Toda vez que surge um caso como este da poupança a tendência é o debate se politizar na razão especifica e a discussão mais ampla dos problemas ficarem em segundo plano e sem uma iniciativa de mudanças estruturais necessária.
Privilegiar o curto prazo é o motivo de o Brasil não ter uma curva de juros consistente e determinada pelo rendimento do maior ativo emitido, o título público.
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