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Emergentes, ocidente e oriente

Emergentes, ocidente e oriente
Caro leitor gostaria de conversar sobre um assunto que intitulei de emergentes, ocidente e oriente.
Fazendo um retrospecto a partir de 2005, meio de década e primeira do milênio, o despertar da economia, a crise do subprime a euforia e inconsequência do ocidente que provocou, se posso assim dizer, o momento difícil pelo qual passamos e agora a retomada, pois é obvio que teremos que ter uma retomada, pois o mundo não está com dias contados, vamos entender a força dos emergentes como economia em crescimento e liberdade para buscar relacionamentos e parcerias
De um lado ainda vejo parte de economista e analistas certo ceticismo nesta retomada  e de outros correntes otimistas. É fato que se nos colocarmos para fazer uma caminhada teremos que olhar para frente e se não tivermos um objetivo positivo a alcançar, seria o mesmo que negar todo o nosso esforço. Assim , de uma forma bem simplista e, peço desculpas por tal , temos que encarar novos desafios.Esta crise , por exemplo, tomemos como lição de modo a tornar a economia e o ritmo de crescimento constante , confiável e saudável e para isto temos que verificar o mercado doméstico , a sua regulamentação , e seu relacionamento interno e externo .
No tocante ao ocidente, creio que a lição teve nota baixa, principalmente nos países desenvolvidos, mais por conta da especulação, falta de otimismo e regulação e isso fez com que os chamados tigres asiáticos, com destaque a China, e, por conseguinte emergente, firmassem um bom espaço. Entre outras medidas de incentivo , o cuidado com o mercado doméstico e o equilíbrio com o externo .Claro que o contingente de consumo chinês é inquestionável mas creio que ,levando em conta o seu passado de regime fechado , a lição teve nota boa .Isto tem provocado na economia ocidental como um todo um certo ciúme que é colocado pelas correntes pessimistas ocidentais como despropósito , incremento de bolhas e por aí vai.
Particularmente acho espetacular a iniciativa dosa Bancos Centrais e, destaco a figura do Sr. Ben Bernanke com relação à presença estatal na regulação dos mercados. O lado socioeconômico deve ser levado em conta também , ou seja , a cidadania.
No grupo dos emergentes o Brasil também tem o seu destaque, mas a nota da lição precisa ser melhorada. Não muito recente é que o nosso mercado doméstico tem sido valorizado, sentimo-nos mais cidadãos, contudo, precisamos ser mais otimistas. Temos que encarar a globalização com mais equilíbrio e responder ao comércio desleal de modo a não nos tornarmos dependentes.Estamos em situação estratégica em relação aos outros emergentes e nisso corroboram nossas terras , posição geográfica , regime político e consumo interno , não será preciso estudar muito.
Pensemos primeiro nos amarelos, azuis e brancos, olhem para frente, deixemos o preto guardado, ou, sem pessimismo
Avante!    UM ABRAÇO A TODOS E ATÉ A PRÓXIMA…

Caro leitor gostaria de conversar sobre um assunto que intitulei de emergentes, ocidente e oriente.

Fazendo um retrospecto a partir de 2005, meio de década e primeira do milênio, o despertar da economia, a crise do subprime a euforia e inconsequência do ocidente que provocou, se posso assim dizer, o momento difícil pelo qual passamos e agora a retomada, pois é obvio que teremos que ter uma retomada, pois o mundo não está com dias contados, vamos entender a força dos emergentes como economia em crescimento e liberdade para buscar relacionamentos e parcerias

De um lado ainda vejo parte de economista e analistas certo ceticismo nesta retomada  e de outros correntes otimistas. É fato que se nos colocarmos para fazer uma caminhada teremos que olhar para frente e se não tivermos um objetivo positivo a alcançar, seria o mesmo que negar todo o nosso esforço. Assim , de uma forma bem simplista e, peço desculpas por tal , temos que encarar novos desafios.Esta crise , por exemplo, tomemos como lição de modo a tornar a economia e o ritmo de crescimento constante , confiável e saudável e para isto temos que verificar o mercado doméstico , a sua regulamentação , e seu relacionamento interno e externo .

No tocante ao ocidente, creio que a lição teve nota baixa, principalmente nos países desenvolvidos, mais por conta da especulação, falta de otimismo e regulação e isso fez com que os chamados tigres asiáticos, com destaque a China, e, por conseguinte emergente, firmassem um bom espaço. Entre outras medidas de incentivo , o cuidado com o mercado doméstico e o equilíbrio com o externo .Claro que o contingente de consumo chinês é inquestionável mas creio que ,levando em conta o seu passado de regime fechado , a lição teve nota boa .Isto tem provocado na economia ocidental como um todo um certo ciúme que é colocado pelas correntes pessimistas ocidentais como despropósito , incremento de bolhas e por aí vai.

Particularmente acho espetacular a iniciativa dosa Bancos Centrais e, destaco a figura do Sr. Ben Bernanke com relação à presença estatal na regulação dos mercados. O lado socioeconômico deve ser levado em conta também , ou seja , a cidadania.

No grupo dos emergentes o Brasil também tem o seu destaque, mas a nota da lição precisa ser melhorada. Não muito recente é que o nosso mercado doméstico tem sido valorizado, sentimo-nos mais cidadãos, contudo, precisamos ser mais otimistas. Temos que encarar a globalização com mais equilíbrio e responder ao comércio desleal de modo a não nos tornarmos dependentes.Estamos em situação estratégica em relação aos outros emergentes e nisso corroboram nossas terras , posição geográfica , regime político e consumo interno , não será preciso estudar muito.

Pensemos primeiro nos amarelos, azuis e brancos, olhem para frente, deixemos o preto guardado, ou, sem pessimismo

Avante!    UM ABRAÇO A TODOS E ATÉ A PRÓXIMA…

 

Luiz Semprini é Engenheiro e trader

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