Ao taxar a entrada do capital estrangeiro, menos o investimento direto, com um Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 2%, as autoridades monetárias brasileiras sinalizaram a pretensão de achar que podem controlar o imenso fluxo de capitais e as operações arbitradas de toda ordem em diversas praças, deste mundo globalizado.
Balanços corporativos com resultados acima do esperado, principalmente do setor financeiro, e expectativas de uma recuperação mais rápida do que era esperada, da economia americana, trouxeram otimismo ao mercado na semana anterior.
Importante é saber que o chamado spread bancário, a diferença da taxa que ele recebe quando investe para a taxa que paga quando empresta, nunca foi tão alto como hoje.
Não foi por acaso que a inadimplência cresceu 10,4% no primeiro semestre.
Na semana que passou mercados deram sinais claros de exaustão. Para aqueles que aguardavam há semanas a chamada realização desta vez ela, de fato, irá ocorrer.
A disposição de “salvar o mundo financeiro” prevalece.
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