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Emergentes, ocidente e oriente – II

… de volta aos leitores com ocidente e oriente.
Estamos terminando 2009 com resultados positivos e recuperação quase que total dos prejuízos provocados pela crise iniciada no mercado americano com o nome de subprime e acarretou um efeito dominó gerando temor principalmente na Europa. Entretanto continuo lendo opiniões de economistas renomados que insistem em dizer que novas tempestades poderão vir, ou formação de bolhas. Paremos para pensar numa só questão que faria com que refutássemos tais teorias pois a despeito do que podemos visualizar tecnicamente, temos que ter em mente o seguinte: como seria o mundo se não retomássemos o crescimento, as novas gerações a criação de novas tecnologias e acima de tudo ocupação para todos , pois quero acreditar que ninguém nasceu para ficar desempregado e não ter família. Atrelam-se os mercados globais a economia norte-americana, seu alto poder de consumo, a máquina não pode parar. Muito certo , mas o globo tem outras nações e suas respectivas culturas e costumes e o consumo é olhado de outra forma.Entretanto a população mundial , a cada dia pelo menos mais uma criança nasce e que deve ter direito ao seu lugar como futuro cidadão e consumidor sem fazer parte de uma mera estatística para os anais de economia.A Europa sofre tanto por ser um continente velho como por seu esgotamento geográfico, justifico daí , um certo protecionismo na sua economia.
É imperativo, que embora os efeitos da globalização provoque alguma exclusão com o nome de concorrência e que o mercado é implacável, ações socioeconômicas devem ser aplicadas e geridas por mais algum tempo e que teses de recuperação econômica em U ou V  não vem muito ao caso uma vez que o tempo urge.
Uma pergunta que gostaria de fazer: como  é possível para um investidor ou acionista ter confiança em manter uma posição no mercado se existe em certos momentos ajustes um tanto desproporcionais. É como se voltasse para o final da fila. Chamamos tecnicamente ajustes ou realização de lucros e nem todos nós sabemos as peculiaridades do mercado É preciso parar com rumores de que o caos ainda ronda nossas cabeças como também incrementar os mercados domésticos e suas relações entre si.
Acredito que todos de uma forma ou outra fizeram e estão fazendo a lição de casa e que o trabalho para o crescimento não pode parar!
Boa sorte a todos e até a próxima…

… de volta aos leitores com ocidente e oriente.

Estamos terminando 2009 com resultados positivos e recuperação quase que total dos prejuízos provocados pela crise iniciada no mercado americano com o nome de subprime e acarretou um efeito dominó gerando temor principalmente na Europa. Entretanto continuo lendo opiniões de economistas renomados que insistem em dizer que novas tempestades poderão vir, ou formação de bolhas. Paremos para pensar numa só questão que faria com que refutássemos tais teorias pois a despeito do que podemos visualizar tecnicamente, temos que ter em mente o seguinte: como seria o mundo se não retomássemos o crescimento, as novas gerações a criação de novas tecnologias e acima de tudo ocupação para todos , pois quero acreditar que ninguém nasceu para ficar desempregado e não ter família. Atrelam-se os mercados globais a economia norte-americana, seu alto poder de consumo, a máquina não pode parar. Muito certo , mas o globo tem outras nações e suas respectivas culturas e costumes e o consumo é olhado de outra forma.Entretanto a população mundial , a cada dia pelo menos mais uma criança nasce e que deve ter direito ao seu lugar como futuro cidadão e consumidor sem fazer parte de uma mera estatística para os anais de economia.A Europa sofre tanto por ser um continente velho como por seu esgotamento geográfico, justifico daí , um certo protecionismo na sua economia.

É imperativo, que embora os efeitos da globalização provoque alguma exclusão com o nome de concorrência e que o mercado é implacável, ações socioeconômicas devem ser aplicadas e geridas por mais algum tempo e que teses de recuperação econômica em U ou V  não vem muito ao caso uma vez que o tempo urge.

Uma pergunta que gostaria de fazer: como  é possível para um investidor ou acionista ter confiança em manter uma posição no mercado se existe em certos momentos ajustes um tanto desproporcionais. É como se voltasse para o final da fila. Chamamos tecnicamente ajustes ou realização de lucros e nem todos nós sabemos as peculiaridades do mercado É preciso parar com rumores de que o caos ainda ronda nossas cabeças como também incrementar os mercados domésticos e suas relações entre si.

Acredito que todos de uma forma ou outra fizeram e estão fazendo a lição de casa e que o trabalho para o crescimento não pode parar!

Boa sorte a todos e até a próxima…

Luiz Semprini é Engenheiro e trader


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