Game of Thrones

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Depois de uma segunda falência generalizada dos órgãos do meu computador provocada pela instabilidade elétrica estou de volta.

Vou me deter à série Game Of Thrones que me parece interessante em levantar algumas questões. Já disse nesse espaço que ao assistir a série me vem sempre à cabeça Shakespeare no tocante a luta pelo poder. Numa ligeira comparação podemos ver o Rei Lear: tragédia escrita entre 1605 e 1606, baseia-se em um conto popular que se integra à história antiga da Inglaterra desde o século XII. Segundo relatos, o velho rei decidiu medir o grau de afeto de suas três filhas, para escolher como sucessora aquela que mais o amasse.

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– Ricardo III (Richard III no original em inglês) é um drama histórico em cinco atos escrito pelo dramaturgo inglês William Shakespeare entre 1592e 1593, o qual se baseou na história verdadeira do rei Ricardo III da Inglaterra. A obra retrata a ascensão maquiavélica de Ricardo III e seu subsequente curto reinado.

– Macbeth é um general do exército escocês que trai seu rei após ouvir um presságio de três bruxas que dizem que ele será o novo monarca. Ele é altamente influenciado pela esposa Lady Macbeth, uma figura manipuladora que sofre por não poder lhe dar filhos.

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Citei três textos do William Shakespeare que me parecem mais fáceis de identificar na série, mas há outros textos como Romeu e Julieta, A Tempestade, Otelo que também é possível perceber.

O autor George Raymond Richard Martin, nascido George Raymond Martin e mais conhecido como George R. R. Martin ou simplesmente GRRM, é um roteirista e escritor de ficção científica, terror e fantasia americano autor As Crônicas de Gelo e Fogo serie de livros em que se baseia a série. Embora americano narra de um modo que eu diria inglês. Não li o livro então penso que se não o livro a produção e roteiro deu um formato britânico. E por que não, não nada mais inglês do que a luta pelo trono seja ele de ferro ou não. Outra qualidade da série é que não existi menor pudor em matar os personagens a quem vamos nos afeiçoando, salva-se apenas Jon Snow, até agora.

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As séries me parecem sempre mais inteligentes do que os filmes de superherois que são sucesso de bilheteria.

O conflito moral, ambição, traição nos trazem a uma realidade não tão longe de nós.

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Jornalista cultural, tendo trabalhado nos principais veículos midiáticos nacionais e, durante 15 anos, chefiou a pauta e reportagem do programa Metrópolis da TV Cultura

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