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	<title>Aviso em Dois &#187; globalização</title>
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	<description>ALEA JACTA EST</description>
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		<title>Escravo eu?</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Mar 2012 00:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[ciclos de prosperidade]]></category>
		<category><![CDATA[ebulição de teorias]]></category>
		<category><![CDATA[globalização]]></category>
		<category><![CDATA[interferência dos governos]]></category>
		<category><![CDATA[períodos de crise]]></category>

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		<description><![CDATA[Fujam da turbulência dos mercados voláteis e se ancorem nessa mamata até quando ela durar, não se prenda a investimentos que podem lhe tolher os movimentos e os projetos de futuro. Texto publicado em 25/06/2008]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Temos observado ao longo da história ciclos de prosperidade seguidos de alguns períodos de crise e recessão. As crises econômicas vêm de tempos em tempos, provocando pavor mundial, como no último século e agora nos dias atuais.</p>
<p>A globalização foi avançando e com ela a revolução dos meios de comunicação e da informatização, trazendo uma falsa ilusão de prosperidade e de igualdade econômica entre os povos.</p>
<p>A interligação dos mercados financeiros trouxe enormes benefícios, mas também trouxe instabilidades nos países menos preparados para enfrentar a competição pela atração dos capitais internacionais.</p>
<p>Essa importante mudança que não surgiu de um único evento e que não se sabe ao certo como começou ou quando irá terminar trouxe também a percepção enganosa, principalmente nos países mais desenvolvidos, de que foi provocada por suas políticas locais quando na verdade foi um acontecimento internacional.<br />
Ao longo do tempo, a interferência dos governos locais e a coordenação internacional de política tentam domar o fantasma das crises, mas mudanças bruscas no padrão de expectativas têm propagado a desordem e a volatilidade de preços, desorganizando a produção e destruindo riquezas acumuladas em um padrão errático e imprevisível.</p>
<p>Hoje o mundo observa atentamente e com preocupação os desdobramentos da crise americana provocada pelos créditos subprimes. E uma provável recessão pode trazer conseqüências imprevisíveis nos mercados globais.</p>
<p>Vivemos numa verdadeira ebulição de teorias econômicas que tentam buscar as causas e conseqüências deste momento econômico e dos desdobramentos futuros na economia mundial.</p>
<p>A desaceleração das economias nos países desenvolvidos em contraposição ao crescimento vigoroso dos países ditos periféricos, puxados pelo grupo dos BRIC com sua locomotiva China, tem exposto rapidamente essas mudanças no quadro econômico global. O que, de certo, levará em breve a um novo contexto, ainda não muito claro, mas totalmente diferenciado dos padrões até hoje estabelecidos pela velha teoria econômica.</p>
<p>O que está cada dia mais claro é que a integração global e as inovações financeiras estão deixando as políticas monetárias locais cada dia menos eficientes na aplicação da taxa de juros, evidenciando que já não são capazes, isoladamente, de controlar os fluxos financeiros internacionais e o movimento de preços das commodities nos mercados futuros pelo globo.</p>
<p>O debate é tão amplo e fascinante que daria para ocupar um espaço que não cabe nesta breve coluna, mas serve como pequena análise do momento em que nós encontramos. Hoje o Banco Central dos EUA, Fed, define as taxas de juros que serão praticadas em sua economia. É quase certo que optará pela manutenção em 2,00% ao ano, mesmo com um aumento da inflação americana, pois a preocupação maior é com o desempenho econômico que dá claros sinais de recessão. Convém lembrar que os empréstimos feitos ao setor bancário pelos principais bancos centrais do mundo ainda não retornaram à sua origem, e assim um aumento de taxas de juros só irá agravar a situação delicada que passa o setor.</p>
<p>Mesmo com esse contexto incerto na economia mundial, o Banco Central do Brasil dá mostras de continuar alheio a tudo, ao perseverar na aplicação de um modelo que está se mostrando incapaz de controlar os preços mesmo nos países pioneiros em sua implementação.</p>
<p>Os motivos continuam a ser justificados de acordo com o mote do momento. Ora inflação de demanda, ora gastos do governo ou expansão demasiada do crédito, mas nunca discutindo a verdadeira razão que é uma inflação de custos, custos globais.</p>
<p>Assim, esse remédio genérico, taxas de juros, é aplicado em dose cavalar na esperança de que controle preços que é incapaz de controlar. Essa chamada taxa Selic é totalmente indexada a aplicações de curto prazo referenciadas a um chamado CDI, que na prática não existe, mas serve de referência para quase todas as aplicações financeiras. O dinheiro não flui de acordo com a liquidez e por isso acabamos praticando a taxa de juros de curto prazo mais alta do planeta.</p>
<p>Os produtos do chamado aumento de demanda gerado pela expansão do crédito, na realidade, estão em deflação, contra uma inflação basicamente de alimentos e de derivados do petróleo, que contamina outros produtos e é basicamente provocada pela disparada dos preços das commodities globais.</p>
<p>Esta semana mesmo foi divulgado o indicador E-flação *, mostrando essa incoerência. Com todo esse cenário incerto a aplicação em renda fixa no Brasil continua sendo, cada vez mais, o investimento mais seguro e atrativo do momento.</p>
<p>É preciso aproveitar o momento para aplicar na tradicional renda fixa, que está rendendo taxas pelo prazo de 18 meses, de 14,80% ao ano. Não esqueçam que renda fixa não são aplicações em fundos de renda fixa e fundos indexados, comprem títulos com taxas e prazo previamente determinados.</p>
<p>Infelizmente essas taxas acabam inibindo investimentos e freando o crescimento econômico, também por isso é hoje a aplicação de menor risco e de pornográfica remuneração.</p>
<p>Então fujam da turbulência dos mercados voláteis e se ancorem nessa mamata até quando ela durar, não se prenda a investimentos que podem lhe tolher os movimentos e os projetos de futuro.</p>
<p>Do mercado, escravo eu?</p>
<p>Não, escravo meu!</p>
<p>*E-flação na contramão da inflação<br />
O e-Flation, índice que mede os preços no e-commerce, vem registrando deflação &#8211; ao contrário dos índices oficiais de inflação, cuja disparada assusta o Brasil e o mundo. Recentemente, o Programa de Administração do Varejo (Provar), de São Paulo, anunciou que o e-Flation da primeira quinzena de junho registrou índice negativo de 1,01%.</p>
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		<title>Emergentes, ocidente e oriente &#8211; Final</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 05:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz A. Semprini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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		<description><![CDATA[Estamos vivendo um paradoxo provocado de um lado pela globalização e de outro consequências de correção de rumo, regulamentações governamentais, uma ponta de desconfiança na sustentabilidade e divisões econômicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Emergentes, ocidente e oriente &#8211; Final</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Amigos apresento-lhes a última parte do que intitulei&#8230; Emergentes, ocidente e oriente.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Estamos vivendo um paradoxo provocado de um lado pela globalização e de outro consequências de correção de rumo, regulamentações governamentais, uma ponta de desconfiança na sustentabilidade e divisões econômicas.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Temos o oriente, outrora comandado pela economia japonesa até o surgimento dos tigres asiáticos. A China era vista como um grande mercado de consumo mas que devido ao regime político ficava com um digamos assim , terceiro lugar.Surgiram então os árabes com a riqueza advinda do petróleo.O conservadorismo moderado na Europa , a pujança dos Estados Unidos e a desordem da América Latina foram sacudidos pelo impacto da especulação e uma certa condescendência dos governos , via mau uso dos recursos e desconhecimento das artimanhas do mercado financeiro , como exemplo  o mecanismo dos derivativos.Instalou-se a crise de 2007 e 2008 originada no mercado financeiro americano simplesmente pela falta de regulamentação e que se alastrou pelo mundo tanto pelo medo como pela globalização pois os mercados queriam viver sob a égide do consumo americano esquecendo dos seus mercados locais. Tecnicamente, os respectivos Bancos Centrais agiram e estão agindo com atenção e eficiência promovendo a ascensão do mercado doméstico por meio de créditos e retroagindo suas taxas de juros. As regras do capitalismo foram reestudadas e posturas globais melhor discutidas , ou seja , há que existir a força do mercado doméstico e neste ponto , a China se sobressaiu e vem ganhando espaço, seu regime mudou e abriu-se para o mundo.De um lado a riqueza de Xangai e de outro a arquitetura de Dubai , sem mencionar  o crescimento da Índia , fizeram com que o Japão perdesse algumas posições. Há que se levar em conta também a população e as questões geopolíticas.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A Europa, o continente velho, vem sofrendo, talvez , mais do que os outros mercados as consequências pelo simples fato de que , se posso assim dizer, tudo já está preenchido, população e sistema produtivo. Os EUA lutam para que haja pontos positivos na equação consumo &#8211; emprego &#8211; crédito e o Brasil vem se estabilizando como uma economia promissora , o que já é fato , entretanto ainda deve fazer algumas lições de casa , as esperadas reformas sociopolíticas uma vez que temos consumo e posição geográfica e mais , o otimismo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">No oriente, continuamos a admirar a economia do sol nascente, mas o império chinês já está formado e do lado do ocidente o Brasil desponta como economia promissora.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8230; quero deixar , com permissão , a minha simples mensagem de natal e de ano novo,</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8230;costumo dizer que Deus está vendo e nós que acompanhamos e vivemos do mercado às vezes esquecemos-nos Dele, mas é preciso que voltemos a cultivar a FÉ, pois sem ela não conseguiremos ser firmes e confiantes. Atravessamos tempos de reformulação , de valores pessoais e sociais, de novas esperanças.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Acredito em papai Noel da seguinte forma, sejamos simples, vamos ganhar presente, nossa família, nossa gente, e apesar de nos sentirmos um tanto perdidos não estamos sós</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Em poucas palavras, desejo a todos que neste Natal cada um receba o seu presente! E NÃO ESQUEÇAM      Deus está vendo!</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Obrigado a todos e até&#8230;</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Luiz Semprini é Engenheiro e trader</div>
<p>Amigos apresento-lhes a última parte do que intitulei&#8230; Emergentes, ocidente e oriente.</p>
<p>Estamos vivendo um paradoxo provocado de um lado pela globalização e de outro consequências de correção de rumo, regulamentações governamentais, uma ponta de desconfiança na sustentabilidade e divisões econômicas.</p>
<p>Temos o oriente, outrora comandado pela economia japonesa até o surgimento dos tigres asiáticos. A China era vista como um grande mercado de consumo mas que devido ao regime político ficava com um digamos assim , terceiro lugar.Surgiram então os árabes com a riqueza advinda do petróleo.O conservadorismo moderado na Europa , a pujança dos Estados Unidos e a desordem da América Latina foram sacudidos pelo impacto da especulação e uma certa condescendência dos governos , via mau uso dos recursos e desconhecimento das artimanhas do mercado financeiro , como exemplo  o mecanismo dos derivativos.Instalou-se a crise de 2007 e 2008 originada no mercado financeiro americano simplesmente pela falta de regulamentação e que se alastrou pelo mundo tanto pelo medo como pela globalização pois os mercados queriam viver sob a égide do consumo americano esquecendo dos seus mercados locais. Tecnicamente, os respectivos Bancos Centrais agiram e estão agindo com atenção e eficiência promovendo a ascensão do mercado doméstico por meio de créditos e retroagindo suas taxas de juros. As regras do capitalismo foram reestudadas e posturas globais melhor discutidas , ou seja , há que existir a força do mercado doméstico e neste ponto , a China se sobressaiu e vem ganhando espaço, seu regime mudou e abriu-se para o mundo.De um lado a riqueza de Xangai e de outro a arquitetura de Dubai , sem mencionar  o crescimento da Índia , fizeram com que o Japão perdesse algumas posições. Há que se levar em conta também a população e as questões geopolíticas.</p>
<p>A Europa, o continente velho, vem sofrendo, talvez , mais do que os outros mercados as consequências pelo simples fato de que , se posso assim dizer, tudo já está preenchido, população e sistema produtivo. Os EUA lutam para que haja pontos positivos na equação consumo &#8211; emprego &#8211; crédito e o Brasil vem se estabilizando como uma economia promissora , o que já é fato , entretanto ainda deve fazer algumas lições de casa , as esperadas reformas sociopolíticas uma vez que temos consumo e posição geográfica e mais , o otimismo.</p>
<p>No oriente, continuamos a admirar a economia do sol nascente, mas o império chinês já está formado e do lado do ocidente o Brasil desponta como economia promissora.</p>
<p>&#8230; quero deixar , com permissão , a minha simples mensagem de natal e de ano novo,</p>
<p>&#8230;costumo dizer que Deus está vendo e nós que acompanhamos e vivemos do mercado às vezes esquecemos-nos Dele, mas é preciso que voltemos a cultivar a FÉ, pois sem ela não conseguiremos ser firmes e confiantes. Atravessamos tempos de reformulação , de valores pessoais e sociais, de novas esperanças.</p>
<p>Acredito em papai Noel da seguinte forma, sejamos simples, vamos ganhar presente, nossa família, nossa gente, e apesar de nos sentirmos um tanto perdidos não estamos sós</p>
<p>Em poucas palavras, desejo a todos que neste Natal cada um receba o seu presente! E NÃO ESQUEÇAM      Deus está vendo!</p>
<p>Obrigado a todos e até&#8230;</p>
<p><strong>Luiz A. Semprini </strong>é Engenheiro e trader</p>
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		<title>Emergentes, ocidente e oriente &#8211; II</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 22:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz A. Semprini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos terminando 2009 com resultados positivos e recuperação quase que total dos prejuízos provocados pela crise iniciada no mercado americano com o nome de subprime e acarretou um efeito dominó gerando temor principalmente na Europa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8230; de volta aos leitores com ocidente e oriente.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Estamos terminando 2009 com resultados positivos e recuperação quase que total dos prejuízos provocados pela crise iniciada no mercado americano com o nome de subprime e acarretou um efeito dominó gerando temor principalmente na Europa. Entretanto continuo lendo opiniões de economistas renomados que insistem em dizer que novas tempestades poderão vir, ou formação de bolhas. Paremos para pensar numa só questão que faria com que refutássemos tais teorias pois a despeito do que podemos visualizar tecnicamente, temos que ter em mente o seguinte: como seria o mundo se não retomássemos o crescimento, as novas gerações a criação de novas tecnologias e acima de tudo ocupação para todos , pois quero acreditar que ninguém nasceu para ficar desempregado e não ter família. Atrelam-se os mercados globais a economia norte-americana, seu alto poder de consumo, a máquina não pode parar. Muito certo , mas o globo tem outras nações e suas respectivas culturas e costumes e o consumo é olhado de outra forma.Entretanto a população mundial , a cada dia pelo menos mais uma criança nasce e que deve ter direito ao seu lugar como futuro cidadão e consumidor sem fazer parte de uma mera estatística para os anais de economia.A Europa sofre tanto por ser um continente velho como por seu esgotamento geográfico, justifico daí , um certo protecionismo na sua economia.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">É imperativo, que embora os efeitos da globalização provoque alguma exclusão com o nome de concorrência e que o mercado é implacável, ações socioeconômicas devem ser aplicadas e geridas por mais algum tempo e que teses de recuperação econômica em U ou V  não vem muito ao caso uma vez que o tempo urge.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Uma pergunta que gostaria de fazer: como  é possível para um investidor ou acionista ter confiança em manter uma posição no mercado se existe em certos momentos ajustes um tanto desproporcionais. É como se voltasse para o final da fila. Chamamos tecnicamente ajustes ou realização de lucros e nem todos nós sabemos as peculiaridades do mercado É preciso parar com rumores de que o caos ainda ronda nossas cabeças como também incrementar os mercados domésticos e suas relações entre si.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Acredito que todos de uma forma ou outra fizeram e estão fazendo a lição de casa e que o trabalho para o crescimento não pode parar!</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Boa sorte a todos e até a próxima&#8230;</div>
<p>&#8230; de volta aos leitores com ocidente e oriente.</p>
<p>Estamos terminando 2009 com resultados positivos e recuperação quase que total dos prejuízos provocados pela crise iniciada no mercado americano com o nome de subprime e acarretou um efeito dominó gerando temor principalmente na Europa. Entretanto continuo lendo opiniões de economistas renomados que insistem em dizer que novas tempestades poderão vir, ou formação de bolhas. Paremos para pensar numa só questão que faria com que refutássemos tais teorias pois a despeito do que podemos visualizar tecnicamente, temos que ter em mente o seguinte: como seria o mundo se não retomássemos o crescimento, as novas gerações a criação de novas tecnologias e acima de tudo ocupação para todos , pois quero acreditar que ninguém nasceu para ficar desempregado e não ter família. Atrelam-se os mercados globais a economia norte-americana, seu alto poder de consumo, a máquina não pode parar. Muito certo , mas o globo tem outras nações e suas respectivas culturas e costumes e o consumo é olhado de outra forma.Entretanto a população mundial , a cada dia pelo menos mais uma criança nasce e que deve ter direito ao seu lugar como futuro cidadão e consumidor sem fazer parte de uma mera estatística para os anais de economia.A Europa sofre tanto por ser um continente velho como por seu esgotamento geográfico, justifico daí , um certo protecionismo na sua economia.</p>
<p>É imperativo, que embora os efeitos da globalização provoque alguma exclusão com o nome de concorrência e que o mercado é implacável, ações socioeconômicas devem ser aplicadas e geridas por mais algum tempo e que teses de recuperação econômica em U ou V  não vem muito ao caso uma vez que o tempo urge.</p>
<p>Uma pergunta que gostaria de fazer: como  é possível para um investidor ou acionista ter confiança em manter uma posição no mercado se existe em certos momentos ajustes um tanto desproporcionais. É como se voltasse para o final da fila. Chamamos tecnicamente ajustes ou realização de lucros e nem todos nós sabemos as peculiaridades do mercado É preciso parar com rumores de que o caos ainda ronda nossas cabeças como também incrementar os mercados domésticos e suas relações entre si.</p>
<p>Acredito que todos de uma forma ou outra fizeram e estão fazendo a lição de casa e que o trabalho para o crescimento não pode parar!</p>
<p>Boa sorte a todos e até a próxima&#8230;</p>
<p><span style="font-family: Georgia, serif; line-height: 25px; color: #333333;"><strong style="font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 16px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Luiz Semprini</strong> é Engenheiro e trader</span></p>
<p><span style="font-family: Georgia, serif; line-height: 25px; color: #333333;"><br />
</span></p>
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		<title>Emergentes, ocidente e oriente</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/colunas/emergentes-ocidente-e-oriente/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 10:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz A. Semprini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fazendo um retrospecto a partir de 2005, meio de década e primeira do milênio, o despertar da economia, a crise do subprime a euforia e inconsequência do ocidente que provocou...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Emergentes, ocidente e oriente</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Caro leitor gostaria de conversar sobre um assunto que intitulei de emergentes, ocidente e oriente.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Fazendo um retrospecto a partir de 2005, meio de década e primeira do milênio, o despertar da economia, a crise do subprime a euforia e inconsequência do ocidente que provocou, se posso assim dizer, o momento difícil pelo qual passamos e agora a retomada, pois é obvio que teremos que ter uma retomada, pois o mundo não está com dias contados, vamos entender a força dos emergentes como economia em crescimento e liberdade para buscar relacionamentos e parcerias</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">De um lado ainda vejo parte de economista e analistas certo ceticismo nesta retomada  e de outros correntes otimistas. É fato que se nos colocarmos para fazer uma caminhada teremos que olhar para frente e se não tivermos um objetivo positivo a alcançar, seria o mesmo que negar todo o nosso esforço. Assim , de uma forma bem simplista e, peço desculpas por tal , temos que encarar novos desafios.Esta crise , por exemplo, tomemos como lição de modo a tornar a economia e o ritmo de crescimento constante , confiável e saudável e para isto temos que verificar o mercado doméstico , a sua regulamentação , e seu relacionamento interno e externo .</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">No tocante ao ocidente, creio que a lição teve nota baixa, principalmente nos países desenvolvidos, mais por conta da especulação, falta de otimismo e regulação e isso fez com que os chamados tigres asiáticos, com destaque a China, e, por conseguinte emergente, firmassem um bom espaço. Entre outras medidas de incentivo , o cuidado com o mercado doméstico e o equilíbrio com o externo .Claro que o contingente de consumo chinês é inquestionável mas creio que ,levando em conta o seu passado de regime fechado , a lição teve nota boa .Isto tem provocado na economia ocidental como um todo um certo ciúme que é colocado pelas correntes pessimistas ocidentais como despropósito , incremento de bolhas e por aí vai.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Particularmente acho espetacular a iniciativa dosa Bancos Centrais e, destaco a figura do Sr. Ben Bernanke com relação à presença estatal na regulação dos mercados. O lado socioeconômico deve ser levado em conta também , ou seja , a cidadania.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">No grupo dos emergentes o Brasil também tem o seu destaque, mas a nota da lição precisa ser melhorada. Não muito recente é que o nosso mercado doméstico tem sido valorizado, sentimo-nos mais cidadãos, contudo, precisamos ser mais otimistas. Temos que encarar a globalização com mais equilíbrio e responder ao comércio desleal de modo a não nos tornarmos dependentes.Estamos em situação estratégica em relação aos outros emergentes e nisso corroboram nossas terras , posição geográfica , regime político e consumo interno , não será preciso estudar muito.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Pensemos primeiro nos amarelos, azuis e brancos, olhem para frente, deixemos o preto guardado, ou, sem pessimismo</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Avante!    UM ABRAÇO A TODOS E ATÉ A PRÓXIMA&#8230;</div>
<p>Caro leitor gostaria de conversar sobre um assunto que intitulei de emergentes, ocidente e oriente.</p>
<p>Fazendo um retrospecto a partir de 2005, meio de década e primeira do milênio, o despertar da economia, a crise do subprime a euforia e inconsequência do ocidente que provocou, se posso assim dizer, o momento difícil pelo qual passamos e agora a retomada, pois é obvio que teremos que ter uma retomada, pois o mundo não está com dias contados, vamos entender a força dos emergentes como economia em crescimento e liberdade para buscar relacionamentos e parcerias</p>
<p>De um lado ainda vejo parte de economista e analistas certo ceticismo nesta retomada  e de outros correntes otimistas. É fato que se nos colocarmos para fazer uma caminhada teremos que olhar para frente e se não tivermos um objetivo positivo a alcançar, seria o mesmo que negar todo o nosso esforço. Assim , de uma forma bem simplista e, peço desculpas por tal , temos que encarar novos desafios.Esta crise , por exemplo, tomemos como lição de modo a tornar a economia e o ritmo de crescimento constante , confiável e saudável e para isto temos que verificar o mercado doméstico , a sua regulamentação , e seu relacionamento interno e externo .</p>
<p>No tocante ao ocidente, creio que a lição teve nota baixa, principalmente nos países desenvolvidos, mais por conta da especulação, falta de otimismo e regulação e isso fez com que os chamados tigres asiáticos, com destaque a China, e, por conseguinte emergente, firmassem um bom espaço. Entre outras medidas de incentivo , o cuidado com o mercado doméstico e o equilíbrio com o externo .Claro que o contingente de consumo chinês é inquestionável mas creio que ,levando em conta o seu passado de regime fechado , a lição teve nota boa .Isto tem provocado na economia ocidental como um todo um certo ciúme que é colocado pelas correntes pessimistas ocidentais como despropósito , incremento de bolhas e por aí vai.</p>
<p>Particularmente acho espetacular a iniciativa dosa Bancos Centrais e, destaco a figura do Sr. Ben Bernanke com relação à presença estatal na regulação dos mercados. O lado socioeconômico deve ser levado em conta também , ou seja , a cidadania.</p>
<p>No grupo dos emergentes o Brasil também tem o seu destaque, mas a nota da lição precisa ser melhorada. Não muito recente é que o nosso mercado doméstico tem sido valorizado, sentimo-nos mais cidadãos, contudo, precisamos ser mais otimistas. Temos que encarar a globalização com mais equilíbrio e responder ao comércio desleal de modo a não nos tornarmos dependentes.Estamos em situação estratégica em relação aos outros emergentes e nisso corroboram nossas terras , posição geográfica , regime político e consumo interno , não será preciso estudar muito.</p>
<p>Pensemos primeiro nos amarelos, azuis e brancos, olhem para frente, deixemos o preto guardado, ou, sem pessimismo</p>
<p>Avante!    UM ABRAÇO A TODOS E ATÉ A PRÓXIMA&#8230;</p>
<p> </p>
<p><strong>Luiz Semprini</strong> é Engenheiro e trader</p>
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