A semana: Balanços corporativos com resultados acima do esperado, principalmente do setor financeiro, e expectativas de uma recuperação mais rápida do que era esperada, da economia americana, trouxeram otimismo ao mercado na semana anterior.
Esta semana os números do PIB americano devem dar uma melhor visibilidade do comportamento da economia real, próxima passada, podendo ser o motivo que o mercado precisa para a esperada realização.
A economia brasileira tem mostrado muito mais resistência aos efeitos provocados pela crise financeira global, que a previsão feita pela grande maioria dos analistas.
Cautela continua sendo o mote do momento.
Juros: A decisão do Copom de reduzir a taxa básica de juros da economia brasileira dos 9,25% ao ano para 8,75% veio acompanhada por uma sinalização do Comitê de Política Monetária do Banco Central de que o período de afrouxamento monetário, provavelmente tenha chegado ao fim no curto prazo.
Mercado já vinha com algumas projeções de aumento de taxa de juros em 2010, como a sinalização do BC as taxas de prazo mais longo acabaram subindo.
A divulgação do IPC-A 15 na sexta feira trouxe um pouco de alívio, a despeito da contínua pressão do mercado e da divulgação da ata da última reunião na quinta feira vir confirmar o conservadorismo, o momento ainda não permite vislumbrar a continuidade de alta na taxa básica para o ano que vem.
Câmbio: A entrada de recursos estrangeiros continua forte, derrubando a cotação da moeda norte americana abaixo de R$1,90.
Como o dólar é quase uma commoditie, quem dita a cotação da moeda é a oferta e procura, no curto prazo a oferta vai continuar alta e nem mesmo a compra da moeda por parte do Banco Central consegue segurar a queda.
Bolsa de Valores: O momento para investimentos em renda variável continua de cautela no curto prazo. Realizações mais agressivas podem acontecer a qualquer momento.
No médio/longo prazos aplicações em ações continuam atrativas em função do desempenho projetado para a economia brasileira no futuro.
O aumento da participação de recursos estrangeiros na Bovespa na última semana traz otimismo, mas também aumenta a probabilidade de realização no curto prazo já que a valorização da Bovespa em dólar no ano de 2009 está próxima de 80%.
Para quem deseja comprar ações para médio/longo prazos existem opções melhores.
Continuamos com João Fortes = JFEN3 e Porto Seguro = PSSA3
“Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível.”
São Francisco de Assis
As opiniões aqui contidas são pessoais e não representam recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Desta forma, os autores estão isentos de quaisquer responsabilidades sobre as decisões de investimentos tomadas por seus leitores.
O Aviso em Dois tem como finalidade a troca de idéias, informações e conhecimentos técnicos com os leitores e participantes do mercado financeiro.
A semana: Balanços corporativos com resultados acima do esperado, principalmente do setor financeiro, e expectativas de uma recuperação mais rápida do que era esperada, da economia americana, trouxeram otimismo ao mercado na semana anterior.
Esta semana os números do PIB americano devem dar uma melhor visibilidade do comportamento da economia real, próxima passada, podendo ser o motivo que o mercado precisa para a esperada realização.
A economia brasileira tem mostrado muito mais resistência aos efeitos provocados pela crise financeira global, que a previsão feita pela grande maioria dos analistas.
Cautela continua sendo o mote do momento.
Juros: A decisão do Copom de reduzir a taxa básica de juros da economia brasileira dos 9,25% ao ano para 8,75% veio acompanhada por uma sinalização do Comitê de Política Monetária do Banco Central de que o período de afrouxamento monetário, provavelmente tenha chegado ao fim no curto prazo.
Mercado já vinha com algumas projeções de aumento de taxa de juros em 2010, como a sinalização do BC as taxas de prazo mais longo acabaram subindo.
A divulgação do IPC-A 15 na sexta feira trouxe um pouco de alívio, a despeito da contínua pressão do mercado e da divulgação da ata da última reunião na quinta feira vir confirmar o conservadorismo, o momento ainda não permite vislumbrar a continuidade de alta na taxa básica para o ano que vem.
Câmbio: A entrada de recursos estrangeiros continua forte, derrubando a cotação da moeda norte americana abaixo de R$1,90.
Como o dólar é quase uma commoditie, quem dita a cotação da moeda é a oferta e procura, no curto prazo a oferta vai continuar alta e nem mesmo a compra da moeda por parte do Banco Central consegue segurar a queda.
Bolsa de Valores: O momento para investimentos em renda variável continua de cautela no curto prazo. Realizações mais agressivas podem acontecer a qualquer momento.
No médio/longo prazos aplicações em ações continuam atrativas em função do desempenho projetado para a economia brasileira no futuro.
O aumento da participação de recursos estrangeiros na Bovespa na última semana traz otimismo, mas também aumenta a probabilidade de realização no curto prazo já que a valorização da Bovespa em dólar no ano de 2009 está próxima de 80%.
Para quem deseja comprar ações para médio/longo prazos existem opções melhores.
Continuamos com João Fortes = JFEN3 e Porto Seguro = PSSA3
“Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível.”
São Francisco de Assis
As opiniões aqui contidas são pessoais e não representam recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Desta forma, os autores estão isentos de quaisquer responsabilidades sobre as decisões de investimentos tomadas por seus leitores.
O Aviso em Dois tem como finalidade a troca de idéias, informações e conhecimentos técnicos com os leitores e participantes do mercado financeiro.
O SR. WALDIR KIEL E RAFAEL VALIM NOS BRINDAM COM MAIS UM BELO ARTIGO!
O QUE MAIS SE PODE DIZER????
ESSE “PESSOAL” SÓ ACERTA!!!
Hummmmmmmmmmmmmmm!!!!
Hummmmmmmmmm……(pensando )!
Hummmmmmmmmm…..(se eu fosse um computador já teria trocado o processador )!
ESTÁ BÓTIMO!!!!
ABRAÇO!
ANDRÉ