Emergentes, ocidente e oriente – Final
Amigos apresento-lhes a última parte do que intitulei… Emergentes, ocidente e oriente.
Estamos vivendo um paradoxo provocado de um lado pela globalização e de outro consequências de correção de rumo, regulamentações governamentais, uma ponta de desconfiança na sustentabilidade e divisões econômicas.
Temos o oriente, outrora comandado pela economia japonesa até o surgimento dos tigres asiáticos. A China era vista como um grande mercado de consumo mas que devido ao regime político ficava com um digamos assim , terceiro lugar.Surgiram então os árabes com a riqueza advinda do petróleo.O conservadorismo moderado na Europa , a pujança dos Estados Unidos e a desordem da América Latina foram sacudidos pelo impacto da especulação e uma certa condescendência dos governos , via mau uso dos recursos e desconhecimento das artimanhas do mercado financeiro , como exemplo o mecanismo dos derivativos.Instalou-se a crise de 2007 e 2008 originada no mercado financeiro americano simplesmente pela falta de regulamentação e que se alastrou pelo mundo tanto pelo medo como pela globalização pois os mercados queriam viver sob a égide do consumo americano esquecendo dos seus mercados locais. Tecnicamente, os respectivos Bancos Centrais agiram e estão agindo com atenção e eficiência promovendo a ascensão do mercado doméstico por meio de créditos e retroagindo suas taxas de juros. As regras do capitalismo foram reestudadas e posturas globais melhor discutidas , ou seja , há que existir a força do mercado doméstico e neste ponto , a China se sobressaiu e vem ganhando espaço, seu regime mudou e abriu-se para o mundo.De um lado a riqueza de Xangai e de outro a arquitetura de Dubai , sem mencionar o crescimento da Índia , fizeram com que o Japão perdesse algumas posições. Há que se levar em conta também a população e as questões geopolíticas.
A Europa, o continente velho, vem sofrendo, talvez , mais do que os outros mercados as consequências pelo simples fato de que , se posso assim dizer, tudo já está preenchido, população e sistema produtivo. Os EUA lutam para que haja pontos positivos na equação consumo – emprego – crédito e o Brasil vem se estabilizando como uma economia promissora , o que já é fato , entretanto ainda deve fazer algumas lições de casa , as esperadas reformas sociopolíticas uma vez que temos consumo e posição geográfica e mais , o otimismo.
No oriente, continuamos a admirar a economia do sol nascente, mas o império chinês já está formado e do lado do ocidente o Brasil desponta como economia promissora.
… quero deixar , com permissão , a minha simples mensagem de natal e de ano novo,
…costumo dizer que Deus está vendo e nós que acompanhamos e vivemos do mercado às vezes esquecemos-nos Dele, mas é preciso que voltemos a cultivar a FÉ, pois sem ela não conseguiremos ser firmes e confiantes. Atravessamos tempos de reformulação , de valores pessoais e sociais, de novas esperanças.
Acredito em papai Noel da seguinte forma, sejamos simples, vamos ganhar presente, nossa família, nossa gente, e apesar de nos sentirmos um tanto perdidos não estamos sós
Em poucas palavras, desejo a todos que neste Natal cada um receba o seu presente! E NÃO ESQUEÇAM Deus está vendo!
Obrigado a todos e até…
Luiz Semprini é Engenheiro e trader
Amigos apresento-lhes a última parte do que intitulei… Emergentes, ocidente e oriente.
Estamos vivendo um paradoxo provocado de um lado pela globalização e de outro consequências de correção de rumo, regulamentações governamentais, uma ponta de desconfiança na sustentabilidade e divisões econômicas.
Temos o oriente, outrora comandado pela economia japonesa até o surgimento dos tigres asiáticos. A China era vista como um grande mercado de consumo mas que devido ao regime político ficava com um digamos assim , terceiro lugar.Surgiram então os árabes com a riqueza advinda do petróleo.O conservadorismo moderado na Europa , a pujança dos Estados Unidos e a desordem da América Latina foram sacudidos pelo impacto da especulação e uma certa condescendência dos governos , via mau uso dos recursos e desconhecimento das artimanhas do mercado financeiro , como exemplo o mecanismo dos derivativos.Instalou-se a crise de 2007 e 2008 originada no mercado financeiro americano simplesmente pela falta de regulamentação e que se alastrou pelo mundo tanto pelo medo como pela globalização pois os mercados queriam viver sob a égide do consumo americano esquecendo dos seus mercados locais. Tecnicamente, os respectivos Bancos Centrais agiram e estão agindo com atenção e eficiência promovendo a ascensão do mercado doméstico por meio de créditos e retroagindo suas taxas de juros. As regras do capitalismo foram reestudadas e posturas globais melhor discutidas , ou seja , há que existir a força do mercado doméstico e neste ponto , a China se sobressaiu e vem ganhando espaço, seu regime mudou e abriu-se para o mundo.De um lado a riqueza de Xangai e de outro a arquitetura de Dubai , sem mencionar o crescimento da Índia , fizeram com que o Japão perdesse algumas posições. Há que se levar em conta também a população e as questões geopolíticas.
A Europa, o continente velho, vem sofrendo, talvez , mais do que os outros mercados as consequências pelo simples fato de que , se posso assim dizer, tudo já está preenchido, população e sistema produtivo. Os EUA lutam para que haja pontos positivos na equação consumo – emprego – crédito e o Brasil vem se estabilizando como uma economia promissora , o que já é fato , entretanto ainda deve fazer algumas lições de casa , as esperadas reformas sociopolíticas uma vez que temos consumo e posição geográfica e mais , o otimismo.
No oriente, continuamos a admirar a economia do sol nascente, mas o império chinês já está formado e do lado do ocidente o Brasil desponta como economia promissora.
… quero deixar , com permissão , a minha simples mensagem de natal e de ano novo,
…costumo dizer que Deus está vendo e nós que acompanhamos e vivemos do mercado às vezes esquecemos-nos Dele, mas é preciso que voltemos a cultivar a FÉ, pois sem ela não conseguiremos ser firmes e confiantes. Atravessamos tempos de reformulação , de valores pessoais e sociais, de novas esperanças.
Acredito em papai Noel da seguinte forma, sejamos simples, vamos ganhar presente, nossa família, nossa gente, e apesar de nos sentirmos um tanto perdidos não estamos sós
Em poucas palavras, desejo a todos que neste Natal cada um receba o seu presente! E NÃO ESQUEÇAM Deus está vendo!
Obrigado a todos e até…
Luiz A. Semprini é Engenheiro e trader
Muito bacana o teu comentário!
Iniciou bem e encerrou melhor ainda!