Larry Coryell & Badi Assad & John Abercrombie

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Qual seria o resultado a reunião de três violonistas cuja carreira são bem distintas.

Larry Coryell & Badi Assad & John Abercrombie – Three Guitars (2003)

Larry Coryell – um guitarrista que integra o cenário do jazz rock dos anos setenta depois de passar pelas bandas de Charles Lloyd, Chico Hamilton (1966), substituindo Gabor Szabo. Entre 1967 e 1968, ele permanece no Quarteto vibrafonista Gary Burton, depois de passar através da formação de, Steve Marcus e Mitch Mitchell. Então ele vai se juntar à Orquestra de Jazz do compositor, para formar o seu próprio grupo de jazz rock, “A Décima Primeira Câmara“ em 1973 alem do grupo The Eleventh House.

Sua popularidade quando com John McLaughlin e Paco de Lucia e junto fazem uma excursão pela Europa.

Badi Assad – É brasileira e se dedicou ao violão após abandonar o piano por admirar seus irmãos mais velhos que formavam a Duo Assad de violões. De formação clássica uniu a seu conhecimento á musica brasileira.

John Abercrombie – Faz parte da geração de jazzistas que enveredaram pelo fusion. Tocou com Billy Cobham, Jack DeJohnette, Michael Brecker e Randy Brecker. E grava pela ECM um selo sofisticado onde os músicos têm liberdade de gravar sem interferência.
Com três músicos criativos o disco promove uma grande sensação de prazer. O disco foi lançado em22 de julho de 2003 pela gravadora Chesky Records e há um vídeo com a apresentação do trio por ocasião do Monterrey Jazz festival.

O disco tem composições dos três músicos inclusive a musica “Timeless” de John Abercrombie que o acompanha desde quando integrava o grupo “Oregon”

A participação de Badi Assad vai alem do violão e como de habito nas suas apresentações solos investe na percussão ora com a kalimba ora com a própria boca.

A kalimba abre à primeira musica composta por Badi, Seu Jorge e Dona Ica, Coryell também trouxe várias de suas peças para as sessões. “Prelude New Alaúde” foi inspirado pelo guitarrista brasileiro tarde Laurindo Almeida, serve como uma breve introdução ao muito mais descontraído “New Alaúde Interlude”.

Um disco para se ouvir com cuidado e prestar muita atenção e deixar fluir a sensibilidade.

 

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Jornalista cultural, tendo trabalhado nos principais veículos midiáticos nacionais e, durante 15 anos, chefiou a pauta e reportagem do programa Metrópolis da TV Cultura

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