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	<title>Aviso em Dois &#187; Luiz A. Semprini</title>
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	<description>ALEA JACTA EST</description>
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		<title>Percepções do nosso mundo econômico</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 03:34:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz A. Semprini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
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		<category><![CDATA[renda variável]]></category>

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		<description><![CDATA[... o semestre de 2011 já virou há três meses e continuamos vivendo de mãos dadas com a volatilidade , ora provocada pelo humor do mercado , ora por notícias e comentários preocupantes ora pelo pessimismo disseminado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros amigos, como vão?<br />
Depois de um período de silêncio involuntário quero deixar aqui algumas percepções do nosso mundo econômico.</p>
<p>&#8230; o semestre de 2011 já virou há três meses e continuamos vivendo de mãos dadas com a volatilidade , ora provocada pelo humor do mercado , ora por notícias e comentários preocupantes ora pelo pessimismo disseminado.</p>
<p>Muito bem! Desde o ano passado a nossa bolsa vem tentando se afirmar, mas a crise americana de um lado e a da zona do euro de outro deixam os emergentes sem muita segurança.</p>
<p>Comentei que, para que o mundo revertesse esta situação, por lógica de raciocínio, era e é preciso uma interação maior das autoridades monetárias do globo na procura de uma solução nem paliativa e tão pouco auto-sustentável, uma vez que a própria globalização e suas nuances tem provocado um efeito dominó.</p>
<p>O Brasil, em linhas gerais e como um dos fortes emergentes encontra-se em uma posição estratégica advinda do seu grande mercado consumidor, mas continua precisando fazer algumas lições de casa que, a meu ver, este é um bom momento para tal, pois quando as economias atingidas começarem a se reerguerem-se, nós nos encontraremos em uma posição privilegiada.</p>
<p>O governo político ainda sofre com a corrupção e o econômico ainda insiste em alguns momentos e embora esteja fazendo um bom trabalho, vencer no grito ou na ameaça esquecendo-se que o mercado tem humor.</p>
<p>Contornamos a crise de 2008 valorizando o mercado doméstico, ganhamos grau de investimento, a renda aumentando, todavia é um trabalho que não pode ser anulado seja por pessimismo, comentários sobre a existência de possíveis bolhas e o pior o crescimento da máquina estatal. Precisamos voltar a ter a iniciativa privada maior que a iniciativa estatal, pois em pouco tempo estaremos com um grande déficit em conta, digo aí, considerando todos os componentes do PIB.</p>
<p>Acredito que em termos de macroeconomia é hora de interação. A microeconomia dos países já teve seu prejuízo que não pode se perpetuar. As resoluções não devem ser mais somente técnicas, pois conviveremos com paliativos e sim discutidas em nível maior e diplomático&#8230;</p>
<p>Enfrentamos a guerra cambial, dólar enfraquecido, real menos valorizado e o troca troca no mercado de moedas&#8230;</p>
<p>&#8230;Poderíamos nos perguntar,&#8230; e a reconstrução do Japão como está? Será que caiu no esquecimento?</p>
<p>&#8230;Em nome de Democracia paga-se um preço muito caro&#8230;! É preciso pensar não em soluções mirabolantes, mas sim na criação de meios seguros e confiáveis de crescimento.</p>
<p>Tenho em algumas vezes comentado sem medo a falta de profissionalismo ou sensatez nos mercados e este momento de conturbação que passamos encontramos alguns comportamentos peculiares.</p>
<p>Cito como exemplo recente o caso das ações da Mundial.</p>
<p>Como participante singular, mas que acompanha diariamente todo o pregão vinha observando estas ações desde o ano passado e que a partir da inclusão no NM, estas ações passaram a ter grandes valorizações bem como expressivo volume de negociação. Sabia-se que num dado momento poderia se ter uma surpresa e nisso estas ações chegaram a quase 2000%.</p>
<p>Acompanhando o livro de ofertas a força compradora sempre se manteve altiva, algumas realizações e suas respectivas retomadas. O que justificou a manipulação naquele pregão foi o fato de ter subido, depois uma leve queda e logo em seguida ir para leilão que motivou sua esplêndida desvalorização.</p>
<p>A reversão de tendência é normal! Poderia ir a zero durante o pregão de modo a oferecer condições de venda, mas nunca ir, penso eu, direto para leilão.</p>
<p>Imagine-se o enorme prejuízo provocado; encontro-me neste barco também&#8230;</p>
<p>Agora se fala na proibição da venda a descoberto, muito comum em Wall Street. Em tese seria uma forma de colocar no mercado liquidez em meio a esta estagnação.Entretanto , acho que daria margem para manipulação,.</p>
<p>Em mercados futuros é operar vendido. Este tipo de operação no mercado de ações descaracterizaria o sentido de investimento em renda variável.</p>
<p>Nas operações de hedge, onde o tempo, questões de safra, câmbio, exportação, temos este dispositivo para uma proteção.</p>
<p>Renda variável deve ser amiga do investidor!</p>
<p>Ainda temos muitos vícios&#8230;</p>
<p>Um grande abraço a todos!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Luiz A. Semprini</strong> é Engenheiro e trader</p>
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		<title>Os últimos acontecimentos que vem abalando a conjuntura mundial</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 15:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz A. Semprini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Kadafi]]></category>
		<category><![CDATA[renda variável]]></category>
		<category><![CDATA[terremoto]]></category>
		<category><![CDATA[tsunami]]></category>
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		<description><![CDATA[Quero aqui me manifestar sobre os últimos acontecimentos que vem abalando a conjuntura mundial, em especial o terremoto e consequente tsunami que assolou o cotidiano dos nossos amigos japoneses.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Saudações caros leitores,</p>
<p>quero aqui me manifestar sobre os últimos acontecimentos que vem abalando a conjuntura mundial, em especial o terremoto e consequente tsunami que assolou o cotidiano dos nossos amigos japoneses.</p>
<p>É redundante falar deste acontecido, pois a mídia vem fazendo um ótimo trabalho, no entanto é deveras importante nos solidarizarmos e reunir esforços e vibrações para que o povo nipônico continue sempre avante e firme, pois vem mostrando ao mundo o que de fato é uma recuperação em todos os sentidos, e temos que saudá-los.</p>
<p>Primeiramente, e, usando de certa justiça, aponto que a crise que vem se estendendo desde 2008/9, foi provocada no lado ocidental, mais precisamente no mercado americano, o subprime e Wall Street que com mirabolantes manobras de manipulação de lucros contaminou as finanças mundiais. Como foco, o lado asiático , a par dos tigres que vinham e vem demonstrando uma habilidade em sua economia de mercado e senso preciso do que seja o verdadeiro capitalismo , este acidente trouxe um alerta para uma reflexão , ou seja que não incorramos em promessas e ações duvidosas de efeito .</p>
<p>Penso que é hora de que, principalmente as autoridades econômicas, corpo diplomático, comércio exterior, das nações, sem muitos rodeios e técnicas devam ser mais contundentes, firmes e honestas na condução do mundo globalizado.</p>
<p>A história tem nos mostrado que mudanças devem ser feitas e que as crises servem como forma de alavancar o orgulho nacional.<br />
Ainda infelizmente convivemos com figuras como Kadafi que sempre provocou contendas no oriente médio, mas já está com seus dias contados, pois o mundo já não admite mais aberrações.<br />
O mundo não é dessas figuras, mas sim de cristãos, muçulmanos, ortodoxos, enfim todos têm direito de viver, e estas catástrofes servem para mostrar mudanças de comportamento.</p>
<p>Como exemplo, as enchentes destas últimas chuvas que, apesar de todo o prejuízo as autoridades brasileiras se mostram ineficazes, discutindo pontos sem muita relevância prática, salário mínimo, contenção de gastos e agora medidas chamadas como macro prudenciais.</p>
<p>Mas o objetivo do meu manifesto e não sendo muito romântico, é que mostremos solidariedade ao Japão, não só com medidas de abastecimento e resgate, e sim fortalecendo o mercado como um todo seja o brasileiro como o internacional de modo a fazer com que o japonês também tenha condições de realizar sua reconstrução sem muitos traumas.</p>
<p>Quero dizer, agora mais especificamente que não vejo razões para revivermos um caos no mercado de capitais e de investimentos, como foi no primeiro momento onde a bolsa japonesa, índice Nikkei desvalorizou-se 16 %%. Comentava com um amigo, que é preciso que o mercado de capitais ao invés de corroborar esta queda em suas bolsas tenha comportamento inverso , ou seja , segure o preço dos ativos pois é nessa hora que precisaremos de mais investimentos. Assim, hoje tive o prazer de ler que o índice Nikkei já se recuperava em 6%. Ora , esse é um momento em que podemos apreciar a fibra japonesa com relação ao seu mercado e de outra forma também valorizar os outros ao redor do mundo de modo a que suas empresas tenham capital financeiro e produtivo e participar honrosamente do processo de reconstrução.</p>
<p>Assim conclamo os participantes da renda variável que fortalecemos e valorizemos os mercados.<br />
Chegou à hora de fazermos, como na Antiguidade, o escambo, que era uma figura econômica de simples troca.</p>
<p>É óbvio que devem-se resguardar as devidas proporções, e como vivemos numa economia de mercado, se não tivermos investimentos e sua contrapartida ninguém sai do lugar.<br />
Entendamos que a renda variável não é um cassino, mas uma ferramenta de fortalecimento de capital.</p>
<p>Termino, pedindo como mero participante do mercado de capitais e acima de tudo como cristão que vibremos se assim pode dizer, por todo o Japão.</p>
<p>Avante!</p>
<p>Um grande abraço.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Luiz A. Semprini</strong> é Engenheiro e trader</p>
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		<title>Um ano termina e outro se inicia</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 21:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz A. Semprini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divirta.se]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante estes 365 dias atravessamos e experienciamos acontecimentos que nos levaram a reflexões. De um ponto de vista e, para os mais velhos ou experientes , acredito , a negação do que defino , a massificação do sentido de viver, pois não é somente consumir que sentimos graça pela vida.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros leitores chegamos ao final de mais um ano!</p>
<p>Durante estes 365 dias atravessamos e experienciamos acontecimentos que nos levaram a reflexões. De um ponto de vista e, para os mais velhos ou experientes , acredito , a negação do que defino , a massificação do sentido de viver, pois não é somente consumir que sentimos graça pela vida.</p>
<p>Nas minhas elucubrações sinto que falta certo colorido e digo que o mundo vem passando por fases o que nos tem feito sutilmente, revisar certos valores e comportamentos.</p>
<p>Por meio das eleições mudamos o cenário político e quero crer que juntamente com esta mudança sutil eles venham a fazer um bom trabalho no que tange à moralidade, disciplina, coerência, valorização das instituições e serenidade a fim de que possamos ter historinhas para contar aos nossos filhos e netos e que realmente vale a pena esperar mudanças.</p>
<p>As diversas religiões enfatizam o cuidado que devemos ter com a nossa vida espiritual, mas vivemos no mundo um tanto material que é preciso que tenhamos exemplos de coragem, fé, vibração e conscientização do que realmente somos e queremos de modo a não passarmos simplesmente pela vida sem deixarmos marcas.</p>
<p>Acredito e tenho muita fé nos deuses e acima deles um maior e como cada um tem o seu, espero que o bom velhinho tenha colocado durante a noite feliz muita luz em cada coração!</p>
<p>Precisamos educar as nossas crianças e cuidar dos nossos velhos, os primeiros têm a vida pela frente e os segundos já viveram e cumpriram ou estão terminando suas missões, mas que tem muitas histórias e, cabe a nós, não somente cuidá-los com zelo e mimos, mas incentivá-los.</p>
<p>Particularmente, considero-me um soldado espartano, e uso uma frase que às vezes é um pouco dolorosa,&#8230; tudo passa&#8230;.! Disse dolorosa porque queremos que nem tudo passe principalmente nossos sucessos e nossa juventude corporal. No entanto, convido-os , e somos livres para tal, a sermos sempre jovens , independentemente das questões existenciais.<br />
&#8230;.forever young, I want to be forever young&#8230;..</p>
<p>Desejo, e me ajoelhando aos pés de JESUS, que ele juntamente com sua legião deposite em cada coração luzes coloridas para que todos tenham um grande e feliz 2011!</p>
<p>&#8230;<strong>Feliz Ano Novo</strong>&#8230;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Luiz Aurélio Pinto Semprini</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Registro de um momento</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 14:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz A. Semprini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[momento econômico e político brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros leitores,
Quero aqui registrar a minha percepção do momento econômico e político brasileiro.
Finalmente o novo presidente foi escolhido nas urnas. E mais a ascensão de uma mulher ao poder contrariando algum tipo de preconceito.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Caros leitores,</p>
<p>Quero aqui registrar a minha percepção do momento econômico e político brasileiro.</p>
<p>Finalmente o novo presidente foi escolhido nas urnas. E mais a ascensão de uma mulher ao poder contrariando algum tipo de preconceito.</p>
<p>Parabenizo-a!</p>
<p>Estarei torcendo para que faça um bom trabalho e que não venha a decepcionar.</p>
<p>Digo que durante a semana que precedeu o pleito e até o último momento analisei a situação sob as diversas posições, como o comportamento do mercado financeiro, mercado cambial, importações e exportações políticas de relações exteriores, mercado doméstico, reformas e déficits, como também os controles de alguns vícios que chamamos de corrupção.</p>
<p>Muito bem, creio que a nova presidente é a pessoa mais indicada para arrumar a casa. Tem apoio no Congresso , cabendo apenas fazer uso de habilidade , o que aí o ex-presidente pode ajudá-la.A oposição , o trabalho dos governadores e da classe política devem também auxiliá-la de forma construtiva .</p>
<p>Os fatos mostraram que durante a crise o Brasil se saiu bem, ora por estar em posição estratégica na América do Sul, tanto em geografia como em riquezas naturais, ora por ser líder entre os emergentes e conseguir se firmar no cenário econômico internacional. Não podemos esquecer o grau de investimento.</p>
<p>Na condução econômica, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, teve se destaque, no entanto no mercado cambial, ainda se insiste em vencer o mercado por meio de gritos ou ameaças, o que não é muito saudável, haja visto, a guerra dólar e real.</p>
<p>No primeiro turno votei em Serra, e diante do resultado, julguei que com o uso da diplomacia, ele poderia conversar e quem sabe reverter a eleição. De outro lado , Marina deixara claro que seria neutra , assim fiquei meio frustrado de não haver , neste momento de decisão , o jogo diplomático e durante a campanha os ataques sutis.<br />
Como num jogo de xadrez, chega o momento de se decidir e domingo agora a pedra do tabuleiro foi jogada.</p>
<p>Tenho comigo empunhar a bandeira do otimismo e olhar para frente, e do alto dos meus 52 anos, espero só, que haja exemplos para os mais novos.</p>
<p>É preciso que nossas autoridades nos passem vibração e prazer com a coisa pública e não descaso e achincalhamento como temos observado.</p>
<p>Votei com prazer e acima de tudo, por vibrar por uma mulher.</p>
<p>PSDB ficou com o governo de alguns estados dentre os quais o mais importante, São Paulo, e Alckmin reeleito, têm todas as armas e conhecimento para fazer um ótimo trabalho.</p>
<p>Uma das primeiras declarações da presidente e muito positiva foi apontar um controle mais eficiente à alavancagem e à guerra cambial passando pela especulação.</p>
<p>Na época , quando perguntado sobre o significado do grau de investimento , respondi que entre outras coisas, a bolsa brasileira sempre manteria um índice de mais ou menos um por cento, para sim justificar o chamado crescimento sustentável.</p>
<p>Observamos que vamos terminar o ano, colocando um real otimismo, no mesmo número de pontos que começamos o ano, assim a despeito de alguns acidentes, crise da Grécia, instabilidade na Zona do Euro, houve alguma manipulação que, foi denominada de volatilidade.<br />
Ora, já de outras vezes, disse que o mercado tem humor, mas não é possível manter a confiança em meio volátil.</p>
<p>Penso que num sistema econômico a iniciativa privada deva ser mais robusta que a do estado, pois é ela que gera emprego e arrecadação caso contrário o próprio estado estaria realimentando seu déficit. No entanto estamos vendo em nome da democracia socioeconômica uma derrubada contra as empresas e sociedade através de uma carga tributária desenfreada , serviços prestados pelo estado sofríveis e aumento do respectivo déficit. Quero crer que tudo isto esteja em mente da nova autoridade brasileira, pois se assim não for, estaremos apenas passando e assim, não é viver.</p>
<p>Se o governo sabe como fazer, e aqui nestes escritos, não cabe uma aula, pois então que faça.</p>
<p>&#8230; aqueles que lutam , não se conformam com a insipidez e abstenção!</p>
<p>Um grande abraço!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Luiz A. Semprini</strong> é Engenheiro e trader</p>
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		<title>Panorama incerto</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 14:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz A. Semprini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[panorama incerto]]></category>

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		<description><![CDATA[Passamos por um período que se iniciou em abril/maio meio tormentoso e na época se sinalizava que a partir do segundo semestre teríamos um período de bonança, o que de fato vinha acontecendo em pequenos passos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Saudações aos caros leitores,</p>
<p>Passamos por um período que se iniciou em abril/maio meio tormentoso e na época se sinalizava que a partir do segundo semestre teríamos um período de bonança, o que de fato vinha acontecendo em pequenos passos. Comemorava-se até pouco tempo atrás os 11 pregões de alta.Quando o Brasil recebeu a condecoração do grau de investimento fui perguntado numa reunião informal sobre o significado .Aminha resposta foi de que precisaríamos fazer mais as lições de casa e olhar com mais afinco para o mercado doméstico que foi o que nos salvou durante a crise e que o nosso Ibovespa caminharia num canal de mais um e menos um por cento , mas sempre para cima de forma a termos maior credibilidade junto ao mercado internacional.O mundo enfrentou o tsunami e as marolinhas chegaram até aqui.<br />
Dos EUA, os olhos se voltaram para o velho continente e seus países menores, pois o pensamento era de que a Europa poderia estar contaminada, o que de fato se verificou. A globalização , como uma moeda , também tem seus dois lados, mas a solução teve que passar também pela política, as estratégias simplesmente monetárias e financeiras não tinham por si só efeitos de contenção pois questões sociais já tomavam corpo .Então surgiram os chineses , e hoje , são tidos como salvadores , mas pergunto , será que os países estão fazendo as suas lições. O Sr Obama e sua equipe começaram a por a casa em ordem com a regulamentação do seu sistema financeiro, os bancos europeus passaram pelo teste de estresse, ou simples avaliação,&#8230; o navio precisa seguir ,estamos em alto mar e temos que remendar , não podemos parar de seguir marcha , quero dizer com isso que para muitos analistas este teste foi um remendo , mas precisava que a sociedade tivesse uma resposta; não se admite altos bônus a executivos , uma gratificação além do salário seria o suficiente , a título de bons serviços.No entanto as notícias espalhando novamente o pessimismo anda imperam e muitos profissionais e analistas as corroboram.<br />
É preciso dar tempo para que o mundo caminhe para frente, mesmo a pequenos passos, e outra, a China, uma hora atingirá seu limite, ou zona de conforto, e enquanto não chega é preciso atingir posições de não sofrer vulnerabilidade.<br />
O Ibovespa caminhava dentro deste canal que falei acima, de mais um menos um, mas já começa a devolver ou perder fôlego, e as opiniões voltam a ser desencontradas. Gráficos e outras análises que se baseiam em fatos passados não conseguem levar em conta o humor do mercado , e de outro lado com estas operações de derivativos , day trade , swing trade e algumas mais o desenvolvimento ao longo do tempo não é considerado. Os números apresentados por nossas empresas são mais do que positivos se levarmos em conta o curto período de medição e observo que apesar de tais posições o mercado interpreta com restrições. Fico decepcionado com tal comportamento, pois percebo que é uma reação inconsequente.</p>
<p>Vamos para um exemplo, depois de algumas análises compramos uma determinada ação, é natural que para justificarmos tal operação levemos os custos em conta, corretagem, tempo de acompanhamento, o próprio capital, encerremos esta posição com valor positivo depois de um curto prazo, duas semanas, para que tenhamos e formemos liquidez. Como a volatilidade do mercado não obedece tal proporção é preciso ter ciência em esperar e não assumir o prejuízo e logo em seguida nos prepararmos para efetivamente encerrá-la mesmo com um pequeno lucro pois temos o noticiário , o humor do mercado e a realização de lucro em outras palavras perde-se a finalidade de investimento e a teoria de que todo investidor é um sócio não se verifica.<br />
Abrimos o ano em 70 mil pontos e ainda não emplacamos os 68 mil, claro que temos mais quatro meses, que segundo correntes otimistas chegaremos aos 80 mil. Podemos chegar sim, mas não deixemos o pessimismo tomar conta, assim como a chegado de mais um processo eleitoral.</p>
<p>Eduquemo-nos para que nossa libertação seja segura!</p>
<p>Um grande abraço a todos e muitas realizações!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Luiz A. Semprini</strong> é Engenheiro e trader</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Operações ultra-rápidas e percepção do mercado</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/colunas/operacoes-ultra-rapidas-e-percepcao-do-mercado/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 07:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz A. Semprini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa de valores]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Operações ultra-rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[percepção do mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[A nossa bolsa, como dizem, convive com a volatilidade provocada pelas notícias e outras questões que eu chamaria de psicologia do mercado e... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saudações aos caros leitores</p>
<p>O primeiro trimestre do ano está terminando e tem apresentado números representativos da economia nacional, empresas e consumidores estão em linha. Entretanto, a par dos números domésticos e da economia americana,temos que levar em conta o que ela representa no cenário internacional ,as sensações negativas ainda geram um certo desconforto no mercado financeiro global.A nossa bolsa, como dizem, convive com a volatilidade provocada pelas notícias e outras questões que eu chamaria de psicologia do mercado e que para coroar esta situação está presente as operações ultra-rápidas ou robozinhos.</p>
<p>É natural que o mundo globalizado para atravessar o buraco que a crise deixou, tenha acomodações durante o percurso, e para que se tenha confiança e sustentabilidade no trabalho a ser feito, não deve existir muito espaço para a volatilidade, uma vez que se pode estimular a manipulação de preços.</p>
<p>Considero a bolsa de valores de um lugar como termômetro da sua economia e se ela começa a ter frequentemente períodos de volatilidade, conclui-se que a economia deste lugar ainda não está totalmente confiável.<br />
Lembro-me que no final do ano passado noticiavam-se possíveis bolhas na economia chinesa que tem mostrado atualmente, sua força constante no crescimento sendo óbvias atuações do governo na sua política econômica. É natural também que haja um aumento de inflação uma vez que as relações econômicas não são totalmente uniformes.</p>
<p>Surgiram então os robozinhos que são softwares criados baseados em algoritmos, que numa linguagem mais simples, o uso da matemática e lógica na combinação de números num processo de alta velocidade. Tenho notado que as análises técnicas , fundamentalista e gráfica não tem mais servido como parâmetros para investimento a longo prazo .Uma combinação interessante formou-se entre o dinheiro , tido aqui como lucro especulativo e a magnificência da linguagem computacional.Acompanhando um pregão desde o seu início até o fechamento é possível verificar que há vários repiques , ou seja , a probabilidade de devolver ao mercado financeiro no mesmo dia tudo o que foi apurado mediante análise tradicional dos diversos papéis que a compõem está presente.Não se tem mais a chamada realização de lucros pois,ora , para que haja por parte do investidor a compra de papéis de uma empresa que segundo seus números vai apresentar crescimento , uma vez que as suas relações com o mercado são positivas,é necessário um certo período para que estas observações se tornem fato.</p>
<p>A minha observação, talvez esteja sendo redundante, mostra que depois de eleito um determinado papel, considerando vários fatores entre os quais os mais atuantes como, presença e tradição no mercado, atividade exercida, força para enfrentar a volatilidade do momento e consistência na valorização, não como lucro especulativo, mas sim, o seu valor no mercado, o investimento torna-se seguro em longo prazo, observando, porém, as subidas e descidas, que depois de uma análise particular consegue-se determinar em relação ao tempo posição de entrada, valorização e saída, acomodação.<br />
Sob uma analogia, subimos uma escada em várias etapas para não nos cansar, mas seria um esforço improdutivo subir, e depois descer para o mesmo degrau, o que caracterizaria uma perda de tempo</p>
<p>Denomina-se andar de lado, subir vários degraus, descer somente alguns e como se não houvesse direção ou força para se sustentar, caminharia encostado a uma parede, algo de firme sustentação.<br />
Em termos de tecnologia, voltada para a rotatividade na compra e venda a presença destes robozinhos com o tempo trará, e aí peço desculpas, certa intranquilidade aos mercados, de um lado, e de outro a regularidade eliminando então ou disciplinando as emoções do mercado como um todo.</p>
<p>Obrigado pela atenção e um abraço a todos!</p>
<p><strong>Luiz A. Semprini</strong> é Engenheiro e trader</p>
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		<title>Momento de reflexão</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 17:38:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz A. Semprini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros amigos, antes de prosseguir com a educação em todos os aspectos, gostaria de conversar sobre esta forte realização, não sei, do mercado que vivemos esta ultima semana e fazendo também um adendo ao exército de brancaleone.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros amigos, antes de prosseguir com a educação em todos os aspectos, gostaria de conversar sobre esta forte realização, não sei, do mercado que vivemos esta ultima semana e fazendo também um adendo ao exército de brancaleone.<br />
Começamos o ano de forma positiva, pois tinha previsto que o início das negociações ainda continuasse patinando nos quinze primeiros dias do ano e, na minha última conversa exaltei o meu otimismo. Alguns leitores poderão se perguntar e até a mim, o que aconteceu, pois passávamos a barreira dos setenta mil pontos e num espaço de quinze dias perdemos todo um trabalho de pelo menos três meses. Foi suado chegarmos a tal cotação , mas vejo que está sem propósito esta queda de quase 5 mil pontos , para uma economia que mostra números substanciais.<br />
É preciso que tenhamos mais firmeza em caminhar com nossos investimentos, e aí, pego carona com o exército de brancaleone, e dizer para nós mesmos, está inseridos na globalização e o nosso mercado é seguro, pois é por sua atuação que geraremos riqueza, produção e consumo que é igual a uma questão primária, emprego.<br />
Quero crer que logo retomemos a tendência de alta, pois caso contrário estará revivendo a desconfiança e a desorganização do caos que é o mercado que diante dos tempos que vivemos, onde o crescimento se faz necessário, principalmente por um ponto básico , a população cresce , marquemos nossa presença como mercada promissor aos olhos do mundo.<br />
Estou um tanto decepcionado com estes últimos escorregões, pois como disse sempre procuro ser um otimista , ao contrário e que ele me perdoe , o senhor catástrofe, Nouriel Roubini, prêmio Nobel de economia que insiste em dizer que viveremos mais momentos conflitantes. Muito bem, mas também podemos pensar que podemos enfrentar estes problemas de forma altiva sem desespero e emoções perturbadas.<br />
Quando se noticiou que a bolsa o ano passado fechou com um rendimento extraordinário, tenho a dizer-lhes que simplesmente recuperamos o ano de 2008 ou em outras palavras, aqueles que tinham posições abertas de compra em maio de 2008 onde a cotação foi de quase 73000 pontos e que viu e viveu o prejuízo, um ano depois voltou a mesma posição, o que digo que a reação do mercado brasileiro foi contundente, diferentemente daqueles que abriram posições de compra quando a cotação estava nos 29000 pontos estes sim, fizeram bom negócio.<br />
Surge então a indagação, o que definir por curto, médio e longo prazo. Nós , aí , com permissão , vou me incluir no exército de brancaleone , fomos buscar respostas e procurar viver com no caos , segundo alguns estudiosos , o caos que é o mercado.Vivemos uma economia globalizada na qual alguns conceitos técnicos de análise não são mais suficientes , pois enxergam fatos passados e hoje nós temos avanços a passos largos.<br />
Para exemplificar a falta de consenso, a ação dos bancos centrais em reduzir suas taxas de juros e outras inserções foi aplaudida e eficaz no controle da situação, no entanto hoje se crítica medidas como a regulamentação do sistema financeiro, como nos EUA, e decisões para tornar controlável o crescimento chinês. Ora ,onde há erro , a desregulamentação foi um dos motivos do desastre , logo ele precisa existir , o crescimento chinês que diga-se de passagem , sustenta a produção e demanda mundial poderia , descontrolado poderia romper os elos da globalização, seria como tentar conter um elefante desgovernado.De outro lado temos a questão cambial , o que regula as exportações , no caso brasileiro , não podemos deixar de considerar que com estas chuvas  a safra de grãos poderá ser prejudicada e não só isso , temos que manter o equilíbrio com as contas em reais e as em dólar.<br />
Estamos vivendo uma situação na qual a iniciativa privada está perdendo espaço para a máquina estatal, a primeira gera arrecadação e a segunda dívida, o que não está muito de acordo, pois sempre teremos déficit, tanto econômico quanto social.<br />
Faz-se necessário que nos eduquemos, os mais jovens uma formação mais eficiente os mais velhos repensar certos comportamentos. As tradições são salutares mas não criemos raízes muito profundas de modo que estejamos sempre libertos para tomar decisões , para conter preconceitos , para impor regras e para se ter coragem de mudar&#8230;&#8230;..<br />
 <br />
Um grande abraço a todos</p>
<p><strong>Luiz A. Semprini</strong> é Engenheiro e trader</p>
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		<title>Emergentes, ocidente e oriente &#8211; Final</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 05:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz A. Semprini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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		<description><![CDATA[Estamos vivendo um paradoxo provocado de um lado pela globalização e de outro consequências de correção de rumo, regulamentações governamentais, uma ponta de desconfiança na sustentabilidade e divisões econômicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Emergentes, ocidente e oriente &#8211; Final</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Amigos apresento-lhes a última parte do que intitulei&#8230; Emergentes, ocidente e oriente.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Estamos vivendo um paradoxo provocado de um lado pela globalização e de outro consequências de correção de rumo, regulamentações governamentais, uma ponta de desconfiança na sustentabilidade e divisões econômicas.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Temos o oriente, outrora comandado pela economia japonesa até o surgimento dos tigres asiáticos. A China era vista como um grande mercado de consumo mas que devido ao regime político ficava com um digamos assim , terceiro lugar.Surgiram então os árabes com a riqueza advinda do petróleo.O conservadorismo moderado na Europa , a pujança dos Estados Unidos e a desordem da América Latina foram sacudidos pelo impacto da especulação e uma certa condescendência dos governos , via mau uso dos recursos e desconhecimento das artimanhas do mercado financeiro , como exemplo  o mecanismo dos derivativos.Instalou-se a crise de 2007 e 2008 originada no mercado financeiro americano simplesmente pela falta de regulamentação e que se alastrou pelo mundo tanto pelo medo como pela globalização pois os mercados queriam viver sob a égide do consumo americano esquecendo dos seus mercados locais. Tecnicamente, os respectivos Bancos Centrais agiram e estão agindo com atenção e eficiência promovendo a ascensão do mercado doméstico por meio de créditos e retroagindo suas taxas de juros. As regras do capitalismo foram reestudadas e posturas globais melhor discutidas , ou seja , há que existir a força do mercado doméstico e neste ponto , a China se sobressaiu e vem ganhando espaço, seu regime mudou e abriu-se para o mundo.De um lado a riqueza de Xangai e de outro a arquitetura de Dubai , sem mencionar  o crescimento da Índia , fizeram com que o Japão perdesse algumas posições. Há que se levar em conta também a população e as questões geopolíticas.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A Europa, o continente velho, vem sofrendo, talvez , mais do que os outros mercados as consequências pelo simples fato de que , se posso assim dizer, tudo já está preenchido, população e sistema produtivo. Os EUA lutam para que haja pontos positivos na equação consumo &#8211; emprego &#8211; crédito e o Brasil vem se estabilizando como uma economia promissora , o que já é fato , entretanto ainda deve fazer algumas lições de casa , as esperadas reformas sociopolíticas uma vez que temos consumo e posição geográfica e mais , o otimismo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">No oriente, continuamos a admirar a economia do sol nascente, mas o império chinês já está formado e do lado do ocidente o Brasil desponta como economia promissora.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8230; quero deixar , com permissão , a minha simples mensagem de natal e de ano novo,</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8230;costumo dizer que Deus está vendo e nós que acompanhamos e vivemos do mercado às vezes esquecemos-nos Dele, mas é preciso que voltemos a cultivar a FÉ, pois sem ela não conseguiremos ser firmes e confiantes. Atravessamos tempos de reformulação , de valores pessoais e sociais, de novas esperanças.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Acredito em papai Noel da seguinte forma, sejamos simples, vamos ganhar presente, nossa família, nossa gente, e apesar de nos sentirmos um tanto perdidos não estamos sós</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Em poucas palavras, desejo a todos que neste Natal cada um receba o seu presente! E NÃO ESQUEÇAM      Deus está vendo!</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Obrigado a todos e até&#8230;</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Luiz Semprini é Engenheiro e trader</div>
<p>Amigos apresento-lhes a última parte do que intitulei&#8230; Emergentes, ocidente e oriente.</p>
<p>Estamos vivendo um paradoxo provocado de um lado pela globalização e de outro consequências de correção de rumo, regulamentações governamentais, uma ponta de desconfiança na sustentabilidade e divisões econômicas.</p>
<p>Temos o oriente, outrora comandado pela economia japonesa até o surgimento dos tigres asiáticos. A China era vista como um grande mercado de consumo mas que devido ao regime político ficava com um digamos assim , terceiro lugar.Surgiram então os árabes com a riqueza advinda do petróleo.O conservadorismo moderado na Europa , a pujança dos Estados Unidos e a desordem da América Latina foram sacudidos pelo impacto da especulação e uma certa condescendência dos governos , via mau uso dos recursos e desconhecimento das artimanhas do mercado financeiro , como exemplo  o mecanismo dos derivativos.Instalou-se a crise de 2007 e 2008 originada no mercado financeiro americano simplesmente pela falta de regulamentação e que se alastrou pelo mundo tanto pelo medo como pela globalização pois os mercados queriam viver sob a égide do consumo americano esquecendo dos seus mercados locais. Tecnicamente, os respectivos Bancos Centrais agiram e estão agindo com atenção e eficiência promovendo a ascensão do mercado doméstico por meio de créditos e retroagindo suas taxas de juros. As regras do capitalismo foram reestudadas e posturas globais melhor discutidas , ou seja , há que existir a força do mercado doméstico e neste ponto , a China se sobressaiu e vem ganhando espaço, seu regime mudou e abriu-se para o mundo.De um lado a riqueza de Xangai e de outro a arquitetura de Dubai , sem mencionar  o crescimento da Índia , fizeram com que o Japão perdesse algumas posições. Há que se levar em conta também a população e as questões geopolíticas.</p>
<p>A Europa, o continente velho, vem sofrendo, talvez , mais do que os outros mercados as consequências pelo simples fato de que , se posso assim dizer, tudo já está preenchido, população e sistema produtivo. Os EUA lutam para que haja pontos positivos na equação consumo &#8211; emprego &#8211; crédito e o Brasil vem se estabilizando como uma economia promissora , o que já é fato , entretanto ainda deve fazer algumas lições de casa , as esperadas reformas sociopolíticas uma vez que temos consumo e posição geográfica e mais , o otimismo.</p>
<p>No oriente, continuamos a admirar a economia do sol nascente, mas o império chinês já está formado e do lado do ocidente o Brasil desponta como economia promissora.</p>
<p>&#8230; quero deixar , com permissão , a minha simples mensagem de natal e de ano novo,</p>
<p>&#8230;costumo dizer que Deus está vendo e nós que acompanhamos e vivemos do mercado às vezes esquecemos-nos Dele, mas é preciso que voltemos a cultivar a FÉ, pois sem ela não conseguiremos ser firmes e confiantes. Atravessamos tempos de reformulação , de valores pessoais e sociais, de novas esperanças.</p>
<p>Acredito em papai Noel da seguinte forma, sejamos simples, vamos ganhar presente, nossa família, nossa gente, e apesar de nos sentirmos um tanto perdidos não estamos sós</p>
<p>Em poucas palavras, desejo a todos que neste Natal cada um receba o seu presente! E NÃO ESQUEÇAM      Deus está vendo!</p>
<p>Obrigado a todos e até&#8230;</p>
<p><strong>Luiz A. Semprini </strong>é Engenheiro e trader</p>
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		<title>Emergentes, ocidente e oriente &#8211; II</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 22:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz A. Semprini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos terminando 2009 com resultados positivos e recuperação quase que total dos prejuízos provocados pela crise iniciada no mercado americano com o nome de subprime e acarretou um efeito dominó gerando temor principalmente na Europa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8230; de volta aos leitores com ocidente e oriente.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Estamos terminando 2009 com resultados positivos e recuperação quase que total dos prejuízos provocados pela crise iniciada no mercado americano com o nome de subprime e acarretou um efeito dominó gerando temor principalmente na Europa. Entretanto continuo lendo opiniões de economistas renomados que insistem em dizer que novas tempestades poderão vir, ou formação de bolhas. Paremos para pensar numa só questão que faria com que refutássemos tais teorias pois a despeito do que podemos visualizar tecnicamente, temos que ter em mente o seguinte: como seria o mundo se não retomássemos o crescimento, as novas gerações a criação de novas tecnologias e acima de tudo ocupação para todos , pois quero acreditar que ninguém nasceu para ficar desempregado e não ter família. Atrelam-se os mercados globais a economia norte-americana, seu alto poder de consumo, a máquina não pode parar. Muito certo , mas o globo tem outras nações e suas respectivas culturas e costumes e o consumo é olhado de outra forma.Entretanto a população mundial , a cada dia pelo menos mais uma criança nasce e que deve ter direito ao seu lugar como futuro cidadão e consumidor sem fazer parte de uma mera estatística para os anais de economia.A Europa sofre tanto por ser um continente velho como por seu esgotamento geográfico, justifico daí , um certo protecionismo na sua economia.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">É imperativo, que embora os efeitos da globalização provoque alguma exclusão com o nome de concorrência e que o mercado é implacável, ações socioeconômicas devem ser aplicadas e geridas por mais algum tempo e que teses de recuperação econômica em U ou V  não vem muito ao caso uma vez que o tempo urge.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Uma pergunta que gostaria de fazer: como  é possível para um investidor ou acionista ter confiança em manter uma posição no mercado se existe em certos momentos ajustes um tanto desproporcionais. É como se voltasse para o final da fila. Chamamos tecnicamente ajustes ou realização de lucros e nem todos nós sabemos as peculiaridades do mercado É preciso parar com rumores de que o caos ainda ronda nossas cabeças como também incrementar os mercados domésticos e suas relações entre si.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Acredito que todos de uma forma ou outra fizeram e estão fazendo a lição de casa e que o trabalho para o crescimento não pode parar!</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Boa sorte a todos e até a próxima&#8230;</div>
<p>&#8230; de volta aos leitores com ocidente e oriente.</p>
<p>Estamos terminando 2009 com resultados positivos e recuperação quase que total dos prejuízos provocados pela crise iniciada no mercado americano com o nome de subprime e acarretou um efeito dominó gerando temor principalmente na Europa. Entretanto continuo lendo opiniões de economistas renomados que insistem em dizer que novas tempestades poderão vir, ou formação de bolhas. Paremos para pensar numa só questão que faria com que refutássemos tais teorias pois a despeito do que podemos visualizar tecnicamente, temos que ter em mente o seguinte: como seria o mundo se não retomássemos o crescimento, as novas gerações a criação de novas tecnologias e acima de tudo ocupação para todos , pois quero acreditar que ninguém nasceu para ficar desempregado e não ter família. Atrelam-se os mercados globais a economia norte-americana, seu alto poder de consumo, a máquina não pode parar. Muito certo , mas o globo tem outras nações e suas respectivas culturas e costumes e o consumo é olhado de outra forma.Entretanto a população mundial , a cada dia pelo menos mais uma criança nasce e que deve ter direito ao seu lugar como futuro cidadão e consumidor sem fazer parte de uma mera estatística para os anais de economia.A Europa sofre tanto por ser um continente velho como por seu esgotamento geográfico, justifico daí , um certo protecionismo na sua economia.</p>
<p>É imperativo, que embora os efeitos da globalização provoque alguma exclusão com o nome de concorrência e que o mercado é implacável, ações socioeconômicas devem ser aplicadas e geridas por mais algum tempo e que teses de recuperação econômica em U ou V  não vem muito ao caso uma vez que o tempo urge.</p>
<p>Uma pergunta que gostaria de fazer: como  é possível para um investidor ou acionista ter confiança em manter uma posição no mercado se existe em certos momentos ajustes um tanto desproporcionais. É como se voltasse para o final da fila. Chamamos tecnicamente ajustes ou realização de lucros e nem todos nós sabemos as peculiaridades do mercado É preciso parar com rumores de que o caos ainda ronda nossas cabeças como também incrementar os mercados domésticos e suas relações entre si.</p>
<p>Acredito que todos de uma forma ou outra fizeram e estão fazendo a lição de casa e que o trabalho para o crescimento não pode parar!</p>
<p>Boa sorte a todos e até a próxima&#8230;</p>
<p><span style="font-family: Georgia, serif; line-height: 25px; color: #333333;"><strong style="font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 16px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Luiz Semprini</strong> é Engenheiro e trader</span></p>
<p><span style="font-family: Georgia, serif; line-height: 25px; color: #333333;"><br />
</span></p>
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		<title>Emergentes, ocidente e oriente</title>
		<link>http://avisoemdois.com.br/colunas/emergentes-ocidente-e-oriente/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 10:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz A. Semprini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fazendo um retrospecto a partir de 2005, meio de década e primeira do milênio, o despertar da economia, a crise do subprime a euforia e inconsequência do ocidente que provocou...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Emergentes, ocidente e oriente</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Caro leitor gostaria de conversar sobre um assunto que intitulei de emergentes, ocidente e oriente.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Fazendo um retrospecto a partir de 2005, meio de década e primeira do milênio, o despertar da economia, a crise do subprime a euforia e inconsequência do ocidente que provocou, se posso assim dizer, o momento difícil pelo qual passamos e agora a retomada, pois é obvio que teremos que ter uma retomada, pois o mundo não está com dias contados, vamos entender a força dos emergentes como economia em crescimento e liberdade para buscar relacionamentos e parcerias</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">De um lado ainda vejo parte de economista e analistas certo ceticismo nesta retomada  e de outros correntes otimistas. É fato que se nos colocarmos para fazer uma caminhada teremos que olhar para frente e se não tivermos um objetivo positivo a alcançar, seria o mesmo que negar todo o nosso esforço. Assim , de uma forma bem simplista e, peço desculpas por tal , temos que encarar novos desafios.Esta crise , por exemplo, tomemos como lição de modo a tornar a economia e o ritmo de crescimento constante , confiável e saudável e para isto temos que verificar o mercado doméstico , a sua regulamentação , e seu relacionamento interno e externo .</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">No tocante ao ocidente, creio que a lição teve nota baixa, principalmente nos países desenvolvidos, mais por conta da especulação, falta de otimismo e regulação e isso fez com que os chamados tigres asiáticos, com destaque a China, e, por conseguinte emergente, firmassem um bom espaço. Entre outras medidas de incentivo , o cuidado com o mercado doméstico e o equilíbrio com o externo .Claro que o contingente de consumo chinês é inquestionável mas creio que ,levando em conta o seu passado de regime fechado , a lição teve nota boa .Isto tem provocado na economia ocidental como um todo um certo ciúme que é colocado pelas correntes pessimistas ocidentais como despropósito , incremento de bolhas e por aí vai.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Particularmente acho espetacular a iniciativa dosa Bancos Centrais e, destaco a figura do Sr. Ben Bernanke com relação à presença estatal na regulação dos mercados. O lado socioeconômico deve ser levado em conta também , ou seja , a cidadania.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">No grupo dos emergentes o Brasil também tem o seu destaque, mas a nota da lição precisa ser melhorada. Não muito recente é que o nosso mercado doméstico tem sido valorizado, sentimo-nos mais cidadãos, contudo, precisamos ser mais otimistas. Temos que encarar a globalização com mais equilíbrio e responder ao comércio desleal de modo a não nos tornarmos dependentes.Estamos em situação estratégica em relação aos outros emergentes e nisso corroboram nossas terras , posição geográfica , regime político e consumo interno , não será preciso estudar muito.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Pensemos primeiro nos amarelos, azuis e brancos, olhem para frente, deixemos o preto guardado, ou, sem pessimismo</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Avante!    UM ABRAÇO A TODOS E ATÉ A PRÓXIMA&#8230;</div>
<p>Caro leitor gostaria de conversar sobre um assunto que intitulei de emergentes, ocidente e oriente.</p>
<p>Fazendo um retrospecto a partir de 2005, meio de década e primeira do milênio, o despertar da economia, a crise do subprime a euforia e inconsequência do ocidente que provocou, se posso assim dizer, o momento difícil pelo qual passamos e agora a retomada, pois é obvio que teremos que ter uma retomada, pois o mundo não está com dias contados, vamos entender a força dos emergentes como economia em crescimento e liberdade para buscar relacionamentos e parcerias</p>
<p>De um lado ainda vejo parte de economista e analistas certo ceticismo nesta retomada  e de outros correntes otimistas. É fato que se nos colocarmos para fazer uma caminhada teremos que olhar para frente e se não tivermos um objetivo positivo a alcançar, seria o mesmo que negar todo o nosso esforço. Assim , de uma forma bem simplista e, peço desculpas por tal , temos que encarar novos desafios.Esta crise , por exemplo, tomemos como lição de modo a tornar a economia e o ritmo de crescimento constante , confiável e saudável e para isto temos que verificar o mercado doméstico , a sua regulamentação , e seu relacionamento interno e externo .</p>
<p>No tocante ao ocidente, creio que a lição teve nota baixa, principalmente nos países desenvolvidos, mais por conta da especulação, falta de otimismo e regulação e isso fez com que os chamados tigres asiáticos, com destaque a China, e, por conseguinte emergente, firmassem um bom espaço. Entre outras medidas de incentivo , o cuidado com o mercado doméstico e o equilíbrio com o externo .Claro que o contingente de consumo chinês é inquestionável mas creio que ,levando em conta o seu passado de regime fechado , a lição teve nota boa .Isto tem provocado na economia ocidental como um todo um certo ciúme que é colocado pelas correntes pessimistas ocidentais como despropósito , incremento de bolhas e por aí vai.</p>
<p>Particularmente acho espetacular a iniciativa dosa Bancos Centrais e, destaco a figura do Sr. Ben Bernanke com relação à presença estatal na regulação dos mercados. O lado socioeconômico deve ser levado em conta também , ou seja , a cidadania.</p>
<p>No grupo dos emergentes o Brasil também tem o seu destaque, mas a nota da lição precisa ser melhorada. Não muito recente é que o nosso mercado doméstico tem sido valorizado, sentimo-nos mais cidadãos, contudo, precisamos ser mais otimistas. Temos que encarar a globalização com mais equilíbrio e responder ao comércio desleal de modo a não nos tornarmos dependentes.Estamos em situação estratégica em relação aos outros emergentes e nisso corroboram nossas terras , posição geográfica , regime político e consumo interno , não será preciso estudar muito.</p>
<p>Pensemos primeiro nos amarelos, azuis e brancos, olhem para frente, deixemos o preto guardado, ou, sem pessimismo</p>
<p>Avante!    UM ABRAÇO A TODOS E ATÉ A PRÓXIMA&#8230;</p>
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<p><strong>Luiz Semprini</strong> é Engenheiro e trader</p>
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