceu um novo candle de baixa com espaço para nova queda nesta semana, ainda assim as características de fundo não foram perdidas.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A tendência de alta deverá permanecer na semana que se inicia, sendo que o movimento deve seguir o mesmo padrão dos últimos meses, ocorrendo a pequenos e constantes passos. A principal resistência aqui é sem dúvida o último topo, somado a ele o objetivo de 10500 pontos. Como suportes vejo uma forte concentração na zona dos 10000 pontos, havendo a LTA de longo prazo, a retração de 78,6% de Fibonacci e, a MM30 e a MM60.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Ouro e Petróleo</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O ouro fechou a terceira semana consecutiva com forte alta e estabeleceu em cada uma delas um novo recorde, o principal objetivo desta alta está em US$ 1225. O Ouro está no chamado TH – Teto Histórico, tradicionalmente quando alguma ação, índice ou commodity estabelece uma nova máxima, esta não tem resistências pela frente e sua trajetória altista costuma encontrar bom fluxo comprador.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O ouro negro por sua vez, segue a quinta semana em forte congestão e levíssima queda, que novamente acredito que resultará em forte movimento de alta em breve, é muito claro aqui que não houve até o presente momento fluxo vendedor suficiente para desmontar o movimento altista realizado até aqui.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A relação histórica de investimento em Ouro e Petróleo causa este tipo de divergência, a forte subida do Ouro, tradicionalmente indica certo temor do mercado por crises, a busca pelo ouro é simples, uma vez que sua presença e liquidez são globais, os investidores tendem a diminuir seus riscos de mercado investindo em ouro, porém vale à pena lembrar que o ouro não serve apenas para defesa. O petróleo por sua vez, possui maior volatilidade e costuma ser preferido pelos investidores em momentos de tendência&#8230; Sejam estas de alta ou de baixa.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Trouxe esta relação hoje, pela forma particular com que o preço do Ouro voltou a disparar enquanto o petróleo permanece em silêncio, é uma provável que em breve uma “troca de mão” ocorra.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">EEM</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Não realizou um movimento muito claro, apesar de abrir em forte alta e estabelecer uma nova máxima anual, o EEM recuou consideravelmente e fechou à semana em baixa, uma clara congestão vem se formando por aqui e até o presente momento é difícil afirmar para que lado ocorra a ruptura, sem dúvida um recuo parece ser muito bem-vindo, mas não tenho certeza se este será o caminho do EEM.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Petrobrás</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Realizou um fortíssimo movimento de alta nesta semana, inclusive com fechamento em nova máxima, o papel encontrou um forte fluxo comprador e superou de vez a projeção de 50% de Fibonacci que tem como máxima os R$47. É interessante este ponto máximo uma vez que para a Petrobrás operar acima do Ibovespa ela precisaria estar hoje em R$ 47. Dificílimo determinar que uma arrancada ocorra até lá, mas o projetado nos indica que isso é possível.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Acredito que o papel siga seu movimento de alta nesta nova semana, sendo que como resistência tem os dois canais de alta em azul na imagem. E como principal suporte destacaria os R$ 37,80 representados pela retração de 50% de Fibonacci, segue-se a ele a MM10, MM25 e MM50.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Vale do Rio Doce</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A Vale também estabeleceu uma nova máxima no ano e voltou a operar acima de sua máxima projeção, marcada aqui em R$ 41,95 e é visível que o papel encontra forte aumento de volatilidade, ao operar acima deste patamar. O CCI/MA continua com sua indicação de venda apresentando forte divergência com o papel, a probabilidade de um recuo cresceu consideravelmente, mas até agora ele não ocorreu de fato. A MM15 e a MM30 se apresentam como ótimos suportes, somados a máxima projeção de Fibonacci e, esta projeção deve indicar o caminho a ser seguido pelo papel, à perda deste patamar implicará em elevadas chances de retrações mais intensas, ao passo que conforme o papel manter-se acima deste patamar aumenta-se a probabilidade do mesmo acumular forças para uma nova alta.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Rafael Valim Pereira é geógrafo e trader.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">• Participe do Aviso Gráfico com comentários ou solicite a análise de um papel de seu interesse.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">• Os termos contidos neste texto podem ser devidamente compreendidos utilizando o glossário do site.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">As opiniões aqui contidas são pessoais e não representam recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Desta forma, os autores estão isentos de quaisquer responsabilidades sobre as decisões de investimentos tomadas por seus leitores.</div>
<p>Tivemos mais uma semana altista tanto aqui quanto lá fora e com o estabelecimento de novos recordes que levaram os mercados a um recuo que iniciou-se desde quarta-feira, porém sem causar nenhum tipo de pânico aos mercados.</p>
<p><strong>Ibovespa</strong></p>
<p>O índice brasileiro chegou a operar acima dos 68000 pontos pela primeira vez neste ano, mas recuou logo em seguida, respeitando o fechamento de semanas anteriores com ligeira superação. O índice fechou a semana sobre os 66300 pontos, onde plotou um interessante candle que nos sugestiona um novo movimento altista, amparado inclusive sobre um canal de alta de curto prazo, interessante observar a formação de topos e fundos ascendentes – que é sem dúvida o princípio mais básico de qualquer movimento altista. O Ibovespa também voltou a operar acima de sua antiga LTA de longo prazo, o que é sem dúvida o melhor sinal de todos.</p>
<p>O principal contra, continua sendo a volatilidade que não cede de forma alguma, apesar da expressiva desaceleração de seu movimento altista. Outro ponto é que estamos diante de um claro topo duplo, ainda sem nenhuma confirmação, podendo romper para qualquer um dos lados, mas em casos de queda, topos duplos costumam indicar recuos mais duradouros. Por fim o CCI/MA indicou venda na quinta-feira e este sinal também será acompanhado.</p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IBOV_D_091103.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3569" title="IBOV_D_091103" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IBOV_D_091103-150x150.png" alt="IBOV_D_091103" width="150" height="150" /></a>O índice deve realizar uma abertura em alta e este deve ser o principal movimento da semana, que poderá  trazer um novo aumento de volatilidade caso ocorra à ruptura definitiva do topo formado, o topo e a máxima definem nossas resistências a serem superadas. Como suporte tem a MM15 e MM30 que estão juntas e aliadas a LTA de longo prazo (reta alaranjada), sem dúvida o principal suporte que temos, segue-se a ele a MM50.</p>
<p><strong>Dow Jones</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/DJIA_D_091103.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3570" title="DJIA_D_091103" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/DJIA_D_091103-150x150.png" alt="DJIA_D_091103" width="150" height="150" /></a>O DJ aproximou-se muito de seu máximo objetivo de alta, mas recuou com intensidade semelhante nos dois últimos dias da semana. Também deixou candle semelhante ao Ibovespa, indicando que uma abertura altista deve ocorrer. Também fechou respeitando a MM10, que vem sendo nas duas últimas semanas a principal guia de alta do atual movimento. O CCI/MA recuou com muita intensidade nestes dois dias de queda e isto mostra que a força de compra está muito bem posicionada, ou seja, mesmo que o mercado norte-americano recue este movimento não será muito duradouro, ao menos por enquanto.</p>
<p>O <strong>VIX</strong> diferentemente do que imaginei na semana passada, estabeleceu um novo candle de baixa com espaço para nova queda nesta semana, ainda assim as características de fundo não foram perdidas.</p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/VIX_S_091103.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3571" title="VIX_S_091103" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/VIX_S_091103-150x150.png" alt="VIX_S_091103" width="150" height="150" /></a>A tendência de alta deverá permanecer na semana que se inicia, sendo que o movimento deve seguir o mesmo padrão dos últimos meses, ocorrendo a pequenos e constantes passos. A principal resistência aqui é sem dúvida o último topo, somado a ele o objetivo de 10500 pontos. Como suportes vejo uma forte concentração na zona dos 10000 pontos, havendo a LTA de longo prazo, a retração de 78,6% de Fibonacci e, a MM30 e a MM60.</p>
<p><strong>Ouro e Petróleo</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/OURO_S_091103.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3572" title="OURO_S_091103" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/OURO_S_091103-150x150.png" alt="OURO_S_091103" width="150" height="150" /></a>O ouro fechou a terceira semana consecutiva com forte alta e estabeleceu em cada uma delas um novo recorde, o principal objetivo desta alta está em US$ 1225. O Ouro está no chamado TH – Teto Histórico, tradicionalmente quando alguma ação, índice ou commodity estabelece uma nova máxima, esta não tem resistências pela frente e sua trajetória altista costuma encontrar bom fluxo comprador.</p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/WTIC_S_091103.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3574" title="WTIC_S_091103" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/WTIC_S_091103-150x150.png" alt="WTIC_S_091103" width="150" height="150" /></a>O ouro negro por sua vez, segue a quinta semana em forte congestão e levíssima queda, que novamente acredito que resultará em forte movimento de alta em breve, é muito claro aqui que não houve até o presente momento fluxo vendedor suficiente para desmontar o movimento altista realizado até aqui.</p>
<p>A relação histórica de investimento em Ouro e Petróleo causa este tipo de divergência, a forte subida do Ouro, tradicionalmente indica certo temor do mercado por crises, a busca pelo ouro é simples, uma vez que sua presença e liquidez são globais, os investidores tendem a diminuir seus riscos de mercado investindo em ouro, porém vale à pena lembrar que o ouro não serve apenas para defesa. O petróleo por sua vez, possui maior volatilidade e costuma ser preferido pelos investidores em momentos de tendência&#8230; Sejam estas de alta ou de baixa.</p>
<p>Trouxe esta relação hoje, pela forma particular com que o preço do Ouro voltou a disparar enquanto o petróleo permanece em silêncio, é uma provável que em breve uma “troca de mão” ocorra.</p>
<p><strong>EEM</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/EEM_S_091103.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3575" title="EEM_S_091103" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/EEM_S_091103-150x150.png" alt="EEM_S_091103" width="150" height="150" /></a>Não realizou um movimento muito claro, apesar de abrir em forte alta e estabelecer uma nova máxima anual, o EEM recuou consideravelmente e fechou à semana em baixa, uma clara congestão vem se formando por aqui e até o presente momento é difícil afirmar para que lado ocorra a ruptura, sem dúvida um recuo parece ser muito bem-vindo, mas não tenho certeza se este será o caminho do EEM.</p>
<p><strong>Petrobrás</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/PETR4_D_091103.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3576" title="PETR4_D_091103" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/PETR4_D_091103-150x150.png" alt="PETR4_D_091103" width="150" height="150" /></a>Realizou um fortíssimo movimento de alta nesta semana, inclusive com fechamento em nova máxima, o papel encontrou um forte fluxo comprador e superou de vez a projeção de 50% de Fibonacci que tem como máxima os R$47. É interessante este ponto máximo uma vez que para a Petrobrás operar acima do Ibovespa ela precisaria estar hoje em R$ 47. Dificílimo determinar que uma arrancada ocorra até lá, mas o projetado nos indica que isso é possível.</p>
<p>Acredito que o papel siga seu movimento de alta nesta nova semana, sendo que como resistência tem os dois canais de alta em azul na imagem. E como principal suporte destacaria os R$ 37,80 representados pela retração de 50% de Fibonacci, segue-se a ele a MM10, MM25 e MM50.</p>
<p><strong>Vale do Rio Doce</strong></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/VALE5_D_091103.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3577" title="VALE5_D_091103" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/11/VALE5_D_091103-150x150.png" alt="VALE5_D_091103" width="150" height="150" /></a>A Vale também estabeleceu uma nova máxima no ano e voltou a operar acima de sua máxima projeção, marcada aqui em R$ 41,95 e é visível que o papel encontra forte aumento de volatilidade, ao operar acima deste patamar. O CCI/MA continua com sua indicação de venda apresentando forte divergência com o papel, a probabilidade de um recuo cresceu consideravelmente, mas até agora ele não ocorreu de fato. A MM15 e a MM30 se apresentam como ótimos suportes, somados a máxima projeção de Fibonacci e, esta projeção deve indicar o caminho a ser seguido pelo papel, à perda deste patamar implicará em elevadas chances de retrações mais intensas, ao passo que conforme o papel manter-se acima deste patamar aumenta-se a probabilidade do mesmo acumular forças para uma nova alta.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Rafael Valim Pereira</strong> é geógrafo e trader.</p>
<p>• Participe do Aviso Gráfico com comentários ou solicite a análise de um papel de seu interesse.</p>
<p>• Os termos contidos neste texto podem ser devidamente compreendidos utilizando o glossário do site.</p>
<p>As opiniões aqui contidas são pessoais e não representam recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Desta forma, os autores estão isentos de quaisquer responsabilidades sobre as decisões de investimentos tomadas por seus leitores.</p>
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		<title>Aviso Gráfico #5</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 12:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Valim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Bovespa começou a semana realizando os lucros da semana passada, apesar do recuo o IBOV fechou a sétima semana consecutiva com ganhos. E já opera nos patamares dos últimos dois anos.


A arrancada dessa semana foi mais clara e muito mais objetiva, o mercado brasileiro tem andado com muita eficiência sempre que possível e, até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Bovespa começou a semana realizando os lucros da semana passada, apesar do recuo o <strong>IBOV</strong> fechou a sétima semana consecutiva com ganhos. E já opera nos patamares dos últimos dois anos.</p>
<p><a rel="lightbox" onclick="pageTracker._trackEvent('AnaliseGrafica', 'AmpliarGrafico', 'ag5_ibov');" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ibov_3a_091.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-497" title="ibov_3a_091" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ibov_3a_091-150x150.png" alt="ibov_3a_091" width="150" height="150" /></a></p>
<p><a rel="lightbox" onclick="pageTracker._trackEvent('AnaliseGrafica', 'AmpliarGrafico', 'ag5_snp');" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/snp500_3a_09.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-499" title="snp500_3a_09" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/snp500_3a_09-150x150.png" alt="snp500_3a_09" width="150" height="150" /></a></p>
<p>A arrancada dessa semana foi mais clara e muito mais objetiva, o mercado brasileiro tem andado com muita eficiência sempre que possível e, até o presente momento parece que nada o abalou. Tracei uma simples e justa LTA que vem servindo de guia para os movimentos de alta do IBOV, novos testes nos 45000 pontos são possíveis. Muita gente no mercado costuma dizer que estamos descolados dos gringos, gostaria que o pessoal visualizasse a imagem do S&amp;P500 (é uma imagem do contrato de futuro do mini índice com vencimento para junho). E reparem nos 11 candles que vão de 08/02/2009 até 19/04/2009, sincronia perfeita.</p>
<p><strong>DJIA</strong></p>
<p><a rel="lightbox" onclick="pageTracker._trackEvent('AnaliseGrafica', 'AmpliarGrafico', 'ag5_djia');" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/djia_3a_09.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-498" title="djia_3a_09" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/djia_3a_09-150x150.png" alt="djia_3a_09" width="150" height="150" /></a></p>
<p>O DJ vem se movimentando com muita cautela, parece que lá fora não há apostas claras de alta e muito menos de baixa. Pela terceira semana consecutiva o DJ finaliza o corpo de um candle entre os 8000 e os 8100 pontos. Apesar desta indecisão o MACD indica compra do índice, pela primeira vez desde fins de 2007, o histograma do indicador também começa a operar no positivo, o que é excelente. A volatilidade está ainda muito elevada.</p>
<p><strong>PETR4</strong></p>
<p><a rel="lightbox" onclick="pageTracker._trackEvent('AnaliseGrafica', 'AmpliarGrafico', 'ag5_petr4');" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/petr4_3a_091.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-496" title="petr4_3a_091" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/petr4_3a_091-150x150.png" alt="petr4_3a_091" width="150" height="150" /></a></p>
<p>O papel oscilou bastante na semana passada. Apesar do corpo de alta do candle, o papel não apresentou ganhos, e ainda fechou em movimento de queda, seguindo o movimento do petróleo. Volto a plotar o canal de alta, que apresenta suporte logo nos R$ 28,30. Esse canal é um canal bem estreito o que me indica que ele não terá uma vida muito longa e isso vem ocorrendo devido ao movimento do petróleo. Destaco no primeiro indicador (resposta rápida) que ele está prestes a entrar em movimento de baixa, o segundo indicador (em modo de resposta lenta) nos confirma que o papel apesar de todo movimento altista dos últimos meses, não rompe o marco zero do indicador. Por fim destaco que a volatilidade vem caindo é fundamental que ela fique em níveis abaixo de dois pontos.</p>
<p><strong>VALE5</strong></p>
<p><a rel="lightbox" onclick="pageTracker._trackEvent('AnaliseGrafica', 'AmpliarGrafico', 'ag5_vale5');" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/vale5_3a_091.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-500" title="vale5_3a_091" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/vale5_3a_091-150x150.png" alt="vale5_3a_091" width="150" height="150" /></a></p>
<p>O papel teve um bom movimento altista nesta última semana. Tracei também um canal de alta para o papel, este canal já está mais largo e tende a ser mais duradouro. O patamar de R$ 29,10 é um bom suporte para STOP. Nos indicadores apenas destaco o ganho de força no DPO (último indicador).</p>
<p><strong>Petróleo e Ouro</strong></p>
<p><a rel="lightbox" onclick="pageTracker._trackEvent('AnaliseGrafica', 'AmpliarGrafico', 'ag5_oil');" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/oil_3a_09.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-494" title="oil_3a_09" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/oil_3a_09-150x150.png" alt="oil_3a_09" width="150" height="150" /></a></p>
<p><a rel="lightbox" onclick="pageTracker._trackEvent('AnaliseGrafica', 'AmpliarGrafico', 'ag5_gold);" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ouro_3a_09.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-495" title="ouro_3a_09" src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ouro_3a_09-150x150.png" alt="ouro_3a_09" width="150" height="150" /></a></p>
<p>O petróleo vem oscilando em um canal lateral que vai dos US$ 43 até os US$ 55. Particularmente não gosto de mercado andado de lado por tanto tempo, movimentos de reversão não costumam ocorrer nestes cenários, é possível que o petróleo ainda não tenha montado seu fundo.</p>
<p>O ouro que destaquei na outra semana, acabou recuando fortemente, após a abertura altista. No entanto nesta última semana o metal fez um belíssimo movimento de alta e pode trazer mais ganhos nos próximos dias. Apesar de muito volatilidade nestes patamares, o candle deixado é típico de fundo.</p>
<p>Rafael Valim é geógrafo e trader</p>
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		<title>Aviso Gráfico #3</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 11:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Valim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É um cenário que particularmente gosto muito, mas estamos falando de uma das maiores crises da história.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A semana passada começou conforme prevíamos. Tivemos dois dias de correções e depois, dois dias de altas fortes e que fizeram com que o IBOV rompesse o patamar dos 45.000 pontos, rompesse também a zona de <em>bear market</em> do DPO, somado a isso temos o CCI/MA que está bem puxado, é um cenário que particularmente gosto muito, prefiro quando o DPO atinge mais rápido a sua zona de <em>bull market</em>, mas estamos falando de uma das maiores crises da história. </p>
<p><a rel="lightbox" onclick="pageTracker._trackEvent('AnaliseGrafica', 'AmpliarGrafico', 'ag3_ibov');" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ibov_2a_09.png"><img src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ibov_2a_09-150x150.png" alt="ibov_2a_09" title="ibov_2a_09" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-413" /></a></p>
<p>A análise do presente momento se faz delicada, 10 a cada 10 traders que conheço dizem que o mercado deve corrigir em breve e, os mesmos 10 acreditam que o fundo do <strong>IBOV</strong> já ocorreu. Existem características de topo se considerarmos que ainda estamos em <em>bear market</em>, mas se trabalharmos com a hipótese de <em>bull market</em>, há espaços para arrancadas. Na imagem que trago do IBOV chama a atenção para o marco zero do CCI/MA que pode ser rompido. Gosto de trabalhar com essas duas zonas (bull e bear) como guias de tendência.</p>
<p><strong>DJIA</strong></p>
<p><a rel="lightbox" onclick="pageTracker._trackEvent('AnaliseGrafica', 'AmpliarGrafico', 'ag3_djia');"  href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/djia_2a_09.png"><img src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/djia_2a_09-150x150.png" alt="djia_2a_09" title="djia_2a_09" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-370" /></a></p>
<p>O fechamento do DJ na semana passada ocorreu acima da importante barreira dos 8000 pontos. Mas deixou um candle em forma de enforcado, esse candle costuma sinalizar que o movimento anterior chegou ao fim. O mercado irá passar por testes e os compradores parecem ter perdido sua força. O enforcado é um candle que normalmente precisa de confirmação. O CCI/MA está prestes a romper o marco zero e tal rompimento ainda que seja feita pelo indicador de resposta rápida é extremamente significativa. Interessante observar que no caso deste indicador a resposta do DJ está muito mais rápida e isso está ligado ao peso de papéis envolvendo commodities na composição do índice. </p>
<p> </p>
<p><strong>PETR4</strong></p>
<p><a rel="lightbox" onclick="pageTracker._trackEvent('AnaliseGrafica', 'AmpliarGrafico', 'ag3_petr4');"  href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/petr4_2a_09.png"><img src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/petr4_2a_09-150x150.png" alt="petr4_2a_09" title="petr4_2a_09" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-371" /></a></p>
<p>Papel fechou a semana acima dos R$ 30,50 deixando um candle de características baixistas, mas um candle “fraco”. É fundamental que o papel montasse um pivot de alta dando espaço para um novo rally de alta. O petróleo por sua vez fechou lá fora deixando um belíssimo enforcado, ou como alguns gostam de chamar de “estrela da tarde”. Correções no petróleo devem vir como já vieram no dia de hoje (segunda-feira).</p>
<p> </p>
<p><strong>VALE5</strong></p>
<p><a rel="lightbox" onclick="pageTracker._trackEvent('AnaliseGrafica', 'AmpliarGrafico', 'ag3_vale5');" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/vale5_2a_09.png"><img src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/vale5_2a_09-150x150.png" alt="vale5_2a_09" title="vale5_2a_09" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-372" /></a></p>
<p>Fechou dentro do esperado, respeitando a casa dos R$ 29,00. O papel vem se comportando bem e pode estar deixando para trás a congestão e constelação que deixou ao longo de março. Como o Marcelo escreveu na semana passada falando a respeito do intervalo que havia deixado como passível de oscilação do papel, quero acrescentar que particularmente gosto de ver a VALE5 operando acima dos R$ 28,00 é importante que ela não venha a perder esse patamar.</p>
<p> </p>
<p><strong>Ouro</strong></p>
<p><a rel="lightbox" onclick="pageTracker._trackEvent('AnaliseGrafica', 'AmpliarGrafico', 'ag3_gold');" href="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ouro_2a_09.png"><img src="http://www.avisoemdois.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ouro_2a_09-150x150.png" alt="ouro_2a_09" title="ouro_2a_09" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-373" /></a></p>
<p>Quero apenas fazer um breve comentário, aproveitando que não consegui postar este texto no domingo. O Ouro vinha caindo agressivamente e no fechamento da semana passada ele tinha deixado mostras de que poderia subir ao longo desta semana. Algo que já começou a ocorrer conforme pode ser visto na imagem.</p>
<p>A combinação de ouro em alta e petróleo em queda é tradicionalmente um movimento mais defensivo do mercado. A semana pede cuidados com todos os números que serão divulgados.</p>
<p><em>Rafael Valim é geógrafo e trader</em>.</p>
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