A semana: A reunião do grupo G20 nos últimos dias trouxe tudo que o mercado desejava manutenção dos pacotes de estímulo as economias e, por enquanto, nenhuma regulação do mercado financeiro, somente promessas de novas regras e ameaças de punição aos paraísos fiscais e redução dos bônus dos executivos financeiros.
Mesmo com a economia real ainda combalida, nesta semana mais curta, os mercados irão estar mais otimistas novamente.
Juros: Como previsto pela imensa maioria do mercado o Copom manteve, na última quarta feira a taxa básica de juros em 8,75% ao ano. Os mercados ameaçaram subir as taxas no longo prazo, no entanto os últimos indicadores de inflação mantiveram-se acomodados, para baixo e frearam o movimento.
Teremos uma semana sem grandes mudanças na curva de juros.
Câmbio: Com mercados externos mais otimistas a queda na cotação da moeda norte americana frente ao real deve continuar nesta semana. Nem mesmo a realização dos ativos na última semana foi capaz de sustentar uma breve alta nas cotações.
Dólar vai continuar sua trajetória de queda, mesmo com as compras da moeda feitas pela autoridade monetária.
Bolsa de Valores: Semana curta e otimismo grande. Este deve ser o comportamento da bolsa de valores diante das promessas de manutenção dos pacotes de estímulos as economias feitas pelo grupo G20 nos últimos dias.
Os tão esperados 60.000 pontos do Ibovespa irão ficar mais próximos da realidade nesta semana.
Petrobrás e Vale do Rio Doce, carros chefe do Ibovespa, devem comandar a força otimista do mercado.
“A coragem é a primeira qualidade humana, pois garantem todas as outras.”
Aristóteles
As opiniões aqui contidas são pessoais e não representam recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Desta forma, os autores estão isentos de quaisquer responsabilidades sobre as decisões de investimentos tomadas por seus leitores.
O Aviso em Dois tem como finalidade a troca de idéias, informações e conhecimentos técnicos com os leitores e participantes do mercado financeiro.
A semana: A reunião do grupo G20 nos últimos dias trouxe tudo que o mercado desejava manutenção dos pacotes de estímulo as economias e, por enquanto, nenhuma regulação do mercado financeiro, somente promessas de novas regras e ameaças de punição aos paraísos fiscais e redução dos bônus dos executivos financeiros.
Mesmo com a economia real ainda combalida, nesta semana mais curta, os mercados irão estar mais otimistas novamente.
Juros: Como previsto pela imensa maioria do mercado o Copom manteve, na última quarta feira a taxa básica de juros em 8,75% ao ano. Os mercados ameaçaram subir as taxas no longo prazo, no entanto os últimos indicadores de inflação mantiveram-se acomodados, para baixo e frearam o movimento.
Teremos uma semana sem grandes mudanças na curva de juros.
Câmbio: Com mercados externos mais otimistas a queda na cotação da moeda norte americana frente ao real deve continuar nesta semana. Nem mesmo a realização dos ativos na última semana foi capaz de sustentar uma breve alta nas cotações.
Dólar vai continuar sua trajetória de queda, mesmo com as compras da moeda feitas pela autoridade monetária.
Bolsa de Valores: Semana curta e otimismo grande. Este deve ser o comportamento da bolsa de valores diante das promessas de manutenção dos pacotes de estímulos as economias feitas pelo grupo G20 nos últimos dias.
Os tão esperados 60.000 pontos do Ibovespa irão ficar mais próximos da realidade nesta semana.
Petrobrás e Vale do Rio Doce, carros chefe do Ibovespa, devem comandar a força otimista do mercado.
“A coragem é a primeira qualidade humana, pois garantem todas as outras.” Aristóteles
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