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	<title>Aviso em Dois &#187; bm&amp;f</title>
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	<description>ALEA JACTA EST</description>
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		<title>Swap</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 09:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bm&f]]></category>
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		<category><![CDATA[troca de índices]]></category>

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		<description><![CDATA[Entenda o que é, como funciona e quais as modalidades e utilidades de um contrato do derivativo Swap (troca de indexadores). As modalidades de swap são várias e dão flexibilidade para as partes envolvidas combinarem os indicadores, os prazos e outras características do contrato.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Swap</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Contratos de swap são, na prática, “troca” de índices, feitos por quem deseja fazer hedge (se proteger) contra a variação de um índice específico. As modalidades de swap são várias e dão flexibilidade para as partes envolvidas combinarem os indicadores, os prazos e outras características do contrato.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Esses contratos de swap são bastante flexíveis. As partes envolvidas no processo poderão acertar entre si quais os indicadores, o prazo e as características acordadas. O mercado financeiro, na prática, acabou por eleger algumas combinações preferidas.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Um exemplo comum é o do exportador conservador que não gostaria de correr os riscos de uma oscilação cambial. Isso ocorre porque suas receitas são em dólares e despesas em reais, não interessando a ele, portanto, correr o risco da variação do câmbio. Em virtude dessa situação ele pode fazer um swap com um contrato de DI contra dólar.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Nesse caso o banco assume o risco em dólar e, em troca, o exportador conta com os juros do DI &#8211; que é um ativo corrigido pela taxa diária dos juros. Outra operação muito comum é a de quem tem uma dívida pós-fixada e quer evitar o risco de uma alta nos juros. Nessa situação o devedor procura um banco que aceita a troca da taxa pós-fixada por uma taxa prefixada e assume o risco.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>É claro que existe um prêmio de risco embutido. No exemplo do devedor acima, o banco cobrará uma taxa de juros um pouco mais alta do que a de mercado, para neutralizar o risco que está correndo.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Depois de acertados os termos do negócio, o contrato deverá ser registrado ou na CETIP ou na Bolsa de Mercadorias &amp; Futuros (BM&amp;F). No caso da CETIP, os contratos são todos feitos sem garantia. Já a BM&amp;F oferece a alternativa dos contratos terem garantias, que incluem depósito de garantias na própria Bolsa por parte dos envolvidos na operação.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>De acordo com a legislação do Banco Central, podem ser usadas taxas de juros, índices de preços, taxas de câmbio (moedas estrangeiras) e ouro. Portanto, o leque de combinações entre as partes é grande.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Os índices mais utilizados atualmente são o DI, dólar comercial e flutuante, IGP-M, IGP-DI, ouro, taxa prefixada, taxa SELIC, TR, TBF e TJLP.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Quando intermediados por instituições financeiras, os contratos de swap estão sujeitos à incidência de IOF e IR, conforme tabelas fornecidas pela Receita Federal. De um modo geral, a alíquota do IOF é decrescente, em função do prazo de permanência do contrato.</strong></div>
<p><strong>Swap</strong></p>
<p>Contratos de swap são, na prática, “troca” de índices, feitos por quem deseja fazer hedge (se proteger) contra a variação de um índice específico. As modalidades de swap são várias e dão flexibilidade para as partes envolvidas combinarem os indicadores, os prazos e outras características do contrato.</p>
<p>Esses contratos de swap são bastante flexíveis. As partes envolvidas no processo poderão acertar entre si quais os indicadores, o prazo e as características acordadas. O mercado financeiro, na prática, acabou por eleger algumas combinações preferidas.</p>
<p>Um exemplo comum é o do exportador conservador que não gostaria de correr os riscos de uma oscilação cambial. Isso ocorre porque suas receitas são em dólares e despesas em reais, não interessando a ele, portanto, correr o risco da variação do câmbio. Em virtude dessa situação ele pode fazer um swap com um contrato de DI contra dólar.</p>
<p>Nesse caso o banco assume o risco em dólar e, em troca, o exportador conta com os juros do DI &#8211; que é um ativo corrigido pela taxa diária dos juros. Outra operação muito comum é a de quem tem uma dívida pós-fixada e quer evitar o risco de uma alta nos juros. Nessa situação o devedor procura um banco que aceita a troca da taxa pós-fixada por uma taxa prefixada e assume o risco.</p>
<p>É claro que existe um prêmio de risco embutido. No exemplo do devedor acima, o banco cobrará uma taxa de juros um pouco mais alta do que a de mercado, para neutralizar o risco que está correndo.</p>
<p>Depois de acertados os termos do negócio, o contrato deverá ser registrado ou na CETIP ou na Bolsa de Mercadorias &amp; Futuros (BM&amp;F). No caso da CETIP, os contratos são todos feitos sem garantia. Já a BM&amp;F oferece a alternativa dos contratos terem garantias, que incluem depósito de garantias na própria Bolsa por parte dos envolvidos na operação.</p>
<p>De acordo com a legislação do Banco Central, podem ser usadas taxas de juros, índices de preços, taxas de câmbio (moedas estrangeiras) e ouro. Portanto, o leque de combinações entre as partes é grande.</p>
<p>Os índices mais utilizados atualmente são o DI, dólar comercial e flutuante, IGP-M, IGP-DI, ouro, taxa prefixada, taxa SELIC, TR,  e TJLP.</p>
<p>Quando intermediados por instituições financeiras, os contratos de swap estão sujeitos à incidência de IOF e IR, conforme tabelas fornecidas pela Receita Federal. De um modo geral, a alíquota do IOF é decrescente, em função do prazo de permanência do contrato.</p>
<p class="MsoNormal">Fundamental é calcular os custos envolvidos na operação. Muitas vezes spreads, diferença de taxas, e custos adicionais, acabam inviabilizando o hedge, sendo mais vantajoso correr o risco da variação do índice que se está exposto.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Contrato BM&amp;F de  Operação  estruturada de  swap cambial  com futuro de dólar: <a href="http://www.bmf.com.br/bmfbovespa/pages/contratos1/Financeiros/PDF/Swapcambial-DOLfut.pdf">http://www.bmf.com.br/bmfbovespa/pages/contratos1/Financeiros/PDF/Swapcambial-DOLfut.pdf</a></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Caderno de fórmulas de cálculos de swap &#8211; Cetip</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://www.cetip.com.br/docs/Caderno_de_Formulas/SPR.pdf">http://www.cetip.com.br/docs/Caderno_de_Formulas/SPR.pdf</a></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Fontes:</p>
<p class="MsoNormal">Banco Central do Brasil</p>
<p class="MsoNormal">Bolsa de Mercadorias e Futuros &#8211; BM&amp;F</p>
<div>Cetip &#8211; Central de Títulos Privados</div>
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		<title>Produtos Agropecuários negociados na BM&amp;F</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:17:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Gonalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[bm&f]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos Agropecuários]]></category>

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		<description><![CDATA[No Brasil, verificamos que a utilização dos mercados futuros pelos produtores agropecuários com a finalidade de proteção (hedge), é consideravelmente pequena. Se por um lado a BM&#038;F é a maior bolsa em volume financeiro negociado do hemisfério Sul, por outro lado verificamos que, deste volume, as negociações dos quatro contratos mais líquidos do mercado agropecuário correspondem a apenas 1/506 avos do volume total negociado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Produtos Agropecuários negociados na BM&amp;F</strong></p>
<p>No Brasil, verificamos que a utilização dos mercados futuros pelos produtores agropecuários com a finalidade de proteção (hedge), é consideravelmente pequena. Se por um lado a BM&amp;F é a maior bolsa em volume financeiro negociado do hemisfério Sul, por outro lado verificamos que, deste volume, as negociações dos quatro contratos mais líquidos do mercado agropecuário correspondem a apenas 1/506 avos do volume total negociado. Destes volumes, não é possível afirmar com certeza o quanto corresponde efetivamente à proteção e o quanto é especulação. De qualquer forma, é possível se afirmar que o volume operado nos mercado agrícola é bastante baixo, e reflete a dificuldade dos produtores em acessar esse tipo de mecanismo.<br />
A baixa liquidez nos contratos agropecuários no Brasil pode ser em parte justificada pela ausência de financiadores. Os financiadores são instituições financeiras como bancos de investimento ou fundos de pensão, que tomam a dianteira na negociação dos contratos nos mercados futuros, comprando a produção do produtor e se encarregando do acompanhamento, custos e onerosas margens de garantia que a negociação em bolsa determina. É dessa forma que os mercados futuros agropecuários mais líquidos do mundo funcionam, sempre com o intermédio dessa figura financeira chamada de financiador, já que o produtor rural geralmente está mais preocupado com sua atividade produtiva do que com a complexidade dos mercados futuros.<br />
No gráfico abaixo observamos os volumes financeiros negociados na BM&amp;F em 2008 para as quatro mercadorias agropecuárias mais líquidas do mercado nacional.</p>
<p> <a href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/bmf.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-8157" title="bmf" src="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/bmf.bmp" alt="" /></a></p>
<p><a rel="lightbox" href="http://avisoemdois.com.br/assets/imagery/agricola.png"></a></p>
<p>Fonte: Boletim BM&amp;F 2008.</p>
<p>Comparado com os números do IBGE da Produção Agrícola Municipal (PAM), observamos que a relação entre a Produção Total IBGE e o volume total negociado na BM&amp;F, para os produtos agrícolas, é bastante baixa:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="144"><strong>Cultura<br />
(2008)</strong></td>
<td width="144"><strong>PAM IBGE (R$/mil)</strong></td>
<td width="144"><strong>Vol. Financeiro BM&amp;F (R$/mil)</strong></td>
<td width="144"><strong>Vol. Financeiro (em % da PAM)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="144"><strong>Café</strong></td>
<td width="144">8.070.987</td>
<td width="144">826.568</td>
<td width="144">10,24</td>
</tr>
<tr>
<td width="144"><strong>Soja</strong></td>
<td width="144">25.794.985</td>
<td width="144">329.582</td>
<td width="144">1,28</td>
</tr>
<tr>
<td width="144"><strong>Milho</strong></td>
<td width="144">15.616.489</td>
<td width="144">239.161</td>
<td width="144">1,53</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Dessa forma, mesmo que consideremos que 100% do volume negociado na BM&amp;F correspondam às operações de proteção agrícola (o que seria um grande equívoco), ainda assim a significância dessa ferramenta de proteção para a maioria dos produtores rurais brasileiros ainda seria baixíssima.</p>
<p> </p>
<p><strong>Padronização de Contratos Agropecuários na BM&amp;F</strong></p>
<p><strong>Açúcar</strong><br />
Objeto de negociação: Açúcar cristal especial, com mínimo de 99,7 graus de polarização, máximo de 0,08% de umidade, máximo de 150 de cor ICUMSA (International Commission for Uniform Methods of Sugar Analysis), máximo de 0,07% de cinzas, para entrega no município de São Paulo (SP).<br />
Cotação: US$/saca (50Kg líquidos), com duas casas decimais, livres de quaisquer encargos, tributários ou não-tributários.<br />
Vencimento: Sexto dia útil do mês de vencimento. Os meses de vencimento autorizados são fevereiro, abril, julho, setembro e novembro.<br />
Tamanho do contrato: 270 sacas de 50Kg líquidos.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Álcool</strong><br />
Objeto de negociação: Álcool anidro para fins carburantes, conforme especificações técnicas definidas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).<br />
Cotação: R$ por metro cúbico (1.000 litros), com duas casas decimais, livres de quaisquer encargos, tributários ou não-tributários.<br />
Vencimento: Sexto dia útil do mês de vencimento, estando todos os meses-calendário autorizados.<br />
Tamanho do contrato: 30 metros cúbicos a 20 graus Celsius.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Boi Gordo</strong><br />
Objeto de negociação: Bovino macho, castrado, bem acabado (carcaça convexa), em pasto ou confinamento, que apresente peso entre o mínimo de 450kg e o máximo de 550kg e idade máxima de 42 meses.<br />
Cotação: R$/arroba.<br />
Vencimento: Último dia útil do mês de vencimento, estando todos os meses-calendário autorizados.<br />
Tamanho do contrato: 330 arrobas líquidas.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Bezerro</strong><br />
Objeto de negociação: nelore ou anelorado, de 8 a 12 meses com peso entre 170 e 200kg.<br />
Cotação: R$ por animal.<br />
Vencimento: Último dia útil do mês de vencimento. Os meses de vencimento autorizados são: fevereiro, março, abril, maio, junho, julho, agosto, setembro e outubro.<br />
Tamanho do contrato: 33 animais.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Café Arábica<br />
</strong>Objeto de negociação: Café cru, de produção brasileira, coffe arábica, tipo 6, bebida dura para melhor, para entrega na cidade de São Paulo.<br />
Cotação: US$/saca (60kg líquidos).<br />
Vencimento: Sexto dia útil ao último dia do mês de vencimento. Os meses de vencimento autorizados são março, maio, julho, setembro e dezembro.<br />
Tamanho do contrato: 100 sacas de 60kg.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Milho</strong><br />
Objeto de negociação: Milho a granel com 14% de umidade, máximo de 2% de impureza na peneira.<br />
Cotação: 5mm, até 6% de ardidos e 12% de avariados.<br />
Vencimento: Sétimo dia útil anterior ao último dia útil do mês de vencimento. Os meses de vencimento autorizados são janeiro, março, maio, julho, setembro e novembro.<br />
Tamanho do contrato: 450 sacas de 60kg.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Soja<br />
</strong>Objeto de negociação: Soja a granel tipo exportação, com conteúdo de óleo base de 18,5% e com até 14% de umidade; base de 1%, não ultrapassando o máximo de 2% de impurezas; e máximo de 8% de avariados, de 10% de grãos verdes e de 30% de grãos quebrados.<br />
Cotação: US$/saca (60Kg) com duas casas decimais, livres de quaisquer encargos, tributários ou não-tributários.<br />
Vencimento: Nono dia útil anterior ao primeiro dia do mês de vencimento. Os meses de vencimento autorizados são março, abril, maio, junho, julho, agosto, setembro e novembro.<br />
Tamanho do contrato: 450 sacas de 60k</p>
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		<title>Entrevista &#8211; Ações da Cetip despencam 9,54%</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/colunas/entrevista-acoes-da-cetip-despencam-954/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 10:24:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[balcão organizado]]></category>
		<category><![CDATA[bm&f]]></category>
		<category><![CDATA[bovespa]]></category>
		<category><![CDATA[cetip]]></category>
		<category><![CDATA[desmutualização]]></category>

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		<description><![CDATA[No primeiro dia de negócios, papéis da Cetip - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos -, que vieram à bolsa com preço bem mais salgado do que o fechado na venda de parte do capital em maio, sofreram revés de 9,54%.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ações da Cetip despencam 9,54% na BM&amp;F Bovespa</strong><br />
Conrado Mazzoni  <br />
28/10/09 20:24</p>
<p>No primeiro dia de negócios, papéis da Cetip &#8211; Balcão Organizado de Ativos e Derivativos -, que vieram à bolsa com preço bem mais salgado do que o fechado na venda de parte do capital em maio, sofreram revés de 9,54%.</p>
<p>Nesta quarta-feira (28) negativa para o mercado, as ações fecharam cotadas a R$ 11,76.</p>
<p>Desde o início dos negócios, os papéis da maior depositária de títulos privados de renda fixa da América Latina registraram desvalorização. Na mínima, chegaram a valer R$ 11,21 &#8211; queda de 13,76%. O volume financeiro foi de R$ 261,79 milhões, com 7.608 negócios.</p>
<p>O preço da ação da Cetip na oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) ficou em R$ 13, no piso da faixa estimada de R$ 13 a R$ 17. Se considerada a operação da gestora de fundos de private equity Advent International, que adquiriu 30% do capital social da empresa, em maio, por aproximadamente R$ 360 milhões, tratava-se de um valor alto.</p>
<p>Isso porque os 71.355.187 de papéis pertencentes hoje ao Advent foram adquiridos por cerca de R$ 5,04 cada.</p>
<p>Com a distribuição de 67.797.926 ações ao mercado, a Cetip levantou R$ 881,3 milhões em capital. Mas a recepção no primeiro dia foi pouco calorosa.</p>
<p><strong>Cetip e BM&amp;F</strong></p>
<p>Alguns analistas têm pouca crença no objetivo da Cetip em se lançar como plataforma de negociação de ativos e derivativos, competindo com a BM&amp;F Bovespa em alguns mercados.</p>
<p>Em títulos privados de renda fixa e derivativos de balcão, a Cetip, atualmente, oferece serviços de registro, custódia, negociação e gerenciamento.</p>
<p>&#8220;A empresa não tem o dinamismo da Bovespa e da BM&amp;F&#8221;, opina o economista Waldir Kiel, organizador do site Aviso em Dois. &#8220;Além disso, estrearam em um dia péssimo&#8221;.</p>
<p>Hoje o Ibovespa marcou perdas de 4,75%, aos 60.162 pontos, migrando para o campo negativo no acumulado de outubro.</p>
<p>A medida do governo de taxar em 2% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) a entrada de capital externo em bolsa e renda fixa também pode ter respingado nas ações da Cetip, cujo IPO foi dominado por estrangeiros.</p>
<p><strong>Desmutualização</strong></p>
<p>Outro fator citado como explicação à queda dos papéis da companhia remete ao período de desmutualização, processo realizado em julho de 2008. Desde essa época, muitas corretoras e distribuidoras de valores detinham títulos da Cetip.</p>
<p>&#8220;Não estavam esperando rendimento nenhum, de repente&#8230;&#8221;, explicou Kiel, se referindo à oportunidade surgida de se desfazer dos papéis na oferta.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fim do pregão viva-voz na BM&amp;F</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/sem-categoria/fim-do-pregao-viva-voz-na-bmf/</link>
		<comments>http://avisoemdois.com.br/sem-categoria/fim-do-pregao-viva-voz-na-bmf/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 11:50:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[bm&f]]></category>
		<category><![CDATA[bovespa]]></category>
		<category><![CDATA[investidores]]></category>
		<category><![CDATA[liquidez]]></category>
		<category><![CDATA[operador especial]]></category>
		<category><![CDATA[operadores]]></category>
		<category><![CDATA[pregão viva-voz]]></category>
		<category><![CDATA[scalper]]></category>
		<category><![CDATA[viva-voz]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Bovespa não existe mais o pregão viva-voz, na BM&#038;F, seu final definitivo está a caminho.
O que muda nos mercados com as operações realizadas somente no mercado eletrônico?
Estamos iniciando uma série de entrevistas com participantes do mercado, operadores e investidores, para sabermos em que medida, trará benefícios ou não para quem opera nos mercados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na Bovespa não existe mais o pregão viva-voz, na BM&amp;F, seu final definitivo está a caminho.<br />
O que muda nos mercados com as operações realizadas somente no mercado eletrônico?<br />
Estamos iniciando uma série de entrevistas com participantes do mercado, operadores e investidores, para sabermos em que medida, trará benefícios ou não para quem opera.</p>
<p>No dia 18/03/2009 &#8211; na apresentação dos resultados trimestrais o então<br />
diretor presidente da BM&amp;FBovespa falou sobre a meta de redução de<br />
despesas previstas para 2009 incluindo no orçamento a substituição do<br />
pregão viva-voz pelo eletrônico. &#8220;A negociação do índice futuro do<br />
Ibovespa &#8211; embora esse também possa ser negociado no side by side &#8211; e<br />
alguns call de fechamento de produtos de agronegócios e financeiros<br />
ainda são viva-voz. Queremos, até julho deste ano, migrá-los para as<br />
negociações eletrônicas&#8221; completou Edemir Pinto.</p>
<p>Diante deste quadro achamos muito importante saber da opinião daqueles que participam, de alguma forma, direta ou indiretamente, nas negociações dos ativos financeiros.<br />
Terminadas as entrevistas iremos fazer uma avaliação de tudo. O espaço está aberto para aqueles que quiserem opinar.</p>
<p>Começaremos entrevistando um Operador Especial, o chamado Scalper.<br />
Foi dada a opção de se identificar ou não. Nosso entrevistado preferiu o anonimato, já que é um atuante ativo nos mercados.</p>
<p>Diante dessa migração definitiva das operações do pregão viva-voz para o pregão eletrônico, gostaríamos de saber as avaliações de um especialista como você.</p>
<p>Perguntas: <strong>A2</strong> (Aviso em Dois)<br />
Respostas:<strong> OE</strong> (Operador Especial)</p>
<p><strong>A2</strong> &#8211; Há quanto tempo está no mercado financeiro e por quantos anos atua<br />
como operador especial (scaplper)?<br />
<strong>OE</strong> – No mercado financeiro estou a mais de 20 anos, como operador especial a mais de 10 anos.</p>
<p><strong>A2</strong> &#8211; Como você avalia o final das operações em pregão viva-voz?<br />
<strong>OE</strong> - Muitos não queriam isso. Existe o charme, a emoção do pregão, o problema social dos operadores.</p>
<p><strong>A2</strong>- Qual é a atuação básica de um operador especial (scalper)?<br />
OE &#8211; Sempre comprar e vender rapidamente os ativos, várias vezes ao dia, obtendo pequenos ganhos ou perdas aproveitando-se de curtas oscilações no preço durante o pregão.</p>
<p><strong>A2</strong> &#8211; Qual a importância do scalper para o mercado?<br />
<strong>OE </strong>- Gerar liquidez, à medida que compra ou vende um contrato ou ativo de modo rápido, assume riscos e permite ao hedger se posicionar com maior agilidade.</p>
<p><strong>A2</strong> &#8211; Em sua opinião, qual será o papel do scalper atuando somente nos<br />
mercados eletrônicos?<br />
<strong>OE</strong> – Teremos que nos adaptar a nova realidade.</p>
<p><strong>A2</strong> &#8211; Encontrará mais dificuldades? Se sim, quais?<br />
<strong>OE</strong> – A dificuldade será em avaliar um sentimento de mercado através de uma tela eletrônica.</p>
<p><strong>A2</strong> &#8211; Quais os benefícios de se operar somente em mercados eletrônicos?<br />
<strong>OE</strong> – Para quem não tinha acesso ao pregão viva-voz é um grande benefício estar plugado diretamente.</p>
<p><strong>A2 </strong>- Suas estratégias terão mudanças significativas com o fim do viva-voz?<br />
<strong>OE</strong> – De certo que sim. Já estou testando, há bastante tempo, novas formas de atuar.</p>
<p><strong>A2</strong>- No passado se viam muitas reclamações na imprensa e no sindicato<br />
dos operadores sobre a condição de stress que um operador do pregão<br />
viva-voz passava. Você acha que isso contribuiu para que o viva-voz<br />
fosse esvaziando?<br />
<strong>OE</strong> – Contribui sim, eu mesmo, cansei de alertar o pessoal que as reinvidicações eram justas, mas iriam contribuir para o esvaziamento do pregão viva-voz.</p>
<p><strong>A2</strong> &#8211; Na sua avaliação quais os motivos que levaram o encerramento dos<br />
pregões viva-voz no Brasil?<br />
<strong>OE</strong> – Muitas coisas, a principal que vale destacar, é o acesso de um número maior de pessoas aos mercados.</p>
<p><strong>A2</strong> &#8211; Em termos da chamada &#8220;transparência&#8221;, o que muda com pregões<br />
exclusivamente eletrônicos?<br />
<strong>OE</strong> – Este é outro motivo que alegam para a mudança, transparência sempre existiu, os que reclamam, são aqueles que costumam querer transferir o insucesso de uma operação aos operadores de pregão.</p>
<p><strong>A2 </strong>- Os mercados terão maior liquidez?<br />
<strong>OE</strong> – Espero que sim. O mercado vem ganhando liquidez naturalmente. Acredito que com o viva-voz junto teria liquidez maior.</p>
<p><strong>A2</strong> &#8211; Em termos de riscos, o que muda com mercados exclusivamente<br />
eletrônicos?<br />
<strong>OE </strong>– O risco sempre será o mesmo com viva-voz ou sem viva-voz, quando compradores/vendedores somem, somem na tela também.</p>
<p><strong>A2 </strong>- Tem alguma avaliação que não foi perguntada e que gostaria de fazer?<br />
<strong>OE</strong> &#8211; Sim. Gostaria de perguntar aos dirigentes e diretores da BM&amp;FBovespa, porque toda vez que eles vão apresentar o mercado a visitantes não apresentam somente as plataformas de negociação? Estranho é levar esse pessoal a um salão imenso da Bovespa sem operações viva-voz. Não é?Queria dizer também, que foi um prazer participar deste trabalho de vocês, que acredito, será de grande valia para todos nós, operadores, dirigentes e investidores do mercado financeiro.</p>
<p>O <strong>A2</strong> também agradece a sua participação e Avisa que na próxima quarta feira, divulgaremos mais uma entrevista sobre este assunto.<br />
No final, faremos uma avaliação geral desta importante mudança no “modus operandi” dos mercados.</p>
<p>Saudações</p>
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