O momento é de reconhecer a validade da hipótese básica que orienta a política econômica (fiscal, monetária e cambial) brasileira: o mundo caminha para alguns anos de alta volatilidade e baixo crescimento. Sendo que esta é a única certeza que podemos ter, no mínimo, até fim de 2012.
“O papel do Federal Reserve é o de parar de servir bebidas quando a festa está começando a esquentar”. Essa frase, atribuída à William McChesney – ex-Chairman do Federal Reserve (FED) –, resume sucintamente a ingrata tarefa que se impõe hoje ao Banco Central (BC).
No cenário externo a semana vai seguir no mesmo lema da semana anterior, do “quanto pior, melhor”, à medida que os indicadores econômicos continuarem a apresentar maior debilidade no processo de recuperação da economia real principalmente na Europa e EUA, maiores as probabilidades de os bancos centrais atuarem mais rápido com maiores estímulos.
A reafirmação das políticas de incentivo a recuperação econômica por parte do G20, afastaram o fantasma de algumas notícias que já rondavam o mercado, dando conta que o FED e outras autoridades monetárias já estariam preparando um enxugamento da liquidez excessiva dos mercados.
La traviata Bovespa (A transviada Bovespa). Uma versão financeira, bem humorada e criativa, em quatro atos, da ópera La Traviata de Giuseppe Verdi.
Comentários