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	<title>Comentários sobre: Aviso Semanal # 1</title>
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	<description>ALEA JACTA EST</description>
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		<title>Por: waldir</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/avisos/avisando-n%c2%ba-1/comment-page-1/#comment-32</link>
		<dc:creator>waldir</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 22:08:43 +0000</pubDate>
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		<description>Sebastian

O caminho da estarização já foi iniciado.
Vamos ver se isso será suficiente para reativar a confiança e o crédito nas economias que foram devastadas pela crise.

Abraços

Waldir</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sebastian</p>
<p>O caminho da estarização já foi iniciado.<br />
Vamos ver se isso será suficiente para reativar a confiança e o crédito nas economias que foram devastadas pela crise.</p>
<p>Abraços</p>
<p>Waldir</p>
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		<title>Por: Sebastián</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/avisos/avisando-n%c2%ba-1/comment-page-1/#comment-31</link>
		<dc:creator>Sebastián</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 15:34:39 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente interessante à coluna inaugural. Gostaria humildemente de deixar algumas impressões que tem destacado minha atenção:

Os dados de exportação do Japão de janeiro impressionam. As exportações da segunda maior economia do mundo caíram mais de 45% em relação a Janeiro do ano passado. No curto prazo, o comercio internacional parece ser o grande afetado da retração da economia global. Dado certamente não positivo para as economias asiáticas que tanto tem favorecido o crescimento dos demais emergentes nos últimos anos. O risco aqui é uma socialização dos “déficits em conta corrente” e aumento do protecionismo. O protecionismo seria um retrocesso brutal. Temos visto alguns indícios e não podemos descartá-lo. O Brasil deve se opor firmemente a isto.

Duas impressões em relação às intervenções recentes nos mercados financeiros e na economia real. A primeira é que os governos ficaram atrás da curva mais uma vez e a proporção e a velocidade de ajustes dos mercados superam o entendimento das autoridades. Sem dúvida a sofisticação do mercado avançou enormemente nos últimos anos, os governos assistiram. Agora estão pagando a conta. Segundo Bernanke será feito tanto esforço quanto seja necessário. Difícil precisar o necessário. Os próprios democratas estão limitando os esforços, pronunciando-se contra uma injeção massiva. O dólar vai ter que fluir muito, perdendo consideravelmente valor no meio prazo. Em segundo lugar, me chama poderosamente a atenção o fato de que na próxima reunião do G-20 a pauta não seja consenso. Enquanto a economia mundial derrete, liderem europeus desejam tratar problemas de regulamentação de mercados. Já os Estados Unidos, mais dispostos a ação, propõem debates sobre adoções globais de pacotes de estímulo. A leitura real e que a região Euro conta com certas limitantes que restringem a adoção de medidas contra-ciclicas. Se a situação macroeconômica global apresentar piora, a União Européia para poder sobreviver deverá afrouxar paulatinamente restrições de déficit fiscal e endividamento dos países membros. Medidas que já causam debates entre países membros. Sem dúvida um desafio a mais para a Europa...

A situação no curto não é fácil para os mercados financeiros. A criação secundária de dinheiro sofreu grandes reduções desde meados do ano passado que a injeção de base monetária não está podendo conter. O resultado é a temida deflação de preços globais. A desaceleração e desemprego global aumentam os riscos do sistema. O dinheiro não circula e a deflação se retro alimenta. Where is the money? No curto certezas em bens finitos o em alguma arbitragem que não inclua risco de crédito. Bens finitos devem ser olhados caso a caso. Apontar hoje a bens finitos é olhar mais cuidadosamente os movimentos da China e de seus parceiros asiáticos...

Sebastián Laguarda</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente interessante à coluna inaugural. Gostaria humildemente de deixar algumas impressões que tem destacado minha atenção:</p>
<p>Os dados de exportação do Japão de janeiro impressionam. As exportações da segunda maior economia do mundo caíram mais de 45% em relação a Janeiro do ano passado. No curto prazo, o comercio internacional parece ser o grande afetado da retração da economia global. Dado certamente não positivo para as economias asiáticas que tanto tem favorecido o crescimento dos demais emergentes nos últimos anos. O risco aqui é uma socialização dos “déficits em conta corrente” e aumento do protecionismo. O protecionismo seria um retrocesso brutal. Temos visto alguns indícios e não podemos descartá-lo. O Brasil deve se opor firmemente a isto.</p>
<p>Duas impressões em relação às intervenções recentes nos mercados financeiros e na economia real. A primeira é que os governos ficaram atrás da curva mais uma vez e a proporção e a velocidade de ajustes dos mercados superam o entendimento das autoridades. Sem dúvida a sofisticação do mercado avançou enormemente nos últimos anos, os governos assistiram. Agora estão pagando a conta. Segundo Bernanke será feito tanto esforço quanto seja necessário. Difícil precisar o necessário. Os próprios democratas estão limitando os esforços, pronunciando-se contra uma injeção massiva. O dólar vai ter que fluir muito, perdendo consideravelmente valor no meio prazo. Em segundo lugar, me chama poderosamente a atenção o fato de que na próxima reunião do G-20 a pauta não seja consenso. Enquanto a economia mundial derrete, liderem europeus desejam tratar problemas de regulamentação de mercados. Já os Estados Unidos, mais dispostos a ação, propõem debates sobre adoções globais de pacotes de estímulo. A leitura real e que a região Euro conta com certas limitantes que restringem a adoção de medidas contra-ciclicas. Se a situação macroeconômica global apresentar piora, a União Européia para poder sobreviver deverá afrouxar paulatinamente restrições de déficit fiscal e endividamento dos países membros. Medidas que já causam debates entre países membros. Sem dúvida um desafio a mais para a Europa&#8230;</p>
<p>A situação no curto não é fácil para os mercados financeiros. A criação secundária de dinheiro sofreu grandes reduções desde meados do ano passado que a injeção de base monetária não está podendo conter. O resultado é a temida deflação de preços globais. A desaceleração e desemprego global aumentam os riscos do sistema. O dinheiro não circula e a deflação se retro alimenta. Where is the money? No curto certezas em bens finitos o em alguma arbitragem que não inclua risco de crédito. Bens finitos devem ser olhados caso a caso. Apontar hoje a bens finitos é olhar mais cuidadosamente os movimentos da China e de seus parceiros asiáticos&#8230;</p>
<p>Sebastián Laguarda</p>
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