Ontem a Guerra das Malvinas completou 30 anos de seu inicio. Para os historiadores, o início da guerra foi a arma do ditador argentino, general Leopoldo Galtiere, para dar fôlego ao governo militar, já agonizante no país. A então primeira-ministra britânica Margareth Thatcher, que enfrentava uma crise de popularidade, reagiu com força. No final de abril, 28 mil soldados em 100 navios chegaram ao arquipélago
Gil e Caetano, muito mais Caetano, fazem parte de uma geração que se interessou em entender o Brasil sem abrir mão de sua contemporaneidade, dos acontecimentos que cercam suas vidas. Caetano Veloso extraiu de uma passagem de Joaquim Nabuco o título do disco que lançou em dezembro – “Noites do Norte”.
Poucas matérias sobre a exposição sobre o Pixinguinha foram tão completas como essa da Carta Capital. A exposição acontece no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília. Se não for possível visitar o texto abaixo da Carta Capital escrita por Ana Ferraz mostra a importância desse musico a quem Vinicius chamava de santo
Hoje a árdua tarefa é apresentar para quem não conhece Ademilde Fonseca e Millor Fernandes, falecidos, a nova geração. Ademilde Fonseca foi a rainha do choro e seu cantar Brasileirinho inspirou Baby quando ainda era Consuelo e pertencia aos novos baianos embora fosse carioca. Millor Fernandes ao lado de Leon Eliachar e Sergio Porto que expunham no ato de fazer graça o ridículo das pessoas
Relutei escrever sobre Chico Anysio. De sexta do anuncio de sua morte até segunda feira muito se falou sobre ele e pensei que mais nada pudesse ser dito. Instado a escrever sobre o falecido busquei encontrar um lado desconhecido. Assim como Lima Duarte, Chico buscou a sua inspiração no povo simples. Isso permitiu que seus personagens tivessem uma relação muito grande com gente da nossa terra.
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