Divirta.se

Roteiro descobrindo o Rio e São Paulo

O fim de semana que se anuncia chuvoso. Uma semana curta, mas ainda com alguma ressaca do feriado e para tanto vamos a um roteiro que possamos descobrir no Rio e em São Paulo.

O fim de semana que se anuncia chuvoso. Uma semana curta, mas ainda com alguma ressaca do feriado e para tanto vamos a um roteiro que possamos descobrir no Rio e em São Paulo.
A África cada vez mais estará nos noticiários. O Brasil começa a se preparar para a copa do mundo do próximo ano diante disso podemos dar uma passada no Museu Afro Brasil que apresenta uma exposição de Picha. Picha na lingua Swahili quer dizer desenhos, mas a exposição é de HQ africanos com obras de roteiristas e desenhistas de 16 países do Continente Africano. Picha reúne originais de desenhos, álbuns, revistas e publicações de jornais e revistas, e ainda um importante banco de dados com informações sobre desenhistas, chargistas e caricaturistas. Além dos artistas africanos, participam da mostra o norte-americano David Brown, que virá ao Brasil especialmente para participar da programação do evento e o cartunista brasileiro e co-curador da exposição, Maurício Pestana, apresentando semelhanças e diferenças dos desenhos afro-descendentes destes dois países, junto com seus pares na África. A curadoria é da professora e pesquisadora de Histórias em Quadrinhos, Dra. Sonia M. Bibe Luyten.
Os quadrinhos africanos estão indo muito bem. Há desenhistas africanos ativos em todo o continente. Há muitos Festivais de Histórias em Quadrinhos e muitas revistas e álbuns sendo publicados. No Senegal, por exemplo, há um seriado de televisão muito popular baseado em um personagem de quadrinhos: Goorgoorlu.   A vida de Mandela foi descrita em quadrinhos na África do Sul e muitas revistas estão usando as Histórias em Quadrinhos para alertar os soldados sobre os perigos da AIDS na Etiópia.  É muito surpreendente notar como as Histórias em quadrinhos refletem a realidade (política) africana. Para se falar também de coisas mais leves e alegres é preciso recorrer a subterfúgios. A famosa série de quadrinhos Aya de Ypougon, de Marguerite Abouet, da Costa do Marfim, é uma novela gráfica, tendo como foco o amor, brigas e adultério.  Mas este quadrinho tem como cenário os tranquilos anos 1970 do país, quando a guerra civil da Costa do Marfim ainda estava muito longe de acontecer.
Na África, as Histórias em Quadrinhos podem ser produzidas por um baixo custo, não é necessário ter diploma universitário e são facilmente acessíveis sob o ponto de vista de comunicação.  Estes três fatores são favoráveis para um continente com uma infra-estrutura artística limitada. Existe, no entanto, um problema: os quadrinhos precisam ser distribuídos para poderem ser lidos e, muitas vezes, não existem canais para fazer isso. Além disso, apesar dos quadrinhos serem um produto barato, ainda é oneroso para o poder aquisitivo dos leitores africanos.
Local: Museu Afro Brasil
Data: de 15 de outubro a 08 de novembro de 2009
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/no. – Parque Ibirapuera
Horário: das 10 às 17 horas, com permanência até as 18h
De terça a domingo
Informações: (11) 5579-0593
Estacionamento e acesso de visitantes: pelo portão 3 do parque Ibirapuera, (Zona Azul)
Entrada: Grátis
A dor de cotovelo sempre teve espaço nas canções brasileiras. Lupicínio Rodrigues e Dolores são os expoentes máximos desse gênero. Quem matou a dor de cotovelo foi a bossa nova, que otimista, acompanhava o clima de liberdades democráticas e a esperança de um grande país simbolizada pela nova capital. A dor de cotovelo está sem duvida está na alma latina do brasileiro. Seja português, espanhol ou italiano o chorar de amor é mais intenso e em qualquer classe social. E é isso que o SESC Pompéia apresenta neste final de semana. O repertório vai de Waldic Soriano a Bob Dylan.
Os cantores Maria Creuza e Mateus Sartori tomam conta do palco na sexta, dia 16. Maria Creuza fez grande sucesso nos festivais da década de 60 e teve seu nome projetado internacionalmente ao fazer shows ao lado de Vinícius de Moraes, Dorival Caymmmi e Toquinho. Mateus Sartori tem dois discos lançados no país – um deles também está à venda também nos EUA e no Japão. Seu primeiro trabalho trazia participações especiais de Guinga, Renato Braz e Naylor Proveta. Em seu álbum mais recente, o repertório foi extraído exclusivamente da obra de Dorival Caymmi.
Tiê e Hélio Flanders (Vanguart) | Dia 17. Sábado, 21h
A cantora Tiê sobe ao palco no sábado, dia 17, mesmo dia em que Hélio Flanders (Vanguart). Tiê se destacou na cena musical por suas composições pessoais e pela sonoridade peculiar de seu primeiro álbum. Todas as faixas do trabalho foram gravadas ao vivo em estilo low-fi. No repertório da cantora, especialmente preparado para o show, estão canções como “Time After Time” (Cindy Lauper), e “Eu não sou cachorro não (Waldick Soriano). Hélio Flanders é vocalista do grupo Vanguart, mas dessa vez se apresentará sozinho. Com piano e violão, ele interpretará canções como “You’re A Big Girl Now” (Bob Dylan) e “You Are My Sunshine”, do cancioneiro popular norte americano.
Renato Braz e Taryn | Dia 18. Domingo, às 18h
Renato Braz, vencedor do 5º Prêmio Visa de MPB, e Taryn, que canta do jazz ao rock, se apresentam no domingo, dia 18. Renato iniciou sua carreira em cafés, pequenas casas de shows e bares noturnos e, em 1996, lançou seu primeiro disco. Acompanhado do pianista Nelson Ayres, interpretará canções como “Chora Coração” (Jobim / Vinicius), “Matriz e Filial” (Lucio Cardim) e “Nervos de Aço” (Lupicínio Rodrigues). Taryn Szpilman pertence à quinta geração de músicos da família Szpilman (da qual também faz parte Wladyslay Szpilman, personagem retratado no filme “O Pianista”, de Roman Polanski). Sua marca, além da voz potente, é a versatilidade, que pode ser observada nas interpretações que vão do jazz ao rock, passando com segurança pelo soul, blues e MPB. No repertório, canções como Pisca (Zeca Baleiro), Olhos nos Olhos (Chico Buarque) e Sufoco (Alcione).
Serviço: SESC POMPEIA APRESENTA PROJETO “DO CORAÇÃO AO COTOVELO”
Rua Clélia, 93
Dias 16, 17 e 18 de outubro. Sexta e sábado às 21h e domingo, às 18h.
Teatro – Classificação indicativa: 12 anos
Ingressos: R$ 4,00 a 16,00.
Telefone para informações: (11) 3871-7700
Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro não tem só samba, funk, tem na sua história o jazz e o grande incentivador Jorginho Guinle, carioca da gema que chegou escrever um dicionário de jazz para ajudar os que queriam conhecer esse gênero de música. Na época não tinha internet e esse dicionário foi fundamental para essa geração. Por isso indico dois shows que vale a pena conferir.  Outra indicação é o grupo Monobloco. Uma boa diversão para dançar e cantar.
MONOBLOCO. Consagrado por fundir a batucada a outros ritmos e estilos musicais, o grupo liderado por Pedro Luís grava seu segundo DVD da carreira. A noite traz os clássicos Isso Aqui Tá Muito Bom, de Nando Cordel e Dominguinhos; Você, de Tim Maia; e Santa Clara Clareou, de Jorge Ben Jor. Num dos momentos mais aguardados da noite, Elba Ramalho se junta à banda para entoar Eu Só Quero um Xodó e Festa do Interior. 18 anos.
Fundição Progresso.
Rua dos Arcos, 24, Lapa, 2220-5070.
Sexta (16), 22h. R$ 20,00 (com filipeta ou um quilo de alimento) a R$ 70,00.
www.fundicaoprogresso.com.br.
PAULINHO GUITARRA VERY COOL QUARTET. Às voltas com a turnê de Piquenique, novo disco de Ed Motta, o guitarrista arrumou uma brecha na agenda para lançar o seu terceiro álbum-solo, Trans-Space. O repertório autoral tem a marca do músico, que faz jazz permeado de muito funk, soul e blues. Completam o quarteto o pianista Kiko Continentino, o baixista Juliano Cândido e o baterista Roberto Alemão. 16 anos.
Santo Scenarium. Rua do Lavradio, 36, Centro, 3147-9007.
Sábado (17), 21h30. R$ 8,00. Cc.: todos. Cd: todos.
HAROLDO MAURO JR. TRIO. Pianista que viveu por duas décadas nos Estados Unidos, Haroldo faz única apresentação do repertório de seu disco mais recente, o elogiado, Bossa na Pressão (2006). Esta é uma boa oportunidade de conferir de perto o trabalho do músico que já tocou no templo nova-iorquino do jazz, o Blue Note. Ele sobe ao palco escoltado por Márcio Bahia (bateria) e Alex Rocha (contrabaixo). Livre. SESC Tijuca.
Rua Barão de Mesquita, 539, Tijuca, 3238-2100.
Domingo (18), 16h. Grátis.
Lazaro de Oliveira
Lazaro é jornalista cultural que trabalhou na Folha de S. Paulo, Jornal da Tarde, TV Globo, TV Bandeirantes e durante 15 anos chefiou a pauta e reportagem do programa Metrópolis da TV Cultura. Com a colaboração do Lazaro o Aviso em Dois dá mais um passo para atender seu público.
*Todas as colunas anteriores, com dicas e indicações culturais, encontraram-se na seção Divirta-se do Aviso em Dois.O fim de semana que se anuncia chuvoso. Uma semana curta, mas ainda com alguma ressaca do feriado e para tanto vamos a um roteiro que possamos descobrir no Rio e em São Paulo.

A África cada vez mais estará nos noticiários. O Brasil começa a se preparar para a copa do mundo do próximo ano diante disso podemos dar uma passada no Museu Afro Brasil que apresenta uma exposição de Picha.picha-latest.png Picha na lingua Swahili quer dizer desenhos, mas a exposição é de HQ africanos com obras de roteiristas e desenhistas de 16 países do Continente Africano. Picha reúne originais de desenhos, álbuns, revistas e publicações de jornais e revistas, e ainda um importante banco de dados com informações sobre desenhistas, chargistas e caricaturistas. Além dos artistas africanos, participam da mostra o norte-americano David Brown, que virá ao Brasil especialmente para participar da programação do evento e o cartunista brasileiro e co-curador da exposição, Maurício Pestana, apresentando semelhanças e diferenças dos desenhos afro-descendentes destes dois países, junto com seus pares na África. A curadoria é da professora e pesquisadora de Histórias em Quadrinhos, Dra. Sonia M. Bibe Luyten.

Os quadrinhos africanos estão indo muito bem. Há desenhistas africanos ativos em todo o continente. Há muitos Festivais de Histórias em Quadrinhos e muitas revistas e álbuns sendo publicados. No Senegal, por exemplo, há um seriado de televisão muito popular baseado em um personagem de quadrinhos: Goorgoorlu.   A vida de Mandela foi descrita em quadrinhos na África do Sul e muitas revistas estão usando as Histórias em Quadrinhos para alertar os soldados sobre os perigos da AIDS na Etiópia. Marguerite_Abouet É muito surpreendente notar como as Histórias em quadrinhos refletem a realidade (política) africana. Para se falar também de coisas mais leves e alegres é preciso recorrer a subterfúgios. A famosa série de quadrinhos Aya de Ypougon, de Marguerite Abouet, da Costa do Marfim, é uma novela gráfica, tendo como foco o amor, brigas e adultério.  Mas este quadrinho tem como cenário os tranquilos anos 1970 do país, quando a guerra civil da Costa do Marfim ainda estava muito longe de acontecer.

Na África, as Histórias em Quadrinhos podem ser produzidas por um baixo custo, não é necessário ter diploma universitário e são facilmente acessíveis sob o ponto de vista de comunicação.  Estes três fatores são favoráveis para um continente com uma infra-estrutura artística limitada. Existe, no entanto, um problema: os quadrinhos precisam ser distribuídos para poderem ser lidos e, muitas vezes, não existem canais para fazer isso. Além disso, apesar dos quadrinhos serem um produto barato, ainda é oneroso para o poder aquisitivo dos leitores africanos.

Local: Museu Afro Brasil

Data: de 15 de outubro a 08 de novembro de 2009

Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/no. – Parque Ibirapuera

Horário: das 10 às 17 horas, com permanência até as 18h

De terça a domingo

Informações: (11) 5579-0593

Estacionamento e acesso de visitantes: pelo portão 3 do parque Ibirapuera, (Zona Azul)

Entrada: Grátis

A dor de cotovelo sempre teve espaço nas canções brasileiras. Lupicínio Rodrigues e Dolores são os expoentes máximos desse gênero. Quem matou a dor de cotovelo foi a bossa nova, que otimista, acompanhava o clima de liberdades democráticas e a esperança de um grande país simbolizada pela nova capital. A dor de cotovelo está sem duvida está na alma latina do brasileiro. Seja português, espanhol ou italiano o chorar de amor é mais intenso e em qualquer classe social. E é isso que o SESC Pompéia apresenta neste final de semana. O repertório vai de Waldic Soriano a Bob Dylan.

maria+creuzaOs cantores Maria Creuza e Mateus Sartori tomam conta do palco na sexta, dia 16. Maria Creuza fez grande sucesso nos festivais da década de 60 e teve seu nome projetado internacionalmente ao fazer shows ao lado de Vinícius de Moraes, Dorival Caymmmi e Toquinho.

Mateus Sartori tem dois discos lançados no país – MateusSartorium deles também está à venda também nos EUA e no Japão. Seu primeiro trabalho trazia participações especiais de Guinga, Renato Braz e Naylor Proveta. Em seu álbum mais recente, o repertório foi extraído exclusivamente da obra de Dorival Caymmi.

 

Tiê e Hélio Flanders (Vanguart) | Dia 17. Sábado, 21h

A cantora Tiê sobe ao palco no sábado, dia 17, mesmo dia em que Hélio Flanders (Vanguart). tieTiê se destacou na cena musical por suas composições pessoais e pela sonoridade peculiar de seu primeiro álbum. Todas as faixas do trabalho foram gravadas ao vivo em estilo low-fi. No repertório da cantora, especialmente preparado para o show, estão canções como “Time After Time” (Cindy Lauper), e “Eu não sou cachorro não (Waldick Soriano).HelioFlandersHélio Flanders é vocalista do grupo Vanguart, mas dessa vez se apresentará sozinho. Com piano e violão, ele interpretará canções como “You’re A Big Girl Now” (Bob Dylan) e “You Are My Sunshine”, do cancioneiro popular norte americano.

 

 

Renato Braz e Taryn | Dia 18. Domingo, às 18h

renato+brazRenato Braz, vencedor do 5º Prêmio Visa de MPB, e Taryn, que canta do jazz ao rock, se apresentam no domingo, dia 18. Renato iniciou sua carreira em cafés, pequenas casas de shows e bares noturnos e, em 1996, lançou seu primeiro disco. Acompanhado do pianista Nelson Ayres, interpretará canções como “Chora Coração” (Jobim / Vinicius), “Matriz e Filial” (Lucio Cardim) e “Nervos de Aço” (Lupicínio Rodrigues). Taryn

Taryn Szpilman pertence à quinta geração de músicos da família Szpilman (da qual também faz parte Wladyslay Szpilman, personagem retratado no filme “O Pianista”, de Roman Polanski). Sua marca, além da voz potente, é a versatilidade, que pode ser observada nas interpretações que vão do jazz ao rock, passando com segurança pelo soul, blues e MPB. No repertório, canções como Pisca (Zeca Baleiro), Olhos nos Olhos (Chico Buarque) e Sufoco (Alcione).

Serviço: SESC Pompéia apresenta projeto “Do coração ao  cotovelo

Rua Clélia, 93

Dias 16, 17 e 18 de outubro. Sexta e sábado às 21h e domingo, às 18h.

Teatro – Classificação indicativa: 12 anos

Ingressos: R$ 4,00 a 16,00.

Telefone para informações: (11) 3871-7700

Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro não tem só samba, funk, tem na sua história o jazz e o grande incentivador Jorginho Guinle, carioca da gema que chegou escrever um dicionário de jazz para ajudar os que queriam conhecer esse gênero de música. Na época não tinha internet e esse dicionário foi fundamental para essa geração. Por isso indico dois shows que vale a pena conferir.  Outra indicação é o grupo Monobloco. Uma boa diversão para dançar e cantar.

monoblocoMonobloco. Consagrado por fundir a batucada a outros ritmos e estilos musicais, o grupo liderado por Pedro Luís grava seu segundo DVD da carreira. A noite traz os clássicos Isso Aqui Tá Muito Bom, de Nando Cordel e Dominguinhos; Você, de Tim Maia; e Santa Clara Clareou, de Jorge Ben Jor. Num dos momentos mais aguardados da noite, Elba Ramalho se junta à banda para entoar Eu Só Quero um Xodó e Festa do Interior. 18 anos.

Fundição Progresso.

Rua dos Arcos, 24, Lapa, 2220-5070.

Sexta (16), 22h. R$ 20,00 (com filipeta ou um quilo de alimento) a R$ 70,00.

www.fundicaoprogresso.com.br.

 

PaulinhoGuitarraPaulinho Guitarra Very Cool Quartet. Às voltas com a turnê de Piquenique, novo disco de Ed Motta, o guitarrista arrumou uma brecha na agenda para lançar o seu terceiro álbum-solo, Trans-Space. O repertório autoral tem a marca do músico, que faz jazz permeado de muito funk, soul e blues. Completam o quarteto o pianista Kiko Continentino, o baixista Juliano Cândido e o baterista Roberto Alemão. 16 anos.

Santo Scenarium. Rua do Lavradio, 36, Centro, 3147-9007.

Sábado (17), 21h30. R$ 8,00. Cc.: todos. Cd: todos.

 

HaroldoMauroHaroldo Mauro Jr. Trio. Pianista que viveu por duas décadas nos Estados Unidos, Haroldo faz única apresentação do repertório de seu disco mais recente, o elogiado, Bossa na Pressão (2006). Esta é uma boa oportunidade de conferir de perto o trabalho do músico que já tocou no templo nova-iorquino do jazz, o Blue Note. Ele sobe ao palco escoltado por Márcio Bahia (bateria) e Alex Rocha (contrabaixo). Livre. SESC Tijuca.

Rua Barão de Mesquita, 539, Tijuca, 3238-2100.

Domingo (18), 16h. Grátis.

 

 

Lazaro de Oliveira

Lazaro é jornalista cultural que trabalhou na Folha de S. Paulo, Jornal da Tarde, TV Globo, TV Bandeirantes e durante 15 anos chefiou a pauta e reportagem do programa Metrópolis da TV Cultura. Com a colaboração do Lazaro o Aviso em Dois dá mais um passo para atender seu público.

*Todas as colunas anteriores, com dicas e indicações culturais, encontraram-se na seção Divirta-se do Aviso em Dois.

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