<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Aviso em Dois &#187; banco central</title>
	<atom:link href="http://avisoemdois.com.br/tag/banco-central/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://avisoemdois.com.br</link>
	<description>ALEA JACTA EST</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 11:46:26 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Swap</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/educacao-financeira/swap/</link>
		<comments>http://avisoemdois.com.br/educacao-financeira/swap/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 09:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bm&f]]></category>
		<category><![CDATA[hedge]]></category>
		<category><![CDATA[igp-de]]></category>
		<category><![CDATA[igp-m]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>
		<category><![CDATA[swap]]></category>
		<category><![CDATA[tjlp]]></category>
		<category><![CDATA[tr]]></category>
		<category><![CDATA[troca de índices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.avisoemdois.com.br/?p=2213</guid>
		<description><![CDATA[Entenda o que é, como funciona e quais as modalidades e utilidades de um contrato do derivativo Swap (troca de indexadores). As modalidades de swap são várias e dão flexibilidade para as partes envolvidas combinarem os indicadores, os prazos e outras características do contrato.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Swap</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Contratos de swap são, na prática, “troca” de índices, feitos por quem deseja fazer hedge (se proteger) contra a variação de um índice específico. As modalidades de swap são várias e dão flexibilidade para as partes envolvidas combinarem os indicadores, os prazos e outras características do contrato.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Esses contratos de swap são bastante flexíveis. As partes envolvidas no processo poderão acertar entre si quais os indicadores, o prazo e as características acordadas. O mercado financeiro, na prática, acabou por eleger algumas combinações preferidas.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Um exemplo comum é o do exportador conservador que não gostaria de correr os riscos de uma oscilação cambial. Isso ocorre porque suas receitas são em dólares e despesas em reais, não interessando a ele, portanto, correr o risco da variação do câmbio. Em virtude dessa situação ele pode fazer um swap com um contrato de DI contra dólar.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Nesse caso o banco assume o risco em dólar e, em troca, o exportador conta com os juros do DI &#8211; que é um ativo corrigido pela taxa diária dos juros. Outra operação muito comum é a de quem tem uma dívida pós-fixada e quer evitar o risco de uma alta nos juros. Nessa situação o devedor procura um banco que aceita a troca da taxa pós-fixada por uma taxa prefixada e assume o risco.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>É claro que existe um prêmio de risco embutido. No exemplo do devedor acima, o banco cobrará uma taxa de juros um pouco mais alta do que a de mercado, para neutralizar o risco que está correndo.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Depois de acertados os termos do negócio, o contrato deverá ser registrado ou na CETIP ou na Bolsa de Mercadorias &amp; Futuros (BM&amp;F). No caso da CETIP, os contratos são todos feitos sem garantia. Já a BM&amp;F oferece a alternativa dos contratos terem garantias, que incluem depósito de garantias na própria Bolsa por parte dos envolvidos na operação.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>De acordo com a legislação do Banco Central, podem ser usadas taxas de juros, índices de preços, taxas de câmbio (moedas estrangeiras) e ouro. Portanto, o leque de combinações entre as partes é grande.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Os índices mais utilizados atualmente são o DI, dólar comercial e flutuante, IGP-M, IGP-DI, ouro, taxa prefixada, taxa SELIC, TR, TBF e TJLP.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;"><strong>Quando intermediados por instituições financeiras, os contratos de swap estão sujeitos à incidência de IOF e IR, conforme tabelas fornecidas pela Receita Federal. De um modo geral, a alíquota do IOF é decrescente, em função do prazo de permanência do contrato.</strong></div>
<p><strong>Swap</strong></p>
<p>Contratos de swap são, na prática, “troca” de índices, feitos por quem deseja fazer hedge (se proteger) contra a variação de um índice específico. As modalidades de swap são várias e dão flexibilidade para as partes envolvidas combinarem os indicadores, os prazos e outras características do contrato.</p>
<p>Esses contratos de swap são bastante flexíveis. As partes envolvidas no processo poderão acertar entre si quais os indicadores, o prazo e as características acordadas. O mercado financeiro, na prática, acabou por eleger algumas combinações preferidas.</p>
<p>Um exemplo comum é o do exportador conservador que não gostaria de correr os riscos de uma oscilação cambial. Isso ocorre porque suas receitas são em dólares e despesas em reais, não interessando a ele, portanto, correr o risco da variação do câmbio. Em virtude dessa situação ele pode fazer um swap com um contrato de DI contra dólar.</p>
<p>Nesse caso o banco assume o risco em dólar e, em troca, o exportador conta com os juros do DI &#8211; que é um ativo corrigido pela taxa diária dos juros. Outra operação muito comum é a de quem tem uma dívida pós-fixada e quer evitar o risco de uma alta nos juros. Nessa situação o devedor procura um banco que aceita a troca da taxa pós-fixada por uma taxa prefixada e assume o risco.</p>
<p>É claro que existe um prêmio de risco embutido. No exemplo do devedor acima, o banco cobrará uma taxa de juros um pouco mais alta do que a de mercado, para neutralizar o risco que está correndo.</p>
<p>Depois de acertados os termos do negócio, o contrato deverá ser registrado ou na CETIP ou na Bolsa de Mercadorias &amp; Futuros (BM&amp;F). No caso da CETIP, os contratos são todos feitos sem garantia. Já a BM&amp;F oferece a alternativa dos contratos terem garantias, que incluem depósito de garantias na própria Bolsa por parte dos envolvidos na operação.</p>
<p>De acordo com a legislação do Banco Central, podem ser usadas taxas de juros, índices de preços, taxas de câmbio (moedas estrangeiras) e ouro. Portanto, o leque de combinações entre as partes é grande.</p>
<p>Os índices mais utilizados atualmente são o DI, dólar comercial e flutuante, IGP-M, IGP-DI, ouro, taxa prefixada, taxa SELIC, TR,  e TJLP.</p>
<p>Quando intermediados por instituições financeiras, os contratos de swap estão sujeitos à incidência de IOF e IR, conforme tabelas fornecidas pela Receita Federal. De um modo geral, a alíquota do IOF é decrescente, em função do prazo de permanência do contrato.</p>
<p class="MsoNormal">Fundamental é calcular os custos envolvidos na operação. Muitas vezes spreads, diferença de taxas, e custos adicionais, acabam inviabilizando o hedge, sendo mais vantajoso correr o risco da variação do índice que se está exposto.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Contrato BM&amp;F de  Operação  estruturada de  swap cambial  com futuro de dólar: <a href="http://www.bmf.com.br/bmfbovespa/pages/contratos1/Financeiros/PDF/Swapcambial-DOLfut.pdf">http://www.bmf.com.br/bmfbovespa/pages/contratos1/Financeiros/PDF/Swapcambial-DOLfut.pdf</a></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Caderno de fórmulas de cálculos de swap &#8211; Cetip</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://www.cetip.com.br/docs/Caderno_de_Formulas/SPR.pdf">http://www.cetip.com.br/docs/Caderno_de_Formulas/SPR.pdf</a></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Fontes:</p>
<p class="MsoNormal">Banco Central do Brasil</p>
<p class="MsoNormal">Bolsa de Mercadorias e Futuros &#8211; BM&amp;F</p>
<div>Cetip &#8211; Central de Títulos Privados</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://avisoemdois.com.br/educacao-financeira/swap/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Expectativas para a semana</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/colunas/expectativas-para-a-semana-2011-15/</link>
		<comments>http://avisoemdois.com.br/colunas/expectativas-para-a-semana-2011-15/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 14:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[expectativas de mercado]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de grãos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://avisoemdois.com.br/?p=11568</guid>
		<description><![CDATA[A pedidos voltamos com nossas expectativas para a semana nos juros, dólar, câmbio, bolsa de valores e agora também com uma novidade avaliação do mercado de grãos (soja e milho)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A semana</strong>: A semana que se inicia promete não ser diferente das anteriores onde foram predominantes as demonstrações de fundamentos econômicos ruins na Zona do Euro e EUA em oposição a discursos e promessas governamentais de soluções para esta nova crise.<br />
No Brasil o Banco central ao baixar a taxa básica de juros em 0,50% provocou um intenso debate em torno de sua autonomia, já que para alguns analistas de mercado a redução da taxa foi uma atitude política decidida pelo Palácio do Planalto.</p>
<p><strong>Juros</strong>: Depois de muito tempo o Banco Central do Brasil, enfim, decidiu baseado em expectativas econômicas externas e internas realistas, tomar uma atitude totalmente independente dos anseios dos agentes do mercado financeiro. Esta atitude acabou provocando uma gritaria geral totalmente injustificada tecnicamente.<br />
Expectativas para a semana: Continuidade da queda em toda a curva futura.</p>
<p><strong>Câmbio</strong>: O agravamento do cenário externo e as projeções de menor crescimento do PIB acabam naturalmente arrefecendo o fluxo positivo de dólares para o país. As medidas restritivas, como o IOF e limitações de posições vendidas contribuem para uma alta maior nas cotações quando o movimento de reverte para saída, assim todo cuidado na venda é necessário.<br />
Expectativa para o fechamento da semana: 1,68/1,69</p>
<p><strong>Bolsa de Valores:</strong> Mesmo o Brasil estando em uma posição muito mais confortável que na crise de 2.008 acabará sendo afetado pela movimentação de vendas em ativos de risco no mercado global.<br />
As projeções de um crescimento econômico menor também contribuem para um cenário de incertezas na Bovespa.<br />
A volatilidade dos últimos dias é prova cabal que o momento não é favorável a aplicações em renda variável.<br />
Expectativa para a semana: 55.000/56.000</p>
<p><strong>Mercado de grãos</strong>: Fundamentos permanecem altistas. Agências privadas continuam estimando rendimentos de soja e milho abaixo dos níveis do relatório de agosto do USDA de 41,40 e 153,00 bushels por acre. Relação estoque-uso está para ambos está levemente acima de 7,0%, mas as perspectivas para os estoques finais apontam para níveis de racionamento nos EUA.</p>
<p>Países que não costumam importar do Brasil começaram a fazer pedidos. Isto causa estranhamento, pois o Brasil está na época de entressafra e os EUA no início da safra, apontando para a falta de produto nos EUA. Esta semana que passou houve cancelamentos de embarques dos EUA, o que indica o quão apertado está a oferta em relação à demanda.</p>
<p>Chineses devem importar significativamente em setembro e outubro, mas cabe avaliar se os níveis de preços atuais são sustentáveis. Pode-se dizer que sim, pois a margem de esmagamento da China pela primeira no ano vez ficou positiva para a soja norte-americana.</p>
<p>Soja no Brasil está mais de 80% comercializada, sendo percentual maior para os Estados centro-oeste, e menor, para o sul do país. A falta do grão aponta para o início do fortalecimento dos prêmios – o movimento sazonal foi tardio neste ano por conta da abrupta subida dos preços em Chicago.</p>
<p>A volatilidade para ambas as commodities nos EUA deve se arrefecer, uma vez que o milho já está pronto para ser colhido e já estamos em meados de setembro, isto é, o mercado climático para soja está terminando.</p>
<p>&#8220;Sua viagem para a realização é impulsionada pelos objetivos que você determina ao longo do caminho.&#8221; Chérie Carter-Scott</p>
<p>*As opiniões aqui contidas são pessoais e não representam recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Desta forma, os autores estão isentos de quaisquer responsabilidades sobre as decisões de investimentos tomadas por seus leitores.<br />
O Aviso em Dois tem como finalidade a troca de idéias, informações e conhecimentos técnicos com os leitores e participantes do mercado financeiro.</p>
<p><strong>Waldir Kiel e Colaborador</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://avisoemdois.com.br/colunas/expectativas-para-a-semana-2011-15/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Novos e Tortuosos Caminhos</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/colunas/novos-e-tortuosos-caminhos/</link>
		<comments>http://avisoemdois.com.br/colunas/novos-e-tortuosos-caminhos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 Apr 2011 18:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Everton P. S. Gonalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[demanda interna]]></category>
		<category><![CDATA[desequilíbrio macroeconômico]]></category>
		<category><![CDATA[fed]]></category>
		<category><![CDATA[oferta]]></category>
		<category><![CDATA[politica monetaria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://avisoemdois.com.br/?p=10004</guid>
		<description><![CDATA[ “O papel do Federal Reserve é o de parar de servir bebidas quando a festa está começando a esquentar”. Essa frase, atribuída à William McChesney – ex-Chairman do Federal Reserve (FED) –, resume sucintamente a ingrata tarefa que se impõe hoje ao Banco Central (BC).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">“O papel do Federal Reserve é o de parar de servir bebidas quando a festa está começando a esquentar”. Essa frase, atribuída à William McChesney – ex-Chairman do Federal Reserve (FED) –, resume sucintamente a ingrata tarefa que se impõe hoje ao Banco Central (BC). As dificuldades, contudo, não param por aí: não só a autoridade monetária tem que reduzir o descompasso entre a evolução da oferta e a demanda interna, como também impedir que haja a propagação do choque de oferta das “commodities” aos demais preços da economia e esterilizar os impactos produzidos pelos desdobramentos da última crise financeira. Se não bastassem essas circunstâncias, a rigidez dos gastos públicos e as implicações perversas na atividade produtiva da trajetória cambial reduzem sensivelmente o grau de liberdade para a atuação da política monetária.</p>
<p>Ainda como reflexo da última crise financeira, verifica-se um processo internacional de mudança nas formas de gestão econômica, com a revitalização de tradicionais instrumentos – agora referidos como “medidas macroprudenciais” – que complementam a política monetária. Essa revisão de pensamento está oficialmente presente nos pronunciamentos do Fundo Monetário Internacional (FMI). Para o seu economista-chefe, Olivier Blanchard, além do controle inflacionário, os bancos centrais devem ter outros objetivos explícitos, dentre os quais a estabilidade financeira e metas relacionadas às taxas de câmbio. Segundo as suas próprias palavras: “antes da crise, convergimos para o belo em termos de políticas macroeconômicas&#8221;, referindo-se à simplicidade e a elegância de um sistema com apenas uma meta e um instrumento. Resumindo: &#8220;infelizmente, beleza não é sinônimo de verdade.&#8221;</p>
<p>As incertezas que permeiam o cenário interno e externo e a grande circulação de capitais são geradas pelo desequilíbrio macroeconômico global e pelo movimento dessincronizado das economias. Através da manutenção dos incentivos fiscais e de políticas monetárias extremamente agressivas, com a prática quase que generalizada de taxas de juros reais negativas, os países avançados têm priorizado o estímulo da atividade econômica. Contudo, apesar de todas as iniciativas, as melhorias são débeis, com a taxa de desemprego se mantendo em níveis elevados e, em alguns países, com uma forte preocupação com o desempenho das contas públicas. Por sua vez, os países emergentes exibem indicadores extremamente positivos, com sinais de superaquecimento e recrudescimento inflacionário.</p>
<p>Como a contrapartida da prolongada injeção de liquidez e da retomada do apetite de risco pelos agentes econômicos, há uma forte canalização de capitais para as economias emergentes que apresentam as melhores oportunidades de investimento. Juntamente com os benefícios, esses recursos produzem efeitos colaterais indesejados: a apreciação cambial exagerada, tensões inflacionárias e, em algumas situações, indícios de formação de bolhas no mercado de ativos. Se o câmbio valorizado reduz a possibilidade de aceleração da inflação, também traz prejuízos para a competitividade externa dos produtos nacionais, o que pode comprometer a estrutura produtiva. Por outro lado, uma maior intervenção no mercado de câmbio implica em um maior risco inflacionário, embora com a preservação momentânea das condições de concorrência. Com esse dilema, as autoridades econômicas desses países passam a operar no fio da navalha: optar entre aceitar a valorização das suas moedas ou intervir no mercado de câmbio para coibir uma apreciação excessiva. Uma equação de difícil resolução.</p>
<p>Dada a ausência de cooperação internacional, cada país tem feito a sua opção de forma individual, perseguindo os seus próprios objetivos e impedindo que se encontre uma solução ótima, do ponto de vista global. Há a recusa dos países superavitários em conta-corrente, como China e Alemanha, em aumentar o consumo interno. De outro lado, através da desvalorização do dólar, os EUA buscam abocanhar uma parcela da insuficiente demanda mundial. Como conseqüência, há uma troca generalizada de acusações acerca de possíveis manipulações na trajetória da taxa de câmbio nominal. Se há pouca esperança de que haja uma cooperação internacional, espera-se apenas que essa “guerra cambial” não se aprofunde e possa desdobrar em uma desastrada onda protecionista.</p>
<p>Ao contrário dos ritmos distintos de expansão dos países, avançados e emergentes, a elevação da inflação é um fenômeno que cada vez mais influirá no equilíbrio competitivo. Mesmo nos mais ricos, com uma menor participação dos alimentos nos seus índices de preços, o comportamento da inflação já suscita temores. No Reino Unido, por quase dois anos, a taxa de inflação encontra-se acima da meta. O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, já sinalizou que, para combater as crescentes pressões inflacionárias, poderá em breve aumentar as taxas de juros. E, agora, a crise no mundo árabe e o desastre sísmico no Japão poderão trazer impactos negativos no preço do petróleo, não se podendo descartar a repetição do fenômeno ocorrido na década de 70, quando houve uma conjugação entre combinação de estagnação econômica e inflação elevada.</p>
<p>Ainda que no mundo emergente, alguns países exibam uma maior tolerância inflacionária, mantendo e até mesmo reduzindo os juros, o Brasil tem tomado algumas iniciativas para impedir que o aquecimento da economia potencialize o repasse das elevações dos preços das “commodities” para os demais preços da economia. O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu pela adoção das chamadas “medidas macroprudenciais” visando reduzir o ritmo de expansão do mercado de crédito ao consumo e possíveis distorções nos preços no mercado de ativos. Em seguida, para também alinhar as expectativas inflacionárias, o Comitê de Política Monetária (COPOM) reiniciou o ciclo de alta na taxa de juros básica. Os ministérios da Fazenda e do Planejamento promoveram um corte de R$ 50 bilhões no orçamento votado pelo Congresso que, executado, significará uma ligeira redução da participação das despesas correntes e transferências em relação ao produto interno, o que representa um importante apoio para a política monetária.</p>
<p>Contudo, no que diz respeito à estabilidade monetária, os números correntes da taxa de inflação, a desconfiança quanto à efetividade das ações e o aumento na taxa de juros básica menor do que o desejado gera uma enorme intranqüilidade no mercado financeiro. Esse sentimento pode ser percebido nas estimativas dos analistas econômicos que indicam que o centro da meta inflacionária só será alcançado em meados do próximo ano e que o teto será superado durante o ano de 2011. No passado recente, em situações como a atual, quando a taxa de inflação desviava significativamente do centro da meta, o BC – tempestivamente &#8211; promovia o aumento da taxa de juros básica para que a convergência ocorresse da forma mais rápida possível.</p>
<p>Em linha com os novos contornos do pensamento econômico, os responsáveis pela política voltaram as suas atenções para a possibilidade de que a excessiva liquidez comprometa a estabilidade financeira. Em seminário recente, a diretoria de Assuntos Internacionais do BC manifestou, de forma contundente, a seguinte preocupação: “&#8230; por mais que se intensificasse a política de acumulação de reservas, estava aumentando a parcela de recursos internacionais que permanecia no mercado &#8230; alimentando uma expansão não tão saudável do mercado de crédito de consumo, correndo o risco de propiciar o surgimento de bolhas e distorções exageradas nos preços de ativos, inclusive da taxa de câmbio&#8221;. Embora reconheça que haja uma complementaridade entre as medidas, o COPOM deixa claro que cabe especificadamente à política monetária garantir que as pressões de curto prazo não sejam propagadas para um período mais amplo.</p>
<p>O fato é que, embora a elevação da taxa de juros seja o método universal para enfrentar a inflação e impactar diretamente as expectativas, ambas as ações contribuem com os objetivos de política econômica de controlar o nível de demanda agregada. Com o crescimento expressivo do mercado de crédito, os “instrumentos macroprudenciais” ganham relevância. Enquanto o aperto da taxa de juros atinge todos os segmentos da economia, influenciam a taxa de câmbio e as decisões de investimento, as ações regulatórias seriam ferramentas rápidas e potentes para contenção de pressões localizadas de demanda. Assim, a inflação seria frontalmente combatida, ou nos setores onde a demanda se encontra aquecida e com o benefício de não aumentar o espaço de arbitragem para o movimento especulativo de capital que leve à apreciação excessiva da moeda local e à diminuição da competitividade da economia.</p>
<p>Há, dessa forma, uma nova postura da autoridade monetária que admite uma eventual mudança de estratégia para a taxa de juros no caso da trajetória de convergência da inflação não se mostrar adequada e até a adoção de novas “medidas macroprudenciais”. Assim, diante das restrições, é provável que a trajetória de convergência seja mais demorada do que em outros momentos. O que faria sentido em um ambiente repleto de incertezas. Um crescimento mais acelerado da inflação representa um risco de que as expectativas possam contaminar a formação de preços, levar a uma reindexação dos salários e, como conseqüência, à volta da alta inflação. Essa preocupação é relevante, embora a evolução dos salários nominais em níveis globais em relação à variação da produtividade ainda não indique tal ameaça. Conquanto evidenciada a reversão da queda inicial das concessões de crédito pessoal, outros indicadores mostram uma relativa eficácia das medidas: a taxa de juros do crédito pessoal elevou-se substancialmente e o prazo médio das operações reduziu-se.</p>
<p>Ainda no que se refere às “medidas macroprudenciais”, recai sobre a autoridade econômica um poder discricionário para arbitrar os setores da economia a serem atingidos. Pelo fato de que são diversos os segmentos envolvidos, há uma enorme dificuldade para apurar o balanço de prós e contras dos custos dos efeitos gerados pelas medidas de regulação e do sacrifício, em termos da atividade econômica. Se uma taxa de câmbio excessivamente apreciada é ruim para a cadeia produtiva, a utilização de tais instrumentos produz assimetrias microeconômicas, como a elevação do “spread” nos financiamentos das empresas dispostas a investir e o aumento da alocação de capital para as operações de crédito com as pessoas físicas que, deve-se dizer, tem efeito perverso na concorrência bancária.</p>
<p>O quadro é complexo e as opiniões definitivas devem ser evitadas. Há incertezas e muita imprecisão na avaliação de variáveis importantes como a defasagem temporal entre o aperto monetário e a queda na demanda agregada, a mensuração da taxa de juros de equilíbrio, o ritmo de evolução do produto e o processo de formação das expectativas inflacionárias. Se a direção das “medidas macroprudenciais” é conhecida, desconhece-se a magnitude dos seus efeitos, não podendo se descartar a hipótese de que a sua utilização excessiva possa promover uma parada mais brusca da economia do que a planejada. Esse receio mostra-se justificável, dado que já há alguns sinais de que o ritmo da atividade econômica já vem se arrefecendo e há dúvidas quanto ao caráter permanente da elevação dos preços das “commodities”.</p>
<p>Março/2011<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Everton P.S. Gonçalves<br />
</strong>Dr em Economia pela FGV/SP<br />
Assessor Econômico da ABBC – Associação Brasileira de Bancos<br />
egoncalves@abbc.org.br<br />
As opiniões expressadas aqui são de caráter pessoal e não necessariamente representam aquelas da associação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://avisoemdois.com.br/colunas/novos-e-tortuosos-caminhos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>No país da bola</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/colunas/no-pais-da-bola/</link>
		<comments>http://avisoemdois.com.br/colunas/no-pais-da-bola/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 07:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[cetip]]></category>
		<category><![CDATA[corner]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[meta de inflação]]></category>
		<category><![CDATA[player]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>
		<category><![CDATA[traders]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.avisoemdois.com.br/?p=3430</guid>
		<description><![CDATA[O Brasil realmente é um país diferenciado. Diferenciado pela beleza e por seus recursos naturais, pela cultura do povo miscigenado e principalmente por dominar a arte de um esporte que fascina e arrasta multidões: o futebol.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">No país da bola</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Brasil realmente é um país diferenciado. Diferenciado pela beleza e por seus recursos naturais, pela cultura do povo miscigenado e principalmente por dominar a arte de um esporte que fascina e arrasta multidões: o futebol.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Futebol é uma paixão tão grande do brasileiro que se tornou natural estabelecer analogias com outras atividades, como a economia e, principalmente, o mercado financeiro.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">As escolas e cursos que formam os traders e operadores de mercado têm muita semelhança com as escolinhas de futebol.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Passar, dominar, conduzir e chutar a bola &#8211; seja de bico, chapa, três dedos -, bater com a direita ou com a esquerda, cabeceio, voleio e outras técnicas são ensinadas nas escolinhas de futebol assim como as analises gráficas e fundamentalistas, avaliações de riscos, estudos de modelos, avaliação de empresas, balanços e outros assuntos afins são ensinados a aqueles que querem fazer parte do mercado financeiro.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A bola rola pelo gramado como a grana rola pelo mercado. Dribles como a &#8220;caneta&#8221; ou &#8220;rolinho&#8221;, o &#8220;lençol&#8221; ou &#8220;chapéu&#8221;, as &#8220;pedaladas&#8221; e &#8220;bicicletas&#8221; não se aprendem nas escolinhas de futebol, assim como saber operar e ser um craque do mercado &#8211; não se aprende nos cursos de treinamentos.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Aperfeiçoar as técnicas no futebol é essencial, que diga o Pelé que, mesmo com toda genialidade, não cansava de treinar os fundamentos básicos. Ter conhecimento técnico e estudar tudo aquilo que se relaciona ao mercado é a base para se tornar um grande player. No entanto, para ser um craque no futebol ou no mercado, é preciso ter algo mais.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">É necessário ter dom e atitude para decidir as coisas nos momentos mais difíceis e isso está no sangue, corre nas veias, já nasce com a pessoa. Por isso tudo, o Brasil se destaca novamente no futebol e no mercado financeiro.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Os ingleses inventaram o sistema bancário assim como inventaram o futebol. O brasileiro se apoderou da técnica e habilidade de praticar o esporte Bretão e hoje já é um especialista no sistema financeiro, prova disso é o fato de nosso sistema bancário ter-se mostrado o mais sólido durante a crise.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Aqui criamos a Selic, a Cetip e até mesmo uma moeda chamada CDI, que poucos sabem exatamente como funciona e o que significa, mas utilizam como indexador de quase todos os investimentos. Passamos por vários planos econômicos e sobrevivemos a todos para alcançar a condição privilegiada que o Brasil se encontra no cenário econômico atual.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Contudo, taxa de juros e meta de inflação perderam muito o sentido, a indexação diária ao CDI torna a política monetária passiva. A crise mostrou que estes instrumentos já não servem mais para controlar mercados e estabelecer metas, o consenso não é mais garantia de projeção futura e, quando as coisas não dão certo, o Banco Central acaba refém, como quem leva um &#8220;drible da vaca&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Passado um ano da crise, os mercados se acalmaram, retomaram confiança e partiram com tudo para cima dos ativos, sem se preocupar com o contra ataque. Estão pedalando pra valer, já que sentem que as autoridades monetárias estão acuadas e com medo de que uma retirada dos subsídios possa trazer a crise de volta. Os BCs estão em &#8220;corner&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Com toda expertise adquirida, o Brasil se tornou a vedete dos mercados e os recursos externos, que já ingressavam com vigor, não param de aumentar. A criação da alíquota de IOF tentando conter a queda do dólar frente ao real está sendo driblada com talento.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Falar em renda fixa com todo esse rali nos ativos financeiros é missão quase impossível. A velocidade com que os ativos estão se valorizando torna até mesmo uma taxa de juros alta, com 8,75% ao ano, irrelevante e aplicações em renda fixa acabam conceituadas como aplicações de medrosos, de conservador &#8220;retranqueiro&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Brasil é o país da bola e, no país da bola, não se joga na retranca!</div>
<p>O Brasil realmente é um país diferenciado. Diferenciado pela beleza e por seus recursos naturais, pela cultura do povo miscigenado e principalmente por dominar a arte de um esporte que fascina e arrasta multidões: o futebol.</p>
<p>Futebol é uma paixão tão grande do brasileiro que se tornou natural estabelecer analogias com outras atividades, como a economia e, principalmente, o mercado financeiro.</p>
<p>As escolas e cursos que formam os traders e operadores de mercado têm muita semelhança com as escolinhas de futebol.</p>
<p>Passar, dominar, conduzir e chutar a bola &#8211; seja de bico, chapa, três dedos -, bater com a direita ou com a esquerda, cabeceio, voleio e outras técnicas são ensinadas nas escolinhas de futebol assim como as analises gráficas e fundamentalistas, avaliações de riscos, estudos de modelos, avaliação de empresas, balanços e outros assuntos afins são ensinados a aqueles que querem fazer parte do mercado financeiro.</p>
<p>A bola rola pelo gramado como a grana rola pelo mercado. Dribles como a &#8220;caneta&#8221; ou &#8220;rolinho&#8221;, o &#8220;lençol&#8221; ou &#8220;chapéu&#8221;, as &#8220;pedaladas&#8221; e &#8220;bicicletas&#8221; não se aprendem nas escolinhas de futebol, assim como saber operar e ser um craque do mercado &#8211; não se aprende nos cursos de treinamentos.</p>
<p>Aperfeiçoar as técnicas no futebol é essencial, que diga o Pelé que, mesmo com toda genialidade, não cansava de treinar os fundamentos básicos. Ter conhecimento técnico e estudar tudo aquilo que se relaciona ao mercado é a base para se tornar um grande player. No entanto, para ser um craque no futebol ou no mercado, é preciso ter algo mais.</p>
<p>É necessário ter dom e atitude para decidir as coisas nos momentos mais difíceis e isso está no sangue, corre nas veias, já nasce com a pessoa. Por isso tudo, o Brasil se destaca novamente no futebol e no mercado financeiro.</p>
<p>Os ingleses inventaram o sistema bancário assim como inventaram o futebol. O brasileiro se apoderou da técnica e habilidade de praticar o esporte Bretão e hoje já é um especialista no sistema financeiro, prova disso é o fato de nosso sistema bancário ter-se mostrado o mais sólido durante a crise.</p>
<p>Aqui criamos a Selic, a Cetip e até mesmo uma moeda chamada CDI, que poucos sabem exatamente como funciona e o que significa, mas utilizam como indexador de quase todos os investimentos. Passamos por vários planos econômicos e sobrevivemos a todos para alcançar a condição privilegiada que o Brasil se encontra no cenário econômico atual.</p>
<p>Contudo, taxa de juros e meta de inflação perderam muito o sentido, a indexação diária ao CDI torna a política monetária passiva. A crise mostrou que estes instrumentos já não servem mais para controlar mercados e estabelecer metas, o consenso não é mais garantia de projeção futura e, quando as coisas não dão certo, o Banco Central acaba refém, como quem leva um &#8220;drible da vaca&#8221;.</p>
<p>Passado um ano da crise, os mercados se acalmaram, retomaram confiança e partiram com tudo para cima dos ativos, sem se preocupar com o contra ataque. Estão pedalando pra valer, já que sentem que as autoridades monetárias estão acuadas e com medo de que uma retirada dos subsídios possa trazer a crise de volta. Os BCs estão em &#8220;corner&#8221;.</p>
<p>Com toda expertise adquirida, o Brasil se tornou a vedete dos mercados e os recursos externos, que já ingressavam com vigor, não param de aumentar. A criação da alíquota de IOF tentando conter a queda do dólar frente ao real está sendo driblada com talento.</p>
<p>Falar em renda fixa com todo esse rali nos ativos financeiros é missão quase impossível. A velocidade com que os ativos estão se valorizando torna até mesmo uma taxa de juros alta, com 8,75% ao ano, irrelevante e aplicações em renda fixa acabam conceituadas como aplicações de medrosos, de conservador &#8220;retranqueiro&#8221;.</p>
<p>Brasil é o país da bola e, no país da bola, não se joga na retranca!</p>
<p> </p>
<p>Por: Waldir Kiel<br />
12/11/09 &#8211; 14h05<br />
InfoMoney</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://avisoemdois.com.br/colunas/no-pais-da-bola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A cereja do bolo</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/colunas/a-cereja-do-bolo/</link>
		<comments>http://avisoemdois.com.br/colunas/a-cereja-do-bolo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 13:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maximo Umiliani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[ADRs]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[cereja do bolo]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[fluxo de capitais]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[NDF]]></category>
		<category><![CDATA[real]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.avisoemdois.com.br/?p=3023</guid>
		<description><![CDATA[Ao taxar a entrada do capital estrangeiro, menos o investimento direto, com um Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 2%, as autoridades monetárias brasileiras sinalizaram a pretensão de achar que podem controlar o imenso fluxo de capitais e as operações arbitradas de toda ordem em diversas praças, deste mundo globalizado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao taxar a entrada do capital estrangeiro, menos o investimento direto, com um Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 2%, as autoridades monetárias brasileiras sinalizaram a pretensão de achar que podem controlar o imenso fluxo de capitais e as operações arbitradas de toda ordem em diversas praças, deste mundo globalizado.<br />
Pior do que alterar as regras do jogo é achar que essa idéia proveniente do mercado seja a “cereja do bolo” no controle da queda do dólar frente ao real, até mesmo porque, o ingresso de recursos não é tão grande o quanto se propaga.<br />
Vamos aos números: O total de entradas em 2009, até a segunda semana de outubro, pelo mapa do BC, foi de US$ 7, 564 bilhões pelo câmbio comercial (US$ 106,7 bilhões de exportações e US$ 99,2 bilhões de importações) e US$ 4,4 bilhões pelo financeiro (US$ 245,8 bilhões de compras para aplicação em ações, em títulos de dívida privados e do Tesouro, os investimentos de empresas estrangeiras em suas filiais; e, na mão inversa, US$ 241,4 bilhões enviados para saldar dívidas externas, investimentos de firmas nacionais, remessa de lucros.<br />
O saldo líquido dos fluxos é de US$ 11, 982 bilhões. O BC tirou por meio de leilões US$ 15, 444 bilhões, ou US$ 3,4 bilhões líquidos, o que não representa uma “enxurrada” como diz o noticiário econômico.<br />
Com o dólar perdendo valor no mundo todo, a queda no mercado brasileiro, mesmo com esse fluxo menor, está muito calcada na arbitragem de taxa de juros. Sendo assim porque é que o Banco Central não reduz a taxa básica a níveis civilizados?<br />
Em termos de fundamentos econômicos Brasil, nada muda.<br />
A mudança mais importante com essa medida está na liquidez dos mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Ficando muito mais custoso para o capital externo entrar e sair a todo o momento, e por esta razão, a partir de agora, passar a operar muito mais que antes os papéis brasileiros, ADRs, e a arbitragem de moedas e juros em NDF Reais x Dólar (Non Deliverable Forward).<br />
A liquidez será basicamente o diferencial, “a cereja do bolo”. Passado breve tempo o mercado assimila a medida e volta ao entusiasmo anterior, com dólar em queda e bolsa de valores em alta.<br />
Taxa de juros? Esse é um problema a parte, um caso de submissão econômica-cultura que o governo Lula mesmo tendo avançado nas questões sociais não conseguiu ainda remover.</p>
<p> </p>
<p><strong>Maximo Emiliani</strong> é Economista, pós-graduando em Ciências Sociais e trader</p>
<p>As opiniões aqui contidas são pessoais e não representam recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Desta forma, os autores estão isentos de quaisquer responsabilidades sobre as decisões de investimentos tomadas por seus leitores. O Aviso em Dois tem como finalidade a troca de idéias, informações e conhecimentos técnicos com os leitores e participantes do mercado financeiro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://avisoemdois.com.br/colunas/a-cereja-do-bolo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bastam sete minutos</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/colunas/bastam-sete-minutos/</link>
		<comments>http://avisoemdois.com.br/colunas/bastam-sete-minutos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 08:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[aviso]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[spread bancário]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.avisoemdois.com.br/?p=2501</guid>
		<description><![CDATA[Caso tenhamos um arcabouço de medidas que propiciassem uma atuação mais efetiva do Banco Central, essa sobra de dinheiro nos mercados se resolveria em apenas Sete Minutos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há um ano, o banco de investimentos Lehman Brothers, na época o quarto maior dos Estados Unidos no setor, anunciava que pediria concordata. A tentativa das autoridades norte-americanas de evitar a contaminação do mercado financeiro e o agravamento da crise que começou no sistema hipotecário do país fracassou, dando início a uma crise financeira que varreu as principais economias do planeta.</p>
<p>Algumas medidas urgentes foram tomadas por parte das autoridades monetárias do mundo todo, bancos centrais. Imediata baixa nas taxas de juros e injeção de recursos, visando incentivar a retomada das economias.</p>
<p>A recuperação foi rápida, principalmente nos países que compõem o chamado BRICs, e o debate em torno de normas que precisam ser tomadas para que a exuberância não se repita, ganharam força nos encontros do G20 e nos discursos das autoridades governamentais.</p>
<p>Politicamente, as colocações têm causado efeitos, no entanto, na prática as medidas sugeridas são de difícil implementação.</p>
<p>Em se tratando de Brasil, três notícias chamaram a atenção nos últimos dias: 1- Brasil tem um dos spreads bancários mais altos do mundo, só perdendo o primeiro posto para o Zimbábue; 2- Inadimplência no Brasil está dentro da média mundial; 3 &#8211; Bancos estão &#8220;inundados&#8221; de dinheiro e BC tem de atuar para segurar juros &#8211; Sobra de liquidez no curto prazo vai ao recorde de R$ 444 bilhões.</p>
<p>Muita coisa mudou e vem mudando na economia brasileira nos últimos anos, no entanto, a política monetária continua intocável, sua eficácia é medida pela inércia da economia real, no entanto, estas últimas notícias, nos mostra claramente que existe uma incoerência muito grande na condução e formulação da mesma.<br />
Temos uma inadimplência na média mundial, um spread bancário nas alturas e uma sobra de dinheiro em torno de R$ 444 bilhões!<br />
Isso tudo acontece porque o Brasil não tem uma política monetária de fato, uma política monetária ativa, onde a taxa de juros tem verdadeiramente efeito, onde uma mudança de patamar de taxas influencia de forma decisiva a escolha de investimentos na economia. Daí também o motivo de não termos uma curva de juros consistente e determinada por taxas pré-fixadas.<br />
O dinheiro sobra no caixa dos bancos porque eles têm o conforto de uma taxa de juros absurdamente alta no curto prazo, por mais que a taxa básica tenha recuado para o menor nível da historia, ela continua extremamente fora de propósito. Não se pode remunerar e incentivar o desinvestimento e a especulação de curto prazo.</p>
<p>Para que este cenário mude e o Brasil passe a ter uma política econômica de fato é preciso antes de tudo ter a vontade política que mexa com os interesses daqueles que detêm o monopólio do dinheiro na aplicação e nos financiamentos.</p>
<p>Caso tenhamos um arcabouço de medidas que propiciassem uma atuação mais efetiva do Banco Central, essa sobra de dinheiro nos mercados se resolveria em apenas Sete Minutos.<br />
Dois minutos para o famoso Aviso (1) do Banco Central anunciando que não atuaria mais tomando recursos no curto prazo, que só venderia títulos públicos para enxugar a liquidez e cinco minutos para realizar a primeira operação.<br />
Quem quisesse ficar no curto prazo seria penalizado com uma flutuação nas taxas. Caso queira de fato investir que compre títulos mais longos.</p>
<p>(1)    A história do Aviso em Dois &#8211; <a href="http://www.avisoemdois.com.br/o-aviso-em-dois/">http://www.avisoemdois.com.br/o-aviso-em-dois/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://avisoemdois.com.br/colunas/bastam-sete-minutos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aviso Semanal</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/avisos/aviso-semanal-5/</link>
		<comments>http://avisoemdois.com.br/avisos/aviso-semanal-5/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 11:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avisos e Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[_painel Semanal]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa de valores]]></category>
		<category><![CDATA[câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[taxa básica de juros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.avisoemdois.com.br/?p=2045</guid>
		<description><![CDATA[Balanços corporativos com resultados acima do esperado, principalmente do setor financeiro, e expectativas de uma recuperação mais rápida do que era esperada, da economia americana, trouxeram otimismo ao mercado na semana anterior.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>A semana: Balanços corporativos com resultados acima do esperado, principalmente do setor financeiro, e expectativas de uma recuperação mais rápida do que era esperada, da economia americana, trouxeram otimismo ao mercado na semana anterior.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>Esta semana os números do PIB americano devem dar uma melhor visibilidade do comportamento da economia real, próxima passada, podendo ser o motivo que o mercado precisa para a esperada realização.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>A economia brasileira tem mostrado muito mais resistência aos efeitos provocados pela crise financeira global, que a previsão feita pela grande maioria dos analistas.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>Cautela continua sendo o mote do momento.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>Juros: A decisão do Copom de reduzir a taxa básica de juros da economia brasileira dos 9,25% ao ano para 8,75% veio acompanhada por uma sinalização do Comitê de Política Monetária do Banco Central de que o período de afrouxamento monetário, provavelmente tenha chegado ao fim no curto prazo.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>Mercado já vinha com algumas projeções de aumento de taxa de juros em 2010, como a sinalização do BC as taxas de prazo mais longo acabaram subindo.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>A divulgação do IPC-A 15 na sexta feira trouxe um pouco de alívio, a despeito da contínua pressão do mercado e da divulgação da ata da última reunião na quinta feira vir confirmar o conservadorismo, o momento ainda não permite vislumbrar a continuidade de alta na taxa básica para o ano que vem.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>Câmbio: A entrada de recursos estrangeiros continua forte, derrubando a cotação da moeda norte americana abaixo de R$1,90.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>Como o dólar é quase uma commoditie, quem dita a cotação da moeda é a oferta e procura, no curto prazo a oferta vai continuar alta e nem mesmo a compra da moeda por parte do Banco Central consegue segurar a queda.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>Bolsa de Valores: O momento para investimentos em renda variável continua de cautela no curto prazo. Realizações mais agressivas podem acontecer a qualquer momento.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>No médio/longo prazos aplicações em ações continuam atrativas em função do desempenho projetado para a economia brasileira no futuro.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>O aumento da participação de recursos estrangeiros na Bovespa na última semana traz otimismo, mas também aumenta a probabilidade de realização no curto prazo já que a valorização da Bovespa em dólar no ano de 2009 está próxima de 80%.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>Para quem deseja comprar ações para médio/longo prazos existem opções melhores.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>Continuamos com João Fortes = JFEN3 e Porto Seguro = PSSA3</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>“Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível.”</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>São Francisco de Assis</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>As opiniões aqui contidas são pessoais e não representam recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Desta forma, os autores estão isentos de quaisquer responsabilidades sobre as decisões de investimentos tomadas por seus leitores.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>O Aviso em Dois tem como finalidade a troca de idéias, informações e conhecimentos técnicos com os leitores e participantes do mercado financeiro.</strong></div>
<p><strong>A semana</strong>: Balanços corporativos com resultados acima do esperado, principalmente do setor financeiro, e expectativas de uma recuperação mais rápida do que era esperada, da economia americana, trouxeram otimismo ao mercado na semana anterior.</p>
<p>Esta semana os números do PIB americano devem dar uma melhor visibilidade do comportamento da economia real, próxima passada, podendo ser o motivo que o mercado precisa para a esperada realização.</p>
<p>A economia brasileira tem mostrado muito mais resistência aos efeitos provocados pela crise financeira global, que a previsão feita pela grande maioria dos analistas.</p>
<p>Cautela continua sendo o mote do momento.</p>
<p><strong>Juros</strong>: A decisão do Copom de reduzir a taxa básica de juros da economia brasileira dos 9,25% ao ano para 8,75% veio acompanhada por uma sinalização do Comitê de Política Monetária do Banco Central de que o período de afrouxamento monetário, provavelmente tenha chegado ao fim no curto prazo.</p>
<p>Mercado já vinha com algumas projeções de aumento de taxa de juros em 2010, como a sinalização do BC as taxas de prazo mais longo acabaram subindo.</p>
<p>A divulgação do IPC-A 15 na sexta feira trouxe um pouco de alívio, a despeito da contínua pressão do mercado e da divulgação da ata da última reunião na quinta feira vir confirmar o conservadorismo, o momento ainda não permite vislumbrar a continuidade de alta na taxa básica para o ano que vem.</p>
<p><strong>Câmbio</strong>: A entrada de recursos estrangeiros continua forte, derrubando a cotação da moeda norte americana abaixo de R$1,90.</p>
<p>Como o dólar é quase uma commoditie, quem dita a cotação da moeda é a oferta e procura, no curto prazo a oferta vai continuar alta e nem mesmo a compra da moeda por parte do Banco Central consegue segurar a queda.</p>
<p><strong>Bolsa de Valores</strong>: O momento para investimentos em renda variável continua de cautela no curto prazo. Realizações mais agressivas podem acontecer a qualquer momento.</p>
<p>No médio/longo prazos aplicações em ações continuam atrativas em função do desempenho projetado para a economia brasileira no futuro.</p>
<p>O aumento da participação de recursos estrangeiros na Bovespa na última semana traz otimismo, mas também aumenta a probabilidade de realização no curto prazo já que a valorização da Bovespa em dólar no ano de 2009 está próxima de 80%.</p>
<p>Para quem deseja comprar ações para médio/longo prazos existem opções melhores.</p>
<p>Continuamos com João Fortes = JFEN3 e Porto Seguro = PSSA3</p>
<p>“Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível.”</p>
<p>São Francisco de Assis</p>
<p>As opiniões aqui contidas são pessoais e não representam recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Desta forma, os autores estão isentos de quaisquer responsabilidades sobre as decisões de investimentos tomadas por seus leitores.</p>
<p>O Aviso em Dois tem como finalidade a troca de idéias, informações e conhecimentos técnicos com os leitores e participantes do mercado financeiro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://avisoemdois.com.br/avisos/aviso-semanal-5/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>De olho no spread</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/sem-categoria/de-olho-no-spread-4/</link>
		<comments>http://avisoemdois.com.br/sem-categoria/de-olho-no-spread-4/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 18:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>
		<category><![CDATA[spreado bancário]]></category>
		<category><![CDATA[taxa básica de juros]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de empréstimos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.avisoemdois.com.br/?p=1905</guid>
		<description><![CDATA[Importante é saber que o chamado spread bancário, a diferença da taxa que ele recebe quando investe para a taxa que paga quando empresta, nunca foi tão alto como hoje.
Não foi por acaso que a inadimplência cresceu 10,4% no primeiro semestre.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) divulgou ontem mais uma pesquisa de juros que mostra as taxas cobradas nos empréstimos bancários.</p>
<p><strong>Os dados</strong>:</p>
<p>“Das seis linhas de crédito para pessoa física pesquisadas, duas ficaram estáveis (cartão de crédito e CDC-Bancos &#8211; Financiamento de veículos) e quatro foram reduzidas: juros do comércio, cheque especial, empréstimo pessoal de bancos e empréstimo pessoal de financeiras. A taxa de juros média geral para pessoa física apresentou redução de 0,02 ponto percentual no mês (0,52 ponto percentual no ano), uma queda de 0,27% no mês (0,39% em doze meses). A taxa passou de 7,28% ao mês (132,39% ao ano) em maio/2009 para 7,26% ao mês (131,87% ao ano) em junho/2009. É a menor taxa média desde abril de 2008.”<br />
“A taxa do cheque especial registrou uma redução de 0,66%, de 7,59% ao mês (140,58% ao ano) em maio para 7,54% ao mês (139,24% ao ano) em junho, a menor da série histórica.”<br />
“Das quatro linhas de crédito pesquisadas para pessoa jurídica, duas ficaram estáveis (capital de giro e conta garantida) e duas foram reduzidas (desconto de duplicatas e desconto de cheques). A taxa de juros média geral para pessoa jurídica apresentou redução de 0,03 pontos percentual no mês (0,57 ponto percentual em doze meses), uma queda de 0,72% no mês (0,91% em doze meses). Passou de 4,15% ao mês (62,90% ao ano) em maio/2009 para 4,12% ao mês (62,33% ao ano) em junho/2009. É também a menor taxa média desde janeiro/2008.”<br />
“Segundo a Anefac, considerando todas as quedas e elevações da taxa básica (Selic) promovidas pelo BC neste ano houve neste período (dezembro/2008 a junho/2009) redução da Selic de 4,50 pontos, para 9,25% ao ano. No mesmo período, a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 6,04 pontos percentuais.”</p>
<p>Diante desses números o que fica claro é que à medida que a taxa básica foi sendo reduzida nestes últimos cinco meses, o Spread Bancário foi aumentando.</p>
<p>Uma conta rápida: a selic caiu de 13,75% para 9,25%, redução percentual de 32,73% a taxa dos empréstimos para pessoa física caiu apenas, em média, 0,99%, de 62,90% para 62,33%. Na pessoa jurídica (empresas) a redução média na taxa de empréstimos foi de apenas 0,003%. Isso tudo em taxa ao ano.</p>
<p>O spread bancário tem dois movimentos que fazem com que ele fique alto, no primeiro quando o Banco Central inicia uma subida na taxa básica, os agentes financeiros emprestadores colocam sempre uma taxa adicional aos aumentos do BC em suas taxas de empréstimos, visando uma proteção maior, quando a taxa básica vai recuando eles recuam numa intensidade menor e mais conservadora.<br />
No resumo, toda subida e queda em espaço curto de tempo, provocam um aumento substancial no spread bancário. Entenda-se espaço curto para a economia de um país um prazo entre 1/2 anos.</p>
<p>O presidente do Banco Central do Brasil tentou alertar o mercado de que a curva de juros de longo prazo (as projeções futuras) estava com um prêmio exagerado, elas recuaram um pouco, mas não o bastante.</p>
<p>O mercado vem projetando cores menores e futuros aumentos na taxa básica já em 2010. Sem julgar o motivo, isso faz com que o spread bancário venha a subir novamente.</p>
<p>A crise econômica mundial já emitia seus sinais em 2007, em agosto/setembro de 2008 ela se agravou, mesmo assim o Banco Central, alegando demanda superaquecida, foi subindo a taxa básica e recuando apenas nos últimos cinco meses.</p>
<p>Consumidores e investidores não devem se deixar impressionar com manchetes que apontam a taxa de empréstimos hoje coma a mais baixa de determinado período.<br />
Importante é saber que o chamado spread bancário, a diferença da taxa que ele recebe quando investe para a taxa que paga quando empresta, nunca foi tão alto como hoje.<br />
Não foi por acaso que a inadimplência cresceu 10,4% no primeiro semestre.</p>
<p>Continuamos. <strong>De Olho no Spread</strong></p>
<p><strong> </strong><br />
<strong>A2</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>* Fontes: Valor Econômico/FolhaNews/Anefac</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://avisoemdois.com.br/sem-categoria/de-olho-no-spread-4/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jabuti subiu na árvore</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/colunas/jabuti-subiu-na-arvore/</link>
		<comments>http://avisoemdois.com.br/colunas/jabuti-subiu-na-arvore/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 12:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações do investidor]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[cdi over]]></category>
		<category><![CDATA[pré-fixadas]]></category>
		<category><![CDATA[queda na taxa selic]]></category>
		<category><![CDATA[risco/retorno]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>
		<category><![CDATA[spread bancário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.avisoemdois.com.br/?p=1707</guid>
		<description><![CDATA[Podem ter certeza que "inovações financeiras" e títulos com risco/retorno baixos irão rechear a carteira de alguns fundos de investimentos para atrair incautos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa básica de juros, Selic, foi enfim reduzida para um patamar abaixo dos dois dígitos, 9,25% ao ano. Este novo cenário irá provocar uma mudança cultural profunda na economia, no spread bancário e nas aplicações e empréstimos feitos por investidores.</p>
<p>Uma semana após o anúncio feito pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil da redução de 1 ponto percentual na taxa básica de juros, já podemos ter uma noção mais concreta de como ficou o chamado spread.</p>
<p>Como a taxa básica Selic é parâmetro para rendimento das aplicações financeiras e caiu muito mais que a taxa de empréstimos, o spread bancário voltou a subir.</p>
<p>Caso essa tendência de queda na taxa Selic permaneça, apesar de o Banco Central não mostrar, incrivelmente, essa disposição no relato da ata do Copom, o spread irá aumentar ainda mais. Quando a taxa de juros básica é elevada os bancos sobem suas taxas de empréstimos em uma velocidade maior, quando ela vai sendo reduzida eles colocam o pé no freio na queda destas taxas.</p>
<p>Repararam que os empréstimos bancários são feitos sempre a taxa pré-fixada, enquanto a maioria das captações (aplicações do investidor) é feita a taxa pós-fixada (percentual do CDI)?</p>
<p>Quando os bancos emprestam a taxa pré, sabem exatamente o quanto irão receber por cada empréstimo realizado.</p>
<p>Por que os investidores não passam a fazer mais aplicações pré-fixadas, com a certeza de quanto irão resgatar no vencimento das aplicações?</p>
<p>Pensem a respeito.</p>
<p>Em se tratando ainda de aplicações, onde a partir de agora devemos ter mais critérios, tenho visto nos últimos dias uma avalanche de desinformação financeira dita por alguns &#8220;especialistas&#8221;, não só em blogs e sites financeiros, mas principalmente nos grandes e maiores veículos da mídia.</p>
<p>Desinformação em insistirem, por desconhecimento ou má fé, em considerar aplicações em fundos de investimentos e em títulos pós-fixados como os atrelados ao rendimento do CDI-over, como aplicações pré-fixadas.</p>
<p>Bastou a taxa ser reduzida para 9,25% ao ano e a discussão sobre a concorrência da poupança com outras aplicações voltou à tona, que imediatamente despejou um monte de bobagens por aí.</p>
<p>Uma das maiores besteiras ditas é que com taxa de juros mais baixa a emissão de &#8220;títulos pré-fixados&#8221; para captação de recursos junto ao mercado pelas empresas irá aumentar substancialmente.</p>
<p>Quando vamos ler o conteúdo da matéria encontramos análises sobre emissões já feitas e outras que poderão se realizar, todas atreladas a um percentual do CDI.</p>
<p>Já disse aqui neste espaço algumas vezes e vou tornar a repetir: aplicação pré-fixada é aquela em que o rendimento e prazo são definidos no momento inicial da operação. Fundo de investimento pré tem entrada e saída de investidores a todo tempo e por isso é obrigado a marcar as suas cotas diárias pelo valor de sua carteira no mercado. Como os preços dos ativos no mercado flutuam, sua carteira flutua também e com isso deixam de se tornar aplicação pré-fixada.</p>
<p>Título atrelado ao rendimento de um indexador seja o CDI, IGP-M, IPCA e taxa over, são títulos pós-fixados.</p>
<p>Como a redução da taxa de juro veio para ficar definitivamente e a competição entre as aplicações financeiras irá aumentar, o investidor deve prestar especial atenção aos produtos que lhe serão oferecidos.</p>
<p>Podem ter certeza que &#8220;inovações financeiras&#8221; e títulos com risco/retorno baixos irão rechear a carteira de alguns fundos de investimentos para atrair incautos.</p>
<p>Não se esqueçam que a taxa de juros baixa pelo mundo foi um fator preponderante na colocação dos títulos subprimes que acabaram por desencadear a recente crise financeira mundial.</p>
<p>Olhos abertos investidores. Jabuti subiu na árvore!</p>
<p>Como Jabuti não sobe em árvore, se ele está nela é por alguém colocou ele lá.</p>
<p> </p>
<p>Coluna mensal, Renda fixa, publicada no portal Infomoney em 24/06/2009</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://avisoemdois.com.br/colunas/jabuti-subiu-na-arvore/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aviso Semanal #14</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/sem-categoria/aviso-semanal-14/</link>
		<comments>http://avisoemdois.com.br/sem-categoria/aviso-semanal-14/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 07:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldir Kiel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa de valores]]></category>
		<category><![CDATA[câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[derrocada]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[queda da taxa]]></category>
		<category><![CDATA[realização]]></category>
		<category><![CDATA[reunião do copom]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.avisoemdois.com.br/?p=1456</guid>
		<description><![CDATA[Na semana que passou mercados deram sinais claros de exaustão. Para aqueles que aguardavam há semanas a chamada realização desta vez ela, de fato, irá ocorrer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A semana</strong>: Na semana que passou mercados deram sinais claros de exaustão. Para aqueles que aguardavam há semanas a chamada realização desta vez ela, de fato, irá ocorrer. A recuperação dos mercados foi intensa e de grande magnitude, dando a impressão que os problemas gerados pela crise ficaram no passado.<br />
Nem ao céu, nem ao inferno. A derrocada não atingiu o pessimismo propagado como a retomada também ainda não é definitiva.<br />
A queda da taxa de juros nas economias desenvolvidas, aliada a uma injeção de dinheiro sem precedentes inflou o preço dos ativos, no entanto, a lembrança dos prejuízos recentes uma hora irá se avivar.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Juros</strong>: Na quarta feira, após o fechamento dos mercados, será divulgado o resultado da taxa básica de juros, selic, decidida na reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil, Copom. A redução é líquida e certa, faltando definir o tamanho. Condições para uma redução de 1% no atual patamar de 10,25% existem de sobra.</p>
<p><strong>Câmbio</strong>: Mesmo com os mercados realizando a entrada de recursos no Brasil vai continuar acontecendo. O patamar da cotação da moeda americana deve se elevar por conta da aderência a NY que ainda persiste e pelo fato dos maiores players da moeda ser estrangeiros.</p>
<p><strong>Bolsa de Valores</strong>: Depois de a Bovespa subir mais de 80% do patamar mínimo atingido no pior momento da crise, fica difícil recomendar que se faça carteira a partir de agora. O mundo não acabou e também não está vivendo num mar de rosas.<br />
Para quem acreditou na recuperação o momento é de embolsar os lucros e se ancorar em aplicações mais seguras que a renda variável.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Somos bons para prever a chuva, mas não o furacão. É aterrorizante a idéia de que não compreendemos o mundo em que vivemos. E não compreendemos bem o que aconteceu em 2008&#8243;<br />
*DANIEL KAHNEMAN<br />
Prêmio Nobel de Economia de 2002.</p>
<p> </p>
<p>As opiniões aqui contidas são pessoais e não representam recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Desta forma, os autores estão isentos de quaisquer responsabilidades sobre as decisões de investimentos tomadas por seus leitores.<br />
O Aviso em Dois tem como finalidade a troca de idéias, informações e conhecimentos técnicos com os leitores e participantes do mercado financeiro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://avisoemdois.com.br/sem-categoria/aviso-semanal-14/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

