O estabelecimento de critérios por parte dos reguladores para a formulação das políticas de remuneração dos administradores das instituições financeiras é polêmico. Também não é para menos, ao interferir nas relações entre capital e trabalho, as proposições vêm em desencontro aos princípios do livre mercado.
As recentes quebras de instituições financeiras no exterior e os subsequentes problemas de empresas brasileiras em operações de derivativos têm gerado críticas e, inclusive, processos judiciais de investidores, que veem graves problemas de governança nessas companhias como causa ao menos parcial dos enormes prejuízos.
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